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Nem todas escreveram com tinta. Algumas o fizeram com o sangue do martírio, com os estigmas da visão, ou com a lucidez de uma filosofia que ousa tocar a dor do mundo.”
Neste episódio especial, reunimos vozes separadas por séculos e geografias — mas unidas por um gesto comum: ousar pensar Deus a partir da própria experiência encarnada.
✨ Perpétua de Cartago, que escreveu seu martírio em primeira pessoa.
🔥 Marguerite Porete, que falou do Amor Absoluto e foi queimada por isso.
🌿 Teresa d’Ávila, que fez do êxtase uma forma de reforma.
💔 Simone Weil, que pensou Deus pela ausência.
🌎 Ivone Gebara, viva entre nós, que nos ensina que espiritualidade se cozinha, se sente, se compartilha.
E ainda evocamos as presenças de Hypatia, Hildegard, Catarina e Silvia Federici — porque o pensamento teológico feminino é coral, é dissidente, é corpo.
🎧 Um episódio coletivo, tecido por vozes da Stella Indomita:
Carla de Mattos, Dea Bernal, Jéssica Puga, Baby Araújo e Katy Frisvold.
🕯 Porque teologia não é só tratado — é também gesto, escolha, sangue e semente.
O link do Arco de Ulisses:
https://chat.whatsapp.com/JBqpU4E90wA1ZmPJba68i1
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Pensar o Divino a partir de corpos silenciados (PARTE 1)
Em um mundo onde o discurso sobre Deus foi historicamente monopolizado por vozes masculinas, este episódio é um ato de restituição.
Hildegarda de Bingen, Hypatia de Alexandria, Catarina de Siena e Silvia Federici — quatro mulheres de épocas distintas que, com coragem e lucidez, desafiaram o silêncio imposto ao feminino no campo do sagrado.
Neste episódio Katy Frisvold, Carla de Mattos, Renata Jardim e Jéssica Puga trazem essas figuras nos ensinam sobre espiritualidade, autoridade, corpo, razão e transcendência.
🌿 Teologia mística
🔥 Filosofia espiritual
✝️ Mística encarnada
⚖️ Crítica histórica do apagamento
Porque o pensamento teológico não é, e nunca foi, apenas masculino. E o divino, quando falado por mulheres, revela outras verdades.
O link para o Arco de Ulisses (aberto e exclusivo para homens): https://chat.whatsapp.com/JBqpU4E90wA1ZmPJba68i1
Quantas vezes você começou algo sem pensar se conseguiria levar até o fim?
Neste episódio, retomamos os Versos Dourados de Pitágoras com uma frase que parece simples, mas nos confronta de forma direta:
“Não inicies atividades que não possas concluir.”
Pode soar como um conselho prático — mas o que está em jogo aqui é muito mais profundo: ⚖️ responsabilidade pessoal, clareza nas escolhas e respeito pela própria palavra.
A conversa gira em torno da dificuldade de sustentar compromissos, da frustração de deixar coisas pelametade, e da importância de dizer "sim" apenas quando há real disposição para seguir até o fim.
Falamos sobre como essa pressão constante por fazer mais, assumir tudo e agradar a todos nos impacta e como isso nos afasta do que realmente importa.
Com Katy Frisvold na condução e as participações de Aluísio Cabianca, Dea Bernal, Rosana Martinez, Eduardo Regis e Jeff Alves, este episódio é um convite à honestidade nasescolhas e ao cuidado com o que iniciamos.
🎧 Se o tema ressoar com você, compartilhe. Pode ser o empurrão que alguém precisa para rever seus compromissos e suas prioridades.
O link para o Arco de Ulisses (aberto e exclusivo para homens): https://chat.whatsapp.com/JBqpU4E90wA1ZmPJba68i1
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Você já se perguntou como as brincadeiras da infância moldam a forma como a gente se vê e se comporta no mundo? Nesse episódio do podcast do Espelho de Circe - com participação especial das mulheres da Stella Indomita - mergulhamos fundo nas relações entre o brincar, a arte, a bruxaria e o feminino — pra mostrar que o lúdico é bem mais do que passatempo: é território de criação, identidade e liberdade.
Desde cedo, meninas são incentivadas a cuidar, organizar e ceder. Meninos, por outro lado, são levados a agir, competir e conquistar. Essa divisão, muitas vezes invisível, continua determinando o que cada um “pode” ser — mesmo depois de crescer.
Mas e se brincar fosse, na verdade, um dos caminhos mais potentes de autoconhecimento e expressão?
