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Leitura da introdução à Carta a Diogneto, do livro "Patrística: Padres Apostólicos", Volume 1.
"Durante muitos e longos séculos, um elegante manuscrito composto em grego permaneceu ignorado no mais abissal dos silêncios. O texto, de origens até hoje misteriosas, só foi encontrado, e por acaso, no longínquo