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"Mimi Johnson e Os Degenerado$: Blues e Outras Brincadeiras Incendiárias", este é o novo trabalho disponibilizado ao público e principalmente aos devotos fãs da banda. Logo depois de ter celebrado uma década de estrada e de ruas sinuosas com a coletânea "10 Anos Pisando Fundo: Sessão Ouro", Os Degenerados e seu mentor Mimi Johnson mostram que o som da banda rockeira e bluesística vai muito além da zona de conforto das gravações em estúdios e por canais separados em estéreo e outros truques. Nada disso. Neste disco, chamado "Blues e Outras Brincadeiras Incendiárias", temos uma banda enfrentando desafios ao vivo com os timbres originais captados no formato que consagraram o modelo conhecido como bootlegs. Os bootlegs ficaram famosos nos anos 1950, 1960 e tiveram seu auge durante a efervescência da era hippie do paz e amor e de seu 'primo-irmão', o rock and roll, nos anos 1970. A palavra, que em inglês assumiria primeiramente um tom pejorativo significando contrabando, se tornou popular entre fãs e pequenas produtoras emergentes que registravam os shows de seus ídolos com gravadores de mão, filmadoras e outras ferramentas de captura. Após registradas as aparições ao vivo ou até mesmo pré-amplificadas em programas de TV ou rádio, os produtores independentes compartilhavam seu novo produto nos festivais de música e nos clubes de rock e ritmos. Centenas de milhares de materiais de bandas famosas foram pouco a pouco sendo disponibilizados às tribos e versões de grandes clássicos passaram a estar nas mãos de um público ainda maior, assim as pequenas produtoras independentes começaram a ganhar espaço e fidelizar seu público, limpando seu negócio e, cada vez mais, contribuindo com materiais referentes às bandas, como fotos de shows ao vivo, capas ilustradas para o formato com design gráfico autoral feito por fãs e aficionados, trazendo materiais inéditos, que as grandes gravadoras, oficiais dos artistas, nem mesmo podiam abarcar. O grandes artistas ganharam com o modelo e novos artistas foram revelados ao grande público. Nos shows Ao Vivo, nas passagens de som, nos ensaios, nas gravações e filmagens em auditórios de rádio ou TV, o idealismo está abafado pela determinação, tanto na performance em tempo real da banda, quanto na capacidade do entusiasta gravar o som, registrar o momento, seja através de uma câmera de mão, um gravador de mini fita k7, uma mesa de som portátil, um celular, uma câmera espiã etc. Ouça!
"Mimi Johnson e Os Degenerado$: Blues e Outras Brincadeiras Incendiárias", este é o novo trabalho disponibilizado ao público e principalmente aos devotos fãs da banda. Logo depois de ter celebrado uma década de estrada e de ruas sinuosas com a coletânea "10 Anos Pisando Fundo: Sessão Ouro", Os Degenerados e seu mentor Mimi Johnson mostram que o som da banda rockeira e bluesística vai muito além da zona de conforto das gravações em estúdios e por canais separados em estéreo e outros truques. Nada disso. Neste disco, chamado "Blues e Outras Brincadeiras Incendiárias", temos uma banda enfrentando desafios ao vivo com os timbres originais captados no formato que consagraram o modelo conhecido como bootlegs. Os bootlegs ficaram famosos nos anos 1950, 1960 e tiveram seu auge durante a efervescência da era hippie do paz e amor e de seu 'primo-irmão', o rock and roll, nos anos 1970. A palavra, que em inglês assumiria primeiramente um tom pejorativo significando contrabando, se tornou popular entre fãs e pequenas produtoras emergentes que registravam os shows de seus ídolos com gravadores de mão, filmadoras e outras ferramentas de captura. Após registradas as aparições ao vivo ou até mesmo pré-amplificadas em programas de TV ou rádio, os produtores independentes compartilhavam seu novo produto nos festivais de música e nos clubes de rock e ritmos. Centenas de milhares de materiais de bandas famosas foram pouco a pouco sendo disponibilizados às tribos e versões de grandes clássicos passaram a estar nas mãos de um público ainda maior, assim as pequenas produtoras independentes começaram a ganhar espaço e fidelizar seu público, limpando seu negócio e, cada vez mais, contribuindo com materiais referentes às bandas, como fotos de shows ao vivo, capas ilustradas para o formato com design gráfico autoral feito por fãs e aficionados, trazendo materiais inéditos, que as grandes gravadoras, oficiais dos artistas, nem mesmo podiam abarcar. O grandes artistas ganharam com o modelo e novos artistas foram revelados ao grande público. Nos shows Ao Vivo, nas passagens de som, nos ensaios, nas gravações e filmagens em auditórios de rádio ou TV, o idealismo está abafado pela determinação, tanto na performance em tempo real da banda, quanto na capacidade do entusiasta gravar o som, registrar o momento, seja através de uma câmera de mão, um gravador de mini fita k7, uma mesa de som portátil, um celular, uma câmera espiã etc. Ouça!
Demonstrando, mais uma vez, o comprometimento que a Web Rádio Nós Na Fita tem com a cultura, o conhecimento e com a civilização, é com imenso prazer, que abordamos neste episódio do programa A História Mora Ao Lado o histórico conflito entre a França Napoleônica e a Restauração Portuguesa. O esforço foi compreender as razões que foram determinantes para o lendário embate. Lembrando que o programa A História Mora Ao Lado não visa fins lucrativos, apenas traz subsídios para que as pessoas tomem suas próprias conclusões acerca dos momentos históricos que trouxeram a humanidade até aqui. Como também é uma das propostas do programa fomentar uma reflexão para que os velhos erros jamais sejam repetidos e que a paz entre as pessoas seja preponderante, assim como as liberdadees fundamentais sejam preservadas. Web Rádio Nós Na Fita, a comunicação que cabe na palma da mão.
