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Desde crianças, na maioria dos casos, somos ensinados a pensar nas relações afetivas e amorosas de maneira monogâmica, ou seja, de forma exclusiva, onde o afeto, a sexualidade e atenção amorosa é dedicada apenas a uma pessoa.
Essa ideia nos permeia quando começam a nos ensinar sobre o amor e quando vemos as relações de nossos pais, mas vai se estendendo ao longo da vida para a forma como enxergamos e idealizamos os relacionamentos.
Contudo, as relações amorosas e românticas, assim como as demais, são construídas socialmente. Mas afinal a monogamia é algo intrínseco do ser humano ou apenas foi uma história bem contada ao longo de anos?
Para nos ajudar a entender melhor sobre a temática, e de como a monogamia se tornou algo tido como normal e padrão em nossa sociedade, temos dois convidados e dividimos o episódio em dois. Neste primeiro a historiadora Patrícia Merlo explica o contexto desta relação. No segundo a nossa convidada é Isadora Fadini, que acredita na não monogamia.
ES Ouve tem edição de Eduardo Couto, texto e produção de Lydia Lourenço e direção de jornalismo de Danieleh Coutinho.
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A prostituição é conhecida como a profissão mais antiga do mundo e até hoje o mercado de venda de serviços sexuais continua acontecendo, apesar de muitas controvérsias e polêmicas.
Os profissionais do sexo, sobretudo a figura da prostituta, sofrem com estigmas, preconceitos e o mais preocupante: a vulnerabilidade à violência que esse tipo de serviço traz.
A profissão não é proibida no Brasil, no entanto, a legislação ainda é muito vaga para proteger as prostitutas como as demais trabalhadoras de outras áreas.
A luta por respeito, regulamentação e direitos trabalhistas é antiga, e em 2 de junho essa luta é lembrada e, pensando nisso, o ES Ouve convidou a sexóloga e terapeuta Sirleide Stinguel e o advogado civil Eduardo Sarlo sobre as problemáticas que permeiam a vida das profissionais do sexo.
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Em 2022, o ES Bateu recorde na abertura de micro e pequenas empresas, e atualmente conta com 134 mil empresas destas categorias ativas no Estado. Somente no no último mês de março, as micro e pequenas empresas (MPE) capixabas criaram um saldo positivo de 2.747 novas vagas de emprego, o que representa aproximadamente 56% dos empregos gerados neste terceiro mês do ano.
Dentro desse cenário, as startups também são destaque. Esse modelo de negócio tem crescido e traz como seus principais objetivos a inovação e a tecnologia como ferramenta de avanço e desenvolvimento. Para conversar com a gente sobre tecnologia, inovação e o avanço do empreendedorismo em território capixaba temos dois convidados: a gerente do Sebrae-ES, Adriana Rocha, e o sócio da BBUTTON, Flávio Aguilar.
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Todos nós somos seres sociais e, portanto, aprendemos muito com as nossas relações afetivas, de amizade, de trabalho. No entanto, o nosso primeiro contato afetivo é também é aquele que mais nos ensina.
É na família que construímos bases que levamos para vida toda, com isso é nela que construímos nossos modelos de relações. Como vamos nos relacionar com os outros, com nós mesmos e com o mundo.
Portanto, se algo nesse processo falha, há mais chances de algo falhar na vida adulta. Contudo, nada é imutável e entender as relações que nos formaram é importante para que possamos romper padrões negativos e disfuncionais, bem como construir novas histórias afetivas e sociais.
Para compreender melhor essa complexidade que é a família, o ES Ouve recebeu a historiadora Ana Paula Carvalho, especialista em história familiar e pesquisadora sobre resgate à memória institucional e familiar.
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Entre setembro de 2022 e abril de 2023 cinco ataques em escolas foram registrados no país. Em 25 de novembro, foi em Aracruz que esse triste dado fez parte do ES, deixando 13 feridos e 4 mortos em duas escolas.
Na ocasião um adolescente de 16 anos, armado e usando roupas camufladas com símbolos neonazistas invadiu duas escolas em Coqueiral de Aracruz e atirou com as vítimas de forma aleatória, retornando para casa após o ocorrido no caso do pai.