E se a bruxa e a artista fossem, no fundo, duas formas da mesma alma criadora que sabe brincar com símbolos, sentidos e possibilidades? 🧸
Com as participações de Jussara Valadares, Déa Bernal, Rosana Martinez, Katy Frisvold e a apresentação de Jéssica Puga, convidamos você a refletir sobre o poder da brincadeira e da arte, os impactos dos papéis de gênero e deixar um lembrete de se permitir brincar.
O link do Arco de Ulisses (mencionado neste episódio):
https://chat.whatsapp.com/JBqpU4E90wA1ZmPJba68i1
Toda escuta verdadeira é uma forma de regar. Essa é uma daquelas conversas que começam devagar, com cuidado. Porque falar sobre juventude, masculinidade e os silêncios entre gerações exige isso: coragem para não saber todas as respostas — e maturidade para seguir perguntando.
No episódio especial desta semana, quem conduz a roda é Andy Santos, e os convidados são o advogado Aluísio Cabianca, o psicólogo clínico Pedro Timbó, a psicóloga e especialista em mindfulness Sheila Drumond, a Jéssica Puga e a Katy Frisvold
Esse episódio não entrega diagnósticos. Ele oferece escuta. Escuta profunda, crítica e honesta.
Para quem é esse episódio?
Para mães e pais. Para filhos e filhas. Para professores, terapeutas, militantes. Para quem está criando meninos. Para quem foi um menino solitário. Para quem ainda carrega feridas de uma adolescência não acolhida.
E, sobretudo, para quem acredita que escutar o outro é também uma forma de se curar.
Disponível agora no Spotify, Apple Podcasts e outras plataformas.
Os links mencionados neste podcast são:
🟣Centro de Valorização da Vida (CVV). Eles oferecem atendimento gratuito, sigiloso e 24 horas por dia, todos os dias da semana. O CVV tem uma escuta empática, sem julgamentos, e pode ser um primeiro passo para buscar ajuda.
📞 O número é 188 — ligação gratuita de qualquer telefone fixo ou celular no Brasil. 💻 E você também pode conversar por chat no site: www.cvv.org.br
Além do CVV – Centro de Valorização da Vida, que atende pelo telefone 188 ou pelo site cvv.org.br, há outras iniciativas importantes que podem oferecer acolhimento, orientação e escuta qualificada:
🔹 Rede NAMI – Criada pela artista e ativista PanmelaCastro, essa rede atua na promoção dos direitos das mulheres por meio da arte urbana, com ênfase no enfrentamento à violência doméstica e no empoderamento de meninas e jovens mulheres. 📍 Instagram: @redenami 🌐 Site: www.redenami.com
🔹 Canal Fala Menino – Um espaço que escuta e acolhe meninos e jovens homens que estão repensando sua formação como homens em uma sociedade ainda muito marcada pela violência, pelo machismo e pela repressão emocional. Criado por educadores, o projeto propõe rodas de conversa, vídeos e ações educativas. 📍 Instagram: @canalfalamenino
🔹 Saúde Mental para Todos – Iniciativa do Instituto Vita Alere, que atua na prevenção do suicídio e promoção da saúde emocional, com foco especial em adolescentes, escolas e famílias. 🌐 Site: www.vitaalere.com.br 📘 Publicam cartilhas e materiais gratuitos para escolas e famílias.
🔹 Instituto Noos – Especializado em masculinidades, relações familiares e prevenção da violência. O Instituto oferece grupos reflexivos para homens e projetos voltados à educação emocional, ao diálogo entre gerações e à construção de masculinidades mais saudáveis. 🌐 Site: www.institutonoos.org.br
🔹 Ouvidoria das Mulheres – Ligue 180 – Canal do governo federal para denúncias de violência contra a mulher e também para orientações jurídicas e psicológicas. Atende mulheres jovens, adultas e idosas, de forma gratuita e sigilosa. 📞 Ligue 180 – funciona 24h, todos os dias.
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Vivemos tempos em que a aparência virou medida de caráter. O corpo, um projeto infinito de correção. O culto à estética nos promete saúde, autoestima e liberdade — mas frequentemente nos entrega medo, comparação, vigilância, culpa e uma nova moral disfarçada de autocuidado. Mas o que há por trás dessa obsessão com o belo? Quando o cuidado se transforma em punição? Quando é que uma mulher pode simplesmente existir sem se desculpar pelas marcas, pelos contornos, pelas transformações do tempo?