Programa baseado na obra de Cláudia B. Heynemann
Trilha sonora José Nunes - Guitarra Portuguesa (1977)
Locução: Leonardo Sá
Técnica e Roteiro: Felipe Braga
Dando sequência à demontração do material Tudo Que É Pouco Dura Bom, que reuniu Mimi Johnson e Buster Hammton, a Web Rádio Nós Na Fita traz um baião idealizado por ambos: Caipira Song é uma crítica ao idelaismo existencial. A gravação que foi feita em home estúdio tenta simular a ambiência nordestina que consagrou o gênero e também a malícia da letra completa a malevolência proposta. Se você gosta do trabalho da Web Rádio Nós Na Fita e quer apoiar o próximo trabalho de Mimi Johnson, faça através da chave-PIX 51981843185 (Felipe Braga). Desde já agradecemos muito. Web Rádio Nós Na Fita, a número 1 das rádios independentes.
Dando sequência à demontração do material Tudo Que É Pouco Dura Bom, que reuniu Mimi Johnson e Buster Hammton, a Web Rádio Nós Na Fita traz um forró ideliazado por ambos: A Fátima e a Janela. A gravação que foi feita em home estúdio tenta simular a ambiência nordestina que consagrou o gênero e também a malícia da letra completa a malevolência proposta. Se você gosta do trabalho da Web Rádio Nós Na Fita e quer apoiar o próximo trabalho de Mimi Johnson, faça através da chave-PIX 51981843185 (Felipe Braga). Desde já agradecemos muito. Web Rádio Nós Na Fita, a número 1 das rádios independentes.
O Projeto Tudo Que É Pouco Dura Bom reuniu duas das maiores revelações da cena porto-alegrense da música rock: Mimi Johnson e Buster Hammton. A música Carolinah é um canção, que quase, se aproxima de um roockabilly e é baseada nos clássicos de Elvis Presley, Johnny Cash e Muddy Waters. Foi gravada em home estúdio e vale principalmente pelo registro da obra. Se você gosta do trabalho da Web Rádio Nós Na Fita e da banda Mimi Johnson e Os Degenerados e quer apoiar a produção do próximo disco, mande qualquer quantia para a cahev-PIX 51981843185 (Felipe Braga). Web Rádio Nós Na Fita, a número 1 das Rádios Independentes.
O Projeto Tudo Que É Pouco Dura Bom reuniu duas das maiores revelações da cena porto-alegrense da música rock: Mimi Johnson e Buster Hammton. A música Defunto Cantor, ou Rio Gravataí, ou Agora Que Eu Morri é um divisor de águas na construção poética de Mimi Johnson, pois o eu-lírico mensageiro da poesia é um cantor defunto, assim como em Brás Cubas de Macahdo de Assis, que temos um autor defunto. Vale a pena conferir. A gravação foi feita em home estúdio e o ritmo é marcado pela simplicidade de uma caixinha de fósforo. Se você gosta do trabalho da Web Rádio Nós Na Fita e da banda Mimi Johnson e Os Degenerados e quer apoiar a produção do próximo disco, mande qualquer quantia para a cahev-PIX 51981843185 (Felipe Braga). Web Rádio Nós Na Fita, a número 1 das Rádios Independentes.
Outtakes do novo trabalho de Felipe Braga, vocalista da banda "Mimi Johnson e Os Degenerados", gravado e lançado em 2022. Em parceria com um power trio, o material foi gravado no Estúdio Believe em Porto Alegre/RS. Se você gosta do trabalho da Web Rádio Nós Na Fita e da banda Mimi Johnson e Os Degenerados apoie nosso próximo disco com qualquer valor através da chave-PIX 51981843185 (Felipe Braga). Desde já agradecemos muitio. Web Rádio Nós Na Fita, a número 1 das rádios independentes.
Entrevista concedida por Felipe Braga e Leandro Bruce (1°guitarrista de Mimi Johnson e guitarrista do projeto Diabo A Quatro). A entrevista se deu nos estúdios da UCS FM de Vacaria/RS e mostra um pouco do trabalho que inclui as músicas Nessa Vida Um Sonhador e Baiock (Baião com Rock). Se você gosta do trabalho da Web Rádio Nós Na Fita e da banda Mimi Johnson e Os Degenerados e quer contrubuir para a produção do próximo disco apoie através da chave PIX 51981843185 em nome de Felipe Braga. Muito obrigado pelo apoio. Web Rádio Nós Na Fita, a número 1 das rádios independetes.
A música Tereza é de autoria de Felipe Braga em homenagem a sua avó paterna Terezinha dos Santos Braga e foi composta por volta de 2012 e gravada no Estúdio UFO em Capão da Canoa/RS. Tereza, Baião com Rock e Eu Sou Um Lobisomem são do gênero baião e fazem parte de uma tríade musical. Se você gosta do trabalho da Web Rádio Nós Na Fita e das músicas da banda Mimi Johnson e Os Degenerados apoie nosso trabalho através de uma contribuição de qualquer via PIX com a seguinte chave> 51981843185 (Felipe Braga). Web Rádio Nós Na Fita, a número 1 das Rádios Independentes.
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