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Após informar que levaria até 30 dias para concluir sua fiscalização do processo eleitoral, o Ministério da Defesa promete entregar já nesta quarta-feira, 9, o relatório com suas conclusões. O prazo encurtado atende as pressões do presidente Jair Bolsonaro, que trocou os holofotes pelos bastidores desde que perdeu a disputa para o petista Luiz Inácio Lula da Silva, no último domingo. Nas poucas declarações que concedeu de lá para cá, o presidente insinua que o dossiê dos militares pode alterar o jogo. “Brevemente teremos as consequências do que está acontecendo”, afirmou ele, na última segunda-feira. "Bolsonaro se recolheu. Sempre foi muito 'palanqueiro' e, agora, sumiu - não está falando, recebendo visitas no Palácio da Alvorada ou usando o 'cercadinho'... e deixou no ar o que está fazendo. Ninguém sabe o que tem no relatório e por trás dele; os militares não anunciaram o resultado no primeiro ou no segundo turno e deixaram para fazê-lo agora, quando vimos os bloqueios das estradas. A expectativa é de que tenha algo dúbio, para jogar dúvidas e dar combustível a quem está na porta do quartel", analisa Eliane.
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By Estadão5
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Após informar que levaria até 30 dias para concluir sua fiscalização do processo eleitoral, o Ministério da Defesa promete entregar já nesta quarta-feira, 9, o relatório com suas conclusões. O prazo encurtado atende as pressões do presidente Jair Bolsonaro, que trocou os holofotes pelos bastidores desde que perdeu a disputa para o petista Luiz Inácio Lula da Silva, no último domingo. Nas poucas declarações que concedeu de lá para cá, o presidente insinua que o dossiê dos militares pode alterar o jogo. “Brevemente teremos as consequências do que está acontecendo”, afirmou ele, na última segunda-feira. "Bolsonaro se recolheu. Sempre foi muito 'palanqueiro' e, agora, sumiu - não está falando, recebendo visitas no Palácio da Alvorada ou usando o 'cercadinho'... e deixou no ar o que está fazendo. Ninguém sabe o que tem no relatório e por trás dele; os militares não anunciaram o resultado no primeiro ou no segundo turno e deixaram para fazê-lo agora, quando vimos os bloqueios das estradas. A expectativa é de que tenha algo dúbio, para jogar dúvidas e dar combustível a quem está na porta do quartel", analisa Eliane.
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