Nas últimas horas, a escalada de tensão no Oriente Médio elevou o nível de incerteza nos mercados globais. Em cenários como esse, o investidor tende a reduzir exposição a risco, o que costuma pressionar bolsas, aumentar a volatilidade e deslocar o foco para ativos defensivos, como dólar e títulos soberanos, além de reacender o debate sobre o preço do petróleo e seus efeitos em inflação e juros.