No entanto, os ataques a escolas já vêm há um tempo se tornando populares no Brasil. Ao todo, 52 pessoas foram assassinadas em atentados em instituições de ensino brasileiras desde 2011 – após o massacre de realengo que ceifou a vida de 13 pessoas.
Mas afinal o que explica essas mortes em massa? E por que as escolas têm se tornado alvo destes atentados? Tentamos encontrar essas resposta neste episódio, o terceiro da série “Crimes no ES”. A conversa foi com o psiquiatra forense Vitor Maia.
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Dando sequencia à nossa série “Crimes no Espírito Santo”, onde já falamos das mães que matam, em uma conversa com a psicóloga e terapeuta familiar Elza Leite. E neste episódio, dando sequencia, o papo foi com Jairo Izidro Navarro, psiquiatra clínico e forense.
Família é tudo igual, mas todas são diferentes. A máxima vem acompanhada de que nessas particularidades ficam escondidas questões que podem desencadear uma briga, e até um crime. Mas, o que motiva mortes em família? O que faz um parente quere matar o outro?
Ouça!
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ES Ouve inicia uma nova série sobre crimes que chocam a sociedade e de, de alguma maneira marcaram o Espírito Santo. Em cada conversa um tipo de crime, seus desdobramentos e fatores psicológicos e emocionais envolvidos. Afinal, qual é o limite entre perversidade e patologia?
Para explicar qual a linha entre crime e problemas de natureza psicológica a cada novo episódio um especialista. E para começar nossa aventura pela mente humana e criminosa, um assunto polêmico: mães que matam.
A figura materna é vista como aquela que dá amor, que cuida e que faz de tudo para proteger a vida e o bem-estar de um filho. No entanto, em muitos casos, aquela que dá a vida também a tira. Surto? Problemas mentais? ou simplesmente maldade? O que leva uma mãe a matar um filho?
A psicóloga e terapeuta familiar Elza Leite é a primeira convidada de ES Ouve nesta séria. Ouça!
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Ao longo da história muitos direitos trabalhistas foram conquistados através de luta e embates ideológicos. Tudo para garantir condições dignas salariais e ambientais. No entanto, os direitos trabalhistas vão além disso.
E do mesmo modo que esses direitos foram conquistados, nos últimos anos muito se perdeu com as flexibilizações deles, e com novas modalidades de trabalho que visam reduzir custos, e isentar empregadores de obrigações com seus empregados, como é o caso dos prestadores de serviço PJ.
A chamada pejotização do trabalho é um processo que não começou agora e que vem se espalhando em diversas áreas. E para compreender melhor sobre os processos envolvidos na onda de pejotização do trabalho e sobre os direitos perdidos nessa modalidade, conversamos com o advogado trabalhista Leonardo Lage Motta.
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O abril azul é uma campanha para falar da importância da inclusão das pessoas dentro do espectro em espaços sociais, mercado de trabalho e de locais de poder. O assunto motivou dois episódios de ES Ouve, sendo que no primeiro, em conversa com convidamos o psicólogo infantil e especialista em autismo na adolescência, Matheus Alves, foi falado sobre o transtorno diagnosticado ainda na infância.
Neste segundo episódio a gente trada da da invisibilidade de pessoas autista, que é um problema comum pela falta de conhecimento da população acerca do transtorno, bem como o preconceito com quem está dentro do espectro.
Para falar sobre os estigmas e mitos que cercam o transtorno, assim como compreender melhor sobre o autismo e a importância de um diagnóstico, a conversa foi com a médica neurologista pediatra Larissa Freire Krohling.
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Em abril, é comemorado o mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O abril azul é uma campanha para falar da importância da inclusão das pessoas dentro do espectro em espaços sociais, mercado de trabalho e de locais de poder.
O autismo é considerado um transtorno que atinge mais aos homens, no entanto, as mulheres também são afetadas, no entanto, possuem uma capacidade social maior de “mascarar” seus sintomas, dificultando um diagnóstico precoce e um tratamento adequado.
Na infância, já é possível ver sinais do transtorno, porém, às vezes é na adolescência que ele se potencializa, mas afinal como esse momento de transição pode manifestar sintomas do espectro?
Para responder essa e outras questões dividimos o tema em dois episódios e no primeiro quem conversa conosco é o psicólogo infantil e especialista em autismo na adolescência, Matheus Alves.
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