No primeiro e no último dia do ano civil a Igreja concede Indulgência Plenária aos fiéis recordando os benefícios concedidos por Deus a humanidade no tempo e na história. A Igreja não despreza o calendário civil que organiza o itinerário da sociedade e, inclusive nele, faz chegar à vida espiritual que leva o povo a consagrar toda a sua vida ao Senhor.
Para o último dia do ano civil – 31 de dezembro – a Indulgência está voltada a render graças a Deus pelo ano que está por se encerrar. Neste dia a Igreja concede Indulgência parcial aos fiéis que recitarem o hino do Te Deum de forma privada. Para lucrar a Indulgência Plenária, o fiel deve realizar as seguintes disposições: entoar o Te Deum, de forma pública, em ação de graças pelo ano que se encerra somado as condições básicas para lucrar Indulgência Plenária – além da repulsa de todo o afeto a qualquer pecado até venial, requerem-se a execução da obra enriquecida da indulgência e o cumprimento das três condições seguintes: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice.
Para o primeiro dia do ano civil – 1º de janeiro – a Indulgência está voltada a pedir a graça do Espírito Santo para que se possa viver bem, como cristãos, o novo ano que se inicia. Da mesma forma que a indulgência do dia 31, no dia 1º a Igreja concede Indulgência parcial aos fiéis que recitarem o hino do Veni Creator de forma privada. Para lucrar a Indulgência Plenária, o fiel deve realizar as seguintes disposições: entoar o Veni Creator, de forma pública, pedindo o dom do Espírito Santo para o ano que se inicia somado as condições básicas para lucrar Indulgência Plenária – além da repulsa de todo o afeto a qualquer pecado até venial, requerem-se a execução da obra enriquecida da indulgência e o cumprimento das três condições seguintes: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice.