Um estudo encomendado pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) sobre as obras e serviços de duplicação da BR-470 levanta preocupações em relação a dois importantes pontos: defeitos na pista no trecho já concluído e o ritmo de conclusão da obra.
Segundo o engenheiro Ricardo Saporiti, que realizou o estudo, a despeito das precauções técnicas adotadas para trechos da obra executados sobre subleitos de solos moles, já se observam adensamentos das bases do pavimento nas novas pistas de rolamento nos lotes 1 e 2.