Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar. De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados. E viram o que parecia línguas de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava.
O dom das línguas representa um resgate do impulso humano da vida em comunidade, o qual havia sido corrompido pela torre de babel, simbolizada pela falta de tolerância entre as pessoas.
Para a Antroposofia, esta celebração faz renascer em nós o desejo de comunidade, através da compreensão do outro, que eu consigo pelo caminho do autodesenvolvimento.
Texto: Pureza Panico, ex-professora Waldorf e coordenadora do Curso de Pedagogia Waldorf na EWJGR
Voz: Nicole Russo Estevão, professora de sociologia e geografia