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Demarcação de território, políticas públicas específicas, falta de fiscalização e preservação de costumes. Essas são algumas das discussões que formam a pauta indígena no Brasil e no Espírito Santo atualmente. Diante disso, a luta desses povos se viu cada vez mais aguerrida frente ao Judiciário brasileiro.
Logo, o acesso à Justiça se faz necessário, já que, quando provocado, cabe ao Judiciário se movimentar, a fim de garantir aos indígenas o que é seu por direito. Por outro lado, não é somente nessa esfera de Poder que a preservação, os direitos e as garantias conversam entre si.
O ESOuVe desta semana aborda e discute as causas e as lutas indígenas com o advogado e pós-graduando em Advocacia Civil Matheus Caetano Carnetti, e com o cacique da Aldeia Comboios, localizada em Aracruz, Antonio Carlos, o Toninho.
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Edição de som: Eduardo Couto
Produção: Matheus Passos
Texto: Matheus Passos
Foto: Divulgação/ Luã Q. - Montagem: Bruno Ribeiro/ESHoje
Entre os anos de 1994 e 2007 a Orla da Praia de Camburi, em Vitória, foi palco do famoso “Vital”, o carnaval fora de época que agitava a capital capixaba. Quinze anos depois desde a última micareta, também marcada por insatisfações por parte da população, uma possível volta do evento traz à tona a pauta sobre a ocupação dos espaços públicos em Vitória.
O debate ganhou espaço em uma sessão da Câmara de Vereadores. De um lado, Karla Coser (PT) trouxe porquês e do outro Luiz Emanuel Zouain (Cidadania) fez ponderações, ambos com pontos a serem levados em consideração sobre o assunto. Diante disso, os dois parlamentares conversam com Eduardo Couto e Matheus Passos no ESOuVe desta semana.
> Conteúdo citado neste episódio: https://eshoje.com.br/2022/04/volta-do-vital-levanta-debate-sobre-ocupacao-de-espacos-publicos-em-vitoria/
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Edição de som: Eduardo Couto
Produção: Guilherme Marques e Matheus Passos
Texto: Matheus Passos
Crédito Imagem: Montagem - Bruno Ribeiro/ESHoje
Pela primeira vez será realizado um estudo que mapeará a saúde mental dos servidores de segurança pública do Espírito Santo, assunto considerado um gargalo dentro das corporações. O projeto reunirá dados sobre cerca de 15 mil profissionais das Polícias Federal (PF), Rodoviária Federal (PRF), Militar (PMES), Civil (PCES), Corpo de Bombeiros Militar (CBMES), além das Guardas Municipais de quatro municípios. E a pesquisa já apresenta resultados.
Para falar sobre a importância de mapear a saúde mental dessa categoria, esse estudo inédito e fatores que dão forma e trazem a necessidade de se debater esse assunto, o ESOuVe desta semana conversa com:
Pedro Luiz Ferro, presidente da Comissão Permanente de Atenção à Saúde dos Profissionais de Segurança Pública do Estado (Copas);
Marcelo Fetz, coordenador do Núcleo de Pesquisa, Inovação e Planejamento Socioeconômico (Nupla) da Ufes;
Adriana Madeira, coordenadora do projeto projeto-piloto SOMA-SI, que busca trazer ações que gerem efeitos positivos na saúde física e mental dos agentes.
> Conteúdo citado neste episódio: https://eshoje.com.br/2022/04/estudo-inedito-vai-mapear-a-saude-mental-dos-servidores-de-seguranca-publica-do-es/
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Crédito Imagem: Montagem - Bruno Ribeiro/ESHoje
Edição de Som: Eduardo Couto
Texto: Matheus Passos
Vinte e seis meses depois desde que a Covid-19 se tornou um assunto diário na vida de todos, mais de 469 milhões de doses de vacinas contra a doença foram aplicadas em todo o país, sendo quase 8 milhões somente no Espírito Santo. Agora, vivemos uma fase de recuperação e revisão de medidas, sem a exigência de máscaras, passaporte da vacina e máximo de público em espaços e eventos.
Outra medida que marca essa nova fase é o encerramento da emergência de saúde pública de interesse nacional, que reconhecia a gravidade da pandemia e dava base para políticas e medidas de autoridades de saúde nos níveis federal, estadual e municipal. O fim da emergência terá um prazo de transição de 30 dias para adequação dos governos, passando a valer, oficialmente, em 22 de maio de 2022.
Para falar sobre sobre o que devemos enfrentar a partir de agora em relação a pandemia, o ESOuVe desta semana conversa, mais uma vez, com o secretário de Saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes. Nesse episódio, de forma excepcional, o jornalista Luis Ximenes é quem é quem conduz a conversa com Matheus Passos. O papo também estará disponível no formato de vídeo no Facebook do ESHoje.
Live de sexta no Facebook: https://fb.watch/cHTc66sLMQ/
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Crédito Imagem: Montagem - Bruno Ribeiro/ESHoje
Edição de Som: Eduardo Couto
A menos de seis meses das eleições, o clima começa a esquentar entre quem colocou o nome no tabuleiro, partidos, formação de chapas e, claro, eleitores. Com o primeiro turno marcado para o dia 2 de outubro e o segundo, onde houver, para o dia 30, o que está por vir?
