No episódio de hoje explicamos por que crianças com AME precisam de vigilância regular da coluna e dos ossos, mesmo respondendo bem às terapias; revisitamos a base genética da AME (SMN1, SMN2 e número de cópias) para entender melhor os tratamentos; e comentamos a aprovação do risdiplam em comprimido nos EUA. Tudo com o olhar de sempre: o que isso significa para quem vive com AME — e para a Luisa.