Se você pensa que é uma pessoa aliada da causa antirracista, se envolveu no movimento postando a #BlackLivesMatter, segue pessoas negras no Instagram e é cercade por pessoas negras nas suas vivências, com as quais se dá muito bem e respeita, essa reflexão é para você.
A supremacia branca não é exclusiva dos movimentos radicais ou neonazistas, mas a base de normas sociais, econômicas e políticas sobre as quais vivemos. Mas será que as pessoas brancas que se dizem comprometidas com o antirracismo realmente refletem sobre e o aplicam no dia a dia? E, se não, estão preparadas para essa conversa?
No sétimo episódio do Estante das Bruxas, temos a presença ilustre de Izabel Accioly (@afroantropologa), mulher negra, mestra em Antropologia Social e pesquisadora de relações raciais e branquitude, para falarmos de tópicos do livro 'Eu e a Supremacia Branca', de Layla F. Saad.
Nessa conversa, abordamos temas como privilégio branco, tokenização de pessoas negras, síndrome do branco salvador, centralismo branco, o famoso lugar de fala que pessoas brancas dizem não ter nas discussões sobre racismo, entre outros pontos desse livro tão importante para quem está com disposição para tocar na dor de reconhecer o próprio racismo e combatê-lo efetivamente.
Aperte o play e vem refletir com a gente!Para mais bruxarias: - "Lutar é crime", livro da Bell Puã
- Perfil do Instagram da @euthamiresdasilva
- "Pequeno Manual Antirracista", livro da Djamila Ribeiro
- "Mulheres, Raça e Classe", livro de Angela Davis
- Perfil do Instagram da Izabel Accioly (@afroantropologa)
- Podcast Mano a Mano, do Mano Brown
- "Tudo sobre o Amor", livro da bell hooks