A séculos atrás nos foi negado a identidade, a cultura, a educação, a saúde, a alimentação, e se for enumerar tudo, eu ficaria aqui dias e dias escrevendo. Mesmo com a derrubada de muitos tiranos, o pobre foi criminalizado e jogado no lixo, mas como nosso convidado disse “que bom ser lixo, pois podemos nos reciclar”. E é exatamente isso que ocorre com a cultura periférica, ela se recicla e se refina a cada dia, não como musica clássica, mas através da dor, do amor e do ódio. Sim do ódio! Pois nossos poetas são forjados no caldeirão da vida, cheia de becos, cheios de fitas. No papo de hoje, falaremos e conheceremos um dos nossos notáveis poetas conhecido como Márcio Ricardo. Um cara de varias vertentes, um malabarista das palavras, um pensador do nosso cotidiano. Venha conosco aprender sobre a nossa verdadeira cultura. Uma semente que quer crescer e ser diferente, um ser inimaginável que só quer ser notado. Um verso, uma vida, um sorriso, uma canção. Vale a pena dar a mão, vamos nessa, não se amola, vem conhecer essa linda história.