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Já parou pra pensar por que certas deidades, espíritos ou mesmo santos se colocam como protetores e orientadores de determinados ofícios?
No novo episódio do Espelho de Circe, apresentado por Andy Santos, levamos essa pergunta para dentro da bruxaria — explorando as deidades tutelares da Arte não como figuras de devoção, mas como forças que guardam, transmitem e estruturam seus mistérios.
Ao longo do episódio, a bruxaria é abordada como prática iniciática: um caminho em que o aprendizado se dá pela relação com potências que ensinam através da experiência. Falamos sobre o que significa estar sob tutela, como a bruxa se orienta pelos princípios que essas forças expressam, e de que forma essa relação difere das abordagens religiosas mais comuns.
Se você quer compreender a bruxaria para além da superfície — como ofício, como relação e como transformação — esse episódio é um convite.
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https://institutopadme.com.br/agenda/curso-de-cura-pranica-nivel-i-25-e-26-de-abril/
Há perguntas que circulam nos bastidores das práticas espirituais sem nunca chegar ao centro da conversa. Uma delas é esta: o que significa praticar durante anos sem receber nenhum sinal de que algo, do outro lado, notou?
O ponto de partida é a economia invisível que governa muitas comunidades espirituais contemporâneas: a lógica de que contato com o divino é mérito, de que experiências intensas validam práticas, de que quem não é escolhida está, de alguma forma, fazendo algo errado.
No centro de tudo, uma pergunta que vale ser feita em voz alta: o que em mim ainda precisa ser escolhida para começar?
🎧 O Silêncio dos Deuses
Apresentado por Katy Frisvold
#EspelhoDeCirce #Bruxaria #SacerdotisaVsBruxa #SilêncioDosDeuses #MaturidadeEspiritual #TrabalhoOperativo
Nenhuma mulher começa do zero, mas muitas passam a vida tentando entender de onde vêm certas forças, certos medos, certos hábitos.
Neste episódio, Jéssica Puga, Dea Bernal, Rosana Martinez e Katy Frisvold se aproximam da ideia de linhagem feminina no feminino místico. Uma corrente que atravessa corpo, história e afeto. Da ancestralidade espiritual às hipóteses científicas sobre herança emocional e epigenética, a conversa se desenvolve com temas entre honrar o passado e não se aprisionar a ele.
Porque reconhecer o que recebemos não significa repetir. Às vezes, significa interromper. E perceber a diferença entre destino e continuidade pode ser um dos trabalhos mais exigentes de uma jornada de consciência.
Link para o Arco de Ulisses: https://chat.whatsapp.com/JBqpU4E90wA1ZmPJba68i1
Quem foi Aradia?
Uma personagem literária? Um fragmento de tradições antigas? Ou a imagem de algo que insiste em reaparecer sempre que se fala em bruxaria e liberdade espiritual?
No novo episódio do Espelho de Circe, Andy Santos explora Aradia como uma possível "messias feminina" — não no sentido tradicional, institucional ou redentor, mas como uma figura que transmite conhecimento, ensina práticas e oferece instrumentos de autonomia espiritual àqueles que vivem à margem do poder.
Diferente dos modelos mais comuns de liderança espiritual, historicamente associados à autoridade, hierarquia e mediação, Aradia aparece como alguém que ensina sem centralizar, que transmite sem dominar. Uma presença que não exige submissão, mas propõe aprendizado — e que, por isso mesmo, levanta questões importantes sobre o papel feminino nas tradições espirituais e sobre outras formas possíveis de conduzir o sagrado.
Entre Diana, Herodias e Lúcifer, entre mito, história e símbolo, surge uma pergunta que atravessa todo o episódio:
O que significa uma espiritualidade que não pede permissão para existir?
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O mundo nunca foi mudo, mas aprendemos a não ouvir.
Neste episódio, Jéssica Puga mergulha na arte de ler sinais — das tradições oraculares antigas ao conceito de sincronicidade de Jung, do silêncio necessário para perceber até o ruído que o ego produz quando quer usar os sinais para se justificar.