O ESOuVe desta semana debate com o jornalista e consultor de imagem e crise Fernando Carreiro e a especialista em Marketing Político Ananda Miranda quais serão os principais pontos, entraves e cenários vividos até termos, de fato, novos, atuais ou antigos nomes nos espaços de poder.
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Crédito: Montagem - Bruno Ribeiro
O ESOuVe desta semana conversa sobre a importância de se educar sobre a diversidade, a partir de práticas inclusivas, como forma de garantir direitos. No episódio, a psicóloga pós-graduanda em Análise do Comportamento e mãe do Bernardo Beatriz Oliveira, e a professora e consultora e gestora educacional Juliana Santos conversam com Eduardo Couto e Matheus Passos sobre como a educação faz parte desse processo de quebrar barreiras e preconceitos.
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Crédito: Reprodução/ BlueEdTech - Montagem: Bruno Ribeiro/ ESHoje
Desde os primeiros anúncios referentes a pandemia da Covid-19 o setor cultural foi o primeiro a parar, sendo o último a retomar por completo. Em um momento de maior flexibilização, os grandes eventos estão programados para voltar aqui no Espírito Santo nos moldes do período pré-pandemia a partir deste mês, abril de 2022.
Shows, peças de teatro, lançamentos de filmes e eventos em geral, que tiveram de encontrar outras formas de acontecer, já começaram, a passos lentos, a retomar as atividades há alguns meses. Isso, porém, não deixou de gerar uma estagnação no setor pelos dias a fio em isolamento, provocando, consequentemente, demissões, além de prejudicar artistas, produtores e empreendedores.
Diante desse cenário, nunca se falou tanto sobre incentivo à cultura por meio de políticas públicas, como leis, auxílios emergenciais específicos e linhas de crédito. E foi nesse período que a cultura se viu tão necessária, como essas formas de mantê-la viva, já que foram nos filmes e séries que muitos encontraram a saída para deixar a rotina mais leve.
O ESOuVe desta semana debate o que vai ser da cultura, em especial a capixaba, no pós-pandemia. Conversam com Eduardo Couto e Matheus Passos o secretário de Estado da Cultura Fabricio Noronha e o gerente de Cultura e Educação Básica do Serviço Social da Indústria, o Sesi no Espírito Santo, Samuel Saibert.
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Crédito: Divulgação - Montagem: Bruno Ribeiro/ESHoje
Há mais de um mês o mundo se viu diante do que mudaria a história. O Leste Europeu se tornou assunto frequente em todos os noticiários, fazendo com que o conflito entre Rússia e Ucrânia, inicialmente distante, pudesse ser sentido a milhares de quilômetros, no momento em que o mundo parecia começar a emergir da pandemia de Covid-19.
As imagens de tanques e veículos blindados, de soldados montando trincheiras defensivas e de aviões e mísseis bombardeando cidades, enquanto civis tentam escapar da guerra, trazem de volta memórias de momentos passados e temores do que o futuro nos reserva. Por outro lado, é no passado que esse conflito entre os países, que possuem raízes comuns, tem início, para além dos acontecimentos a partir do final de 2021.
O ESOuVE desta semana busca entender a causa, o contexto e as consequências da invasão russa na Ucrânia. Para isso, Eduardo Couto e Matheus Passos conversam com o advogado e mestrando em direito processual pela Universidade Federal do Estado, a Ufes, Lorenzo Caser Mill, e o doutor em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo e analista de Risco Político, Daniel Carvalho.
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Crédito: Serviço de Imprensa da Presidência da Ucrânia - Divulgação/Kremlin - Montagem: Bruno Ribeiro/ESHoje
Em fevereiro de 2022, a Prefeitura de Vitória anunciou, como forma de aumentar a eficiência da segurança pública da capital, combater o crime e reduzir os índices de violência, a implantação de 150 câmeras de reconhecimento facial, que usam computadores e algoritmos para reconhecer rostos humanos. Entre ajustes e avaliações, todo o equipamento foi instalado em pontos estratégicos do município até o final de março, totalizando o investimento de R$ 15 milhões.
Só que tem um porém: essa ainda é uma tecnologia pouco debatida, juntamente com sua regulamentação, não impedindo com que esse equipamento ganhasse escala na última década, indo de filtros nas redes sociais a casos mais avançados, como a identificação de foragidos da Justiça.
E é nesse ponto em específico que o ESOuVe desta semana quer entrar: a utilização dessa tecnologia como política pública de segurança. Eduardo Couto e Matheus Passos conversam com a advogada, mestre em Direitos e Garantias Fundamentais e especialista em Direitos Humanos e Segurança Pública Verônica Bezerra, e a vereadora de Vitória pelo PSOL, Camila Valadão, que protocolou um requerimento sobre o assunto para obter mais informações junto a prefeitura. Sobre a administração municipal, nós tentamos uma fonte, mas não obtivemos retorno.
Reportagens publicadas no ESHoje sobre as câmeras de reconhecimento facial: https://eshoje.com.br/2022/02/supercomputadores-farao-identificacao-facial-de-suspeitos-de-crime-em-vitoria/
https://eshoje.com.br/2022/02/cameras-para-reconhecimento-facial-em-vitoria-levantam-debate-sobre-racismo-e-uso-de-dados/
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Montagem: Istock - Bruno Ribeiro/ESHoje
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