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A cidade tem uma continuidade através do Tempo, como cada um de nós tem marcas de identidade que atravessam a nossa história individual.
Tanto nós, como a cidade, estamos sujeitos a existir apenas no momento presente, constantemente entalados entre passado e futuro. À medida que a malha urbana se transforma, vamos analisando o passado e planeando o futuro, numa fuga permanente ao único tempo em que verdadeiramente sentimos existir. Agora. Assim é também com a nossa identidade. Na arqueologia do “eu” encontramos vestígios de quem fomos ou não chegámos a ser. Partículas que se sedimentam nos subterrâneos do edifício de quem julgamos ser hoje.
By H. FortunatoA cidade tem uma continuidade através do Tempo, como cada um de nós tem marcas de identidade que atravessam a nossa história individual.
Tanto nós, como a cidade, estamos sujeitos a existir apenas no momento presente, constantemente entalados entre passado e futuro. À medida que a malha urbana se transforma, vamos analisando o passado e planeando o futuro, numa fuga permanente ao único tempo em que verdadeiramente sentimos existir. Agora. Assim é também com a nossa identidade. Na arqueologia do “eu” encontramos vestígios de quem fomos ou não chegámos a ser. Partículas que se sedimentam nos subterrâneos do edifício de quem julgamos ser hoje.