De Hans Christian Andersen (1805-1875), contada pela acadêmica Luciana Celi.
Nesta bela história, Andersen nos chama a atenção para os contrastes entre a profundidade e a superficialidade, entre o orgânico e o artificial, a partir do canto mágico de um rouxinol que vivia nos jardins do palácio real, mas que só foi descoberto pelo Imperador pela leitura de relatos de turistas. O encanto com maquinários e autômatos foi algo muito presente na Europa ao longo das décadas de desenvolvimento tecnológico, e muito presente na literatura fantástica do século XIX.
Deleitem-se nessa linda história !