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O que podemos fazer num cenário de preços da minha cesta de consumo que se elevam? Há atitudes práticas a serem tomadas por cada um de nós? Expandir a renda da família, observar e mudar hábitos de locomoção , geração de energia, compras de alimentos são algumas das possibilidades. Além de reduzir o endividamento.
Seguimos com as escolhas e seu potencial de mudar nossa vida. Podemos escolher cuidar da família, dos outros e confiar no futuro ou abrir mão do presente, guardando em nome das incertezas do futuro. Ambos são caminhos, que precisam além de serem escolhidos de maneira consciente, sabendo as consequências de cada um e sem deixar de buscar um equilíbrio como bem descreve Eduardo Giannetti da Fonseca em seu livro o Valor do Amanhã. Tempo, este nosso artigo de luxo, o mais escasso das nossas cestas, que possamos aproveitá-lo, compartilhando com os que escolhemos, nos doando com o que temos para dar. E que assim, possamos ir construindo o mundo que desejamos, um dia de cada vez, despertos e ousando. Até a próxima!
Provocado pela Ana Letícia que nos acompanha pelo YouTube, é que trouxe o tema que recentemente viu no livro da @maraluquet Infidelidades Financeiras. Juntamos a isso dias recentes postagens, uma pelo @lucianopires trazendo a cena de uma empresa que ao transgredir seus princípios, Segurança em nome do ganho financeiro, sofreu suas consequências. E outra do @marcosmion que trata de uma agência reguladora, que parece transgredir sua razão de existir de mediadora no ambiente saúde humana, dando mais ênfase ao financeiro do que ao sofrimento. Recomendo verem as postagens.
Será que estamos impactando positivamente a humanidade e o planeta? Será que ao observarmos nossos investimentos, atos, escolhas de consumo, estamos conscientes das consequências que geramos? Acumulamos por medo? Confiamos no outro? Um encontro que nos convidou a estas reflexões. Agradeço a @silcarolina , @vanessacanever , @prilamica , @priscastello , @deusemantovani e todos que contribuíram com suas perguntas, percepções e olhares. Até a próxima semana.
Lembra da última vez em que escolheu observar, diminuir, repensar ao invés de atuar, seguir e iniciar? Dar um passo para trás, pode evitar desde um conflito no trânsito, a quebra de uma empresa. Dar a nós mesmos, a possibilidade de refletir e ampliar a consciência, saindo do calor do momento, ampliando nossas perspectivas. Tomaremos as escolhas seguintes, preenchidos de aprendizados, menos impulsivos e com maiores possibilidades de chegar onde desejamos. Que assim seja para que possamos encontrar mais equilíbrio e sustentação nas relações, abrindo mais diálogo. Aproveito para convidar para os atendimentos gratuitos que prestamos um sábado por mês, será neste dia 12/02 o primeiro do ano. Inscrições pelo WhatsApp. Até a semana que vem!
Hoje, provocado pelo amigo @flaviohumbertopretti elaboramos a pergunta que gera desconforto em nós Planejadores Financeiros: como lidar com a mesma renda quando as despesas aumentaram 30%?
Já se imaginou com + de 70 anos? O que observa ao seu redor das pessoas nesta fase da vida? Talvez você esteja nela. Talvez precise da ajuda de alguém e seja tranquilo para você ou MUITO incômodo precisar da ajuda de uma filha aboquem sempre provi.
Como está nosso equilíbrio entre cuidar de nós e dos outros? Tenho aprendido com estes outros? Quais os ideais que me movem? E como a realidade da vida me convoca? @estelalutero generosamente compartilhou seu momento de vida e nos ajudou a refletir em como temos olhado para nós, fortalecendo a capacidade e a coragem de olhar para os outros que muitas vezes, nos revelam. Agradeço as contribuições da @deusemantovani e @terapeutanil . Ficou a sugestão de olharmos para nossas reações entre realizar nosso ideal e nós percebermos na rotina do mundo real. Boa semana!
Inspirado na mensagem de um amigo, que trazia a foto de passarinhos na natureza, olhando para ele dentro da sua casa “gaiola”, trouxe a reflexão, sabemos quais os lugares confortáveis mas aprisionadores em nossas vidas? @vanessacanever trouxe um exemplo seu de transição de uma carreira pública. O que é preciso para abrir mão de algo conhecido, que nutre meus valores como segurança? Uma vontade, um desejo de expandir, podem ser movedores. Mas com o tom da realidade de que toda escolha tem seu preço, vale olharmos para realidade do momento atual, nos perguntar se investimos para mudar ou estamos fugindo, para não darmos de cara com a ilusão mas sim, com outras buscas.
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