Porque reconhecer um sinal verdadeiro exige mais do que sensibilidade. Exige honestidade. E saber a diferença entre o que o mundo está dizendo e o que você precisava ouvir pode ser o trabalho espiritual mais difícil que existe.
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Existe uma diferença sutil entre viver uma experiência e performar essa experiência.
E, em um mundo onde quase tudo pode ser observado, comentado e compartilhado, essa fronteira começa a ficar cada vez mais difícil de perceber.
Neste episódio, falamos sobre moral em tempos de exposição permanente. Sobre persona, performance e sobre como a validação coletiva pode começar a interferir na forma como construímos nossos próprios critérios internos. Uma reflexão sobre o risco de confundir aprovação com alinhamento e sobre a importância de sustentar um eixo moral que exista mesmo quando não há plateia.
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Dessa vez, a conversa é direta: eclipse não é “portal” nem atalho de manifestação. É tensão. É instabilidade. É sobreposição extrema entre Sol, Lua e nodos — uma condição que a tradição astrológica sempre tratou com cautela.
Apresentado por Andy Santos, o episódio percorre a leitura clássica dos eclipses, do mundo helenístico ao medieval, mostrando como esses momentos eram associados a rupturas coletivas, oscilações e amplificações do que já está frágil — não a oportunidades aceleradas de expansão pessoal. Falamos sobre eleição do momento, técnica operativa, diferença entre ruptura estrutural e corte cirúrgico, e sobre a pressa contemporânea de transformar qualquer intensidade em performance mágica.
Nem toda força disponível é força estável.
Às vezes, maturidade é esperar a luz voltar à proporção.
Ouça agora no seu streaming favorito.
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#magia #bruxaria #eclipse #astrologia #tradicional
Entre a falta concreta e a espera pelas condições ideais, muitas vezes o que paralisa é mais sutil: perfeccionismo, comparação, excesso de informação e o desconforto de assumir a própria potência.
Este episódio do Espelho de Circe, convida a uma reflexão honesta sobre disciplina sem rigidez, ciclos sem culpa e a coragem de sustentar uma prática viva no meio da vida real.
Porque amadurecer espiritualmente não é fazer mais. É permanecer com consciência.
Ouça agora no seu streaming favorito.
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Neste episódio do Espelho de Circe, o Carnaval é observado como tecnologia espiritual do corpo.
Um tempo liminar em que o ritmo reorganiza a experiência, devolve presença e sustenta continuidade onde a vida insiste em endurecer.
A conversa percorre a história ritual do Carnaval, a pedagogia do ritmo nas culturas afro-brasileiras e o surgimento do samba como inteligência corporal do cotidiano.
Não como entretenimento.
Como ferramenta viva de regulação, permanência e ajuste sensível.
O episódio também encara o conflito que atravessa essa experiência: a perseguição histórica ao tambor, ao candomblé, ao samba e ao próprio Carnaval, sempre que o corpo educado pelo ritmo passa a escapar do controle, da culpa e da contenção permanente.
Aqui, espiritualidade é tratada como funcionamento encarnado.
Como relação entre corpo, tempo e sentido.
Como aquilo que permite viver sem se destruir por dentro.
Porque o samba não explica.
Ele mostra.
Apresentação de Andy Santos
Há movimentos que parecem inertes, pausas cheias de movimento interno.
Neste episódio, Jéssica Puga fala sobre a inércia não como preguiça, mas como defesa sutil: o apego à perfeição, o medo do custo da mudança e a dificuldade de atravessar o tempo do cuidado.
Olhamos para o conflito entre desejo e cotidiano, para as prioridades que se revelam no uso do tempo, e para os ritmos de semear, cuidar e colher que estruturam qualquer transformação real.
Uma conversa sobre aprender a começar imperfeito, sustentar o meio e reconhecer que mudar pede continuidade possível, não heroísmo.
Ouça agora no seu tocador favorito.
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