Neste episódio, cinco mulheres da Stella Indomita trazem suas perspectivas sobre beleza, saúde, liberdade e opressão: Renata Jardim, Renata Gatto, Jussara Valadares, Rosana Martinez e Jéssica Puga. Apresentação de Katy Frisvold.
Este é um episódio para quem sente que há algo errado na forma como nos ensinaram a habitar o próprio corpo.
Para quem quer repensar o espelho — e não o próprio rosto.
Vivemos tempos de extremos. De um lado, a cultura da produtividade nos empurra para um ritmo insustentável, onde nunca fazemos o suficiente. De outro, a passividade e o medo do fracasso nos paralisam, fazendo com que muitos desistam dos próprios sonhos antes mesmo de tentar. Mas será que existe um caminho do meio? Como encontrar o equilíbrio entre desejar mais e ser grato pelo que já temos?
No episódio desta semana do Espelho de Circe, somos conduzidos a uma reflexão sobre o que significa viver com propósito, sem sucumbir nem à ambição desmedida nem à resignação estagnante. A partir dos ensinamentos pitagóricos, exploramos como cultivar uma vida plena, onde a busca por crescimento não se transforma em ansiedade, e o contentamento não se confunde com acomodação.
Hoje, em um mundo que nos empurra para comparações constantes e metas inalcançáveis, essas reflexões nunca foram tão necessárias.🌿📜
Com participações de Eduardo Regis, Jeff Alves e Rosana Martinez, este episódio traz diferentes perspectivas sobre como podemos encontrar harmonia entre ambição e contentamento. Apresentação de Katy Frisvold.
Vem refletir com a gente esta arte de viver com leveza, sem abrir mão dos nossos sonhos. ! ✨
📌 Ouça agora e compartilhe nas suas redes.
Desde pequenas, somos ensinadas a ver nossos corpos como um problema a ser resolvido. Mas e se, ao invés disso, o corpo feminino fosse reconhecido como um portal de poder e magia, refletindo os ciclos da Terra e carregando dentro de si a chave para o autoconhecimento?
No novo episódio do Espelho de Circe, Katy Frisvold e as bruxas da Stella Indomita – Jussara Valadares, Aline Dias, Rosana Martinez e Jéssica Puga – trazem suas visões sobre como é importante a reconexão com a nossa essência feminina.
Dançar, sentir, permitir-se existir em plenitude. Reencontrar-se consigo mesma é um ato revolucionário!
Ouça agora o episódio “Corpo Feminino como Magia”. E se essa conversa ressoar com você, compartilhe e marque alguém que precisa ouvir! 🔥💫
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Por que tantas tradições espirituais tratam o prazer como um desvio do sagrado? Como a ideia de renúncia e sacrifício se tornou central na busca espiritual? E se, ao invés de um obstáculo, o prazer fosse um caminho legítimo para a iluminação?
No episódio desta semana, vamos falar sobre a relação entre corpo, desejo e transcendência, questionando o dualismo que separa espírito e matéria. Para enriquecer essa reflexão, contamos com as contribuições de Rosana Martinez, Elisa Taborda e Eduardo Regis. Apresentação de Katy Frisvold.
Além disso, neste episódio, honramos o Dia Internacional das Mulheres, celebrando as bruxas de ontem e de hoje – aquelas que resistiram, transformaram e incendiaram o mundo com sua magia e coragem.
🌿 O prazer pode ser uma oferenda, um ritual, uma chave para o divino. Está na hora de dissolver esse divórcio forçado entre espiritualidade e desejo.
📲 Compartilhe, comente e traga suas reflexões para esse debate essencial.
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Nem toda magia acontece em florestas ancestrais ou círculos sob a lua cheia. No meio do concreto, do barulho e das luzes artificiais, às vezes é difícil sentir a presença do sagrado. Como manter uma prática espiritual quando tudo ao redor parece abafado pelo ritmo acelerado da cidade? Quando a lua se perde entre os prédios, quando o toque da terra se limita a um vaso de plantas na janela… como podemos sentir a
conexão com o sagrado?
Este é o chá das bruxas da Stella Indomita: Jussara Valadares, Rosana Martinez, Jéssica Puga e Déa Bernal.
🔮 Neste episódio exploramos como a bruxaria se adapta aos ritmos urbanos
🌱 A cidade respira magia. A questão é: você consegue enxergá-la?
Apresentação Katy Frisvold
🎧 Ouça agora no Spotify, e demais plataformas!
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