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No dia 6 de julho de 2026, a ABBC promoveu mais uma edição do ABBC Talks para discutir o Split Payment no contexto da Reforma Tributária.André Felipe, gerente de Payments do Santander Brasil, e Elenilton Souza, consultor de Negócios PJ do Sicredi, participaram do debate mediado por Marcelo Correa, Cash Management do Banco Original.A conversa começou pelo estágio atual do projeto: o que já está definido para a primeira fase do Split Payment e quais temas ainda deverão ser amadurecidos nas próximas etapas.Ao longo do encontro, os especialistas compartilharam os principais aprendizados da jornada até aqui, os desafios operacionais e de adaptação das instituições financeiras e os marcos que deverão orientar a preparação do mercado até 2026.Considerado um dos pilares da nova estrutura tributária sobre o consumo no Brasil, o Split Payment prevê a segregação automática dos tributos no momento da liquidação da transação, permitindo que os valores destinados ao IBS e à CBS sejam direcionados aos entes arrecadadores.
No dia 6 de maio, a ABBC promoveu um importante debate com especialistas do Banco Mercantil e do Banco Bari sobre Pix e Prevenção a Fraudes.
Rafaela Nogueira, Coordenadora da Comissão de Meios e Arranjos de Pagamentos da ABBC e Public Policy Senior no Nubank, conversou sobre os impactos das mudanças regulatórias, a agenda de supervisão e os caminhos para fortalecer a segurança no ecossistema de pagamentos com os convidados:
Confira agora a gravação completa!
No dia 3 de dezembro, a ABBC promoveu um importante debate com especialistas da Fin e do Sicredi sobre Split Payment.
Felipe Natale, superintendente Jurídico e Legislativo da ABBC, conversou sobre os efeitos operacionais e sistêmicos para bancos e meios de pagamento com os convidados:
Ouça à gravação da live que detalhou sobre os impactos sistêmicos do novo modelo para as instituições financeiras em 2026.
No dia 2 de outubro, a ABBC promoveu um importante debate com especialistas do Banco Central e do BNDES sobre a agenda de sustentabilidade no setor financeiro.Antonio Ferrari, gerente de Risco Socioambiental e Climático do Banco ABC Brasil, conversou sobre os impactos regulatórios e o papel da taxonomia com os convidados:
Ouça à gravação da live que detalhou o panorama das normas em vigor e as expectativas para cumprimento pelas instituições financeiras.
A ABBC – Associação Brasileira de Bancos realizou no dia 29 de agosto um encontro com grandes especialistas do mercado financeiro na 4ª edição do CONECTA ABBC. O debate teve a participação de executivos, representantes de órgãos reguladores, especialistas e líderes do setor, abrangendo inovação, negócios e legislação. Na agenda, estiveram em pauta tendências que redefinem a indústria, como regulação da inteligência artificial, economia tokenizada, Open Finance, Pix, Banking as a Service e os caminhos para novos modelos de crédito. No terceiro painel do evento (sobre a regulação da IA e seus impactos), houve diversas abordagens, especialmente em relação à regulação da inteligência artificial. Na oportunidade, Marino Aguiar, diretor técnico da ABBC e sócio e CTO da XP Inc., realizou a mediação, enquanto Leandro Vilain, CEO da ABBC, Luiz Fernando Marrey Moncau, gerente de Políticas Públicas e Assuntos Governamentais do Google, e Renato Opice Blum, sócio-fundador e chairman do Opice Blum, foram os painelistas.
Vilain começou reforçando que a IA, já tão presente no dia a dia das pessoas, pode ser notadamente observada dentro do sistema bancário, em frentes como o atendimento, a experiência do cliente e a análise de perfil para crédito, incluindo leitura de dados e documentos. Também defendeu a necessidade da regulação da IA, para não haver mau uso e para proteção do consumidor. Porém, falou sobre uma regulação não tão rígida, permitindo espaço para a inovação. Para ele, o equilíbrio é o ponto-chave.
Entre outras questões em debate, Opice Blum aproveitou para defender o uso da inteligência artificial de forma responsável e com governança. Paralelamente, ele foi enfático ao pontuar que diante das mudanças tão rápidas da tecnologia, o que as pessoas e setores fazem e observam hoje, daqui a poucos anos, será muito diferente, considerando o leque de transformações e oportunidades.
Em uma das falas, Moncau comentou a relação da IA e a melhora de outros processos em uma série de setores, além de tecnologia e financeiro. Como exemplo, falou do emprego da IA junto ao setor agrícola, atentando que já existem mecanismos que identificam, por exemplo, locais onde o defensivo agrícola é necessário, poupando gastos ao mesmo tempo que contamina menos os alimentos.
A ABBC – Associação Brasileira de Bancos realizou no dia 29 de agosto um encontro com grandes especialistas do mercado financeiro na 4ª edição do CONECTA ABBC. O debate teve a participação de executivos, representantes de órgãos reguladores, especialistas e líderes do setor, abrangendo inovação, negócios e legislação. Na agenda, estiveram em pauta tendências que redefinem a indústria, como regulação da inteligência artificial, economia tokenizada, Open Finance, Pix, Banking as a Service e os caminhos para novos modelos de crédito. O segundo painel do dia marcou a celebração dos cinco anos do Open Finance no Brasil. Participaram da discussão Ana Carla Abrão Costa, diretora-presidente do Open Finance no Brasil, Marcos Lima Monteiro, conselheiro da ABBC e do Open Finance e vice-presidente de Operações e Controles do Banco Safra, e Breno Lobo, chefe-adjunto de Unidade do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central do Brasil. A mediação foi conduzida por Euricion Murari, diretor de Inovação e Serviços da ABBC. O debate destacou o caráter histórico da iniciativa, lembrando o marco que o Open Finance representou para o compartilhamento de dados bancários no país. Ana Carla Abrão ressaltou que instituições financeiras que ainda não aderiram ao sistema estão em desvantagem competitiva e aproveitou a ocasião para lançar, em nome da Associação Open Finance Brasil, a campanha para promover o conhecimento sobre a ferramenta e conscientizar a população sobre seus benefícios. Breno Lobo trouxe a perspectiva dos clientes finais, destacando avanços em serviços, inovação, acesso a linhas de crédito mais vantajosas e ofertas personalizadas. Em relação aos próximos passos das agendas do Pix e do Open Finance, afirmou que muita coisa está por vir em 2026, incluindo o Pix por aproximação offline e aprimoramentos no próprio sistema. Marcos Monteiro destacou que os maiores benefícios do Open Finance tendem a ser sentidos pelas pessoas físicas, especialmente com serviços mais personalizados e melhorias na concessão de crédito. Ao ser questionado sobre os impactos para pessoas jurídicas, ressaltou que as empresas, em geral, mantêm relacionamento com poucos bancos e enfrentam desafios tanto na aprovação e no custo do crédito quanto na gestão dos fluxos financeiros - pontos em que o Open Finance poderá auxiliar de forma significativa.#CONECTAABBC2025 #ABBC #MercadoFinanceiro #InovacaoFinanceira #TecnologiaFinanceira #RegulacaoFinanceira #OpenFinance
A ABBC – Associação Brasileira de Bancos realizou no dia 29 de agosto um encontro com grandes especialistas do mercado financeiro na 4ª edição do CONECTA ABBC. O debate teve a participação de executivos, representantes de órgãos reguladores, especialistas e líderes do setor, abrangendo inovação, negócios e legislação. Na agenda, estiveram em pauta tendências que redefinem a indústria, como regulação da inteligência artificial, economia tokenizada, Open Finance, Pix, Banking as a Service e os caminhos para novos modelos de crédito. No primeiro painel, Drex e a economia tokenizada, Glauber Ferreira, diretor técnico da ABBC e diretor de Risco e Controladoria do Banco BRP conversou com André Carneiro, CEO da BBChain, Daniel Maeda, superintendente jurídico da B3, e Fabio Araujo, coordenador do Drex e consultor do Departamento de Operações Bancárias e de Sistemas de Pagamentos do Banco Central, destacaram as fases de desenvolvimento do Drex e da economia tokenizada no Brasil.Ferreira explicou que o mercado tem encarado todo esse processo como um grande aprendizado nos últimos anos. Araujo concordou, reforçando que o processo de inovação do mercado financeiro está caminhando para que a população também enxergue valor na economia tokenizada como, por exemplo, oportunidades melhores de investimentos e acesso a novos produtos e serviços. Maeda relembrou que o mercado de criptomoedas já está bem maduro no Brasil, inclusive com fundos listados, mas as stablecoins e a tokenização ainda são um desafio. No entanto, segundo ele, trata-se de uma oportunidade positiva, porque propõem um olhar com alto potencial disruptivo para o país.Já Carneiro aproveitou a oportunidade para destacar a importância dos testes do Drex, especialmente por meio do Consórcio ABBC – formado por 16 participantes, entre eles bancos que são concorrentes, mas se uniram em torno do propósito de inovar. Ferreira reforçou que, dentro do grupo, há um anseio dos participantes em buscar soluções que promovam maior inclusão financeira no Brasil.#CONECTAABBC2025 #ABBC #MercadoFinanceiro #InovacaoFinanceira #TecnologiaFinanceira #RegulacaoFinanceira
Nosso painel 5 do primeiro dia de CONECTA ABBC 2025 foi “O futuro na modelagem de crédito”. O evento é uma realização da ABBC – Associação Brasileira de Bancos e aconteceu no dia 28 de agosto.Durante o painel, os convidados discutiram as tendências e inovações na modelagem de crédito, compartilharam experiências práticas de suas instituições e destacaram os principais desafios e oportunidades relacionados ao uso de dados e inteligência artificial no setor financeiro.O debate contou com a presença dos especialistas:
Carlos Eduardo Mello destacou a relevância de dados comportamentais e de personalidade, além dos tradicionais fornecidos pelos birôs, para aprimorar a modelagem de crédito. Ressaltou o uso de machine learning e testes contínuos de modelos, com ajustes finos para aumentar a acurácia e a relevância estatística, citando casos de análises psicológicas de clientes que possibilitaram a aprovação de crédito mantendo a inadimplência dentro do esperado. Mello também abordou o papel da IA generativa no ciclo de cobrança, proporcionando propostas de valor personalizadas, e enfatizou que mais importante do que a técnica aplicada é compreender quais dados tratar, onde aplicar os modelos e como implementá-los de forma ágil.Marina Gontijo trouxe à tona os desafios e oportunidades do open finance e da IA generativa, destacando que o cliente deve ser o principal beneficiário, com controle e transparência sobre seus dados. Ela ressaltou os riscos relacionados a compliance, aspectos legais e reputação, apontando a necessidade de governança robusta e políticas claras para monitoramento de vieses e resultados. Segundo Marina, os avanços mais significativos na modelagem de crédito dependem mais da qualidade e da quantidade de dados do que da técnica utilizada, reforçando a importância de testar e adaptar continuamente os modelos conforme seu uso.
Nosso painel 4 do primeiro dia de CONECTA ABBC 2025 foi “Tecnologia aliada à Educação Financeira”. O evento é uma realização da ABBC – Associação Brasileira de Bancos e aconteceu no dia 28 de agosto.Durante o painel, os convidados discutiram como a tecnologia pode apoiar a educação financeira, compartilharam experiências de iniciativas inovadoras em suas instituições e destacaram estratégias para melhorar a saúde financeira das pessoas.O debate contou com a presença dos especialistas:
Na introdução, Frazatto ressaltou como a agenda de educação financeira se conecta às agendas BC# e BC+, promovendo inclusão, competitividade, sustentabilidade e transparência, além de destacar o papel econômico e social das instituições financeiras na orientação das famílias e demais agentes econômicos na gestão de seu endividamento e patrimônio.Barboza destacou que evidências acadêmicas indicam que iniciativas de educação financeira aumentam o conhecimento das pessoas, permitindo decisões mais conscientes no dia a dia, desde escolhas de consumo até decisões de investimento. Ele mencionou experimentos realizados nos últimos 15 anos, mostrando que maior conhecimento financeiro contribui para a redução do endividamento e do impacto de juros e tarifas. Barboza também compartilhou exemplos do Nubank, que integra a educação financeira em seus produtos, como alertas de gastos com cheque especial usando dados do Open Finance, e mencionou experiências internacionais que indicam redução de até 30% no uso do cheque especial após mensagens educativas aos correntistas.Moraes ressaltou que o bem-estar financeiro está ligado ao cooperativismo e ao propósito do Sicredi de construir uma sociedade mais próspera. Ele destacou que, em 2023, o Sicredi foi reconhecido como a instituição financeira que mais realizou ações na Semana Nacional de Educação Financeira e, somente no primeiro semestre de 2025, impactou mais de 48 milhões de pessoas em todo o Brasil por meio das cooperativas. Moraes também comentou sobre o uso de dados dos associados para estimular comportamentos financeiros mais conscientes e sustentáveis.Os participantes discutiram ainda outras vertentes, incluindo tecnologias recentes para auxiliar no controle de gastos, como notificações sobre transações, promovendo hábitos financeiros mais saudáveis.
Nosso painel 3 do primeiro dia de CONECTA ABBC 2025 foi “Impactos das novas tecnologias de dados”. O evento é uma realização da ABBC – Associação Brasileira de Bancos que aconteceu no dia 28 de agosto. Durante o painel, os convidados discutiram a evolução e o panorama da disciplina de dados no mercado financeiro, compartilharam casos interessantes de novas tecnologias em suas empresas e passaram algumas dicas para quem deseja ter sucesso com dados. O debate contou com a presença dos especialistas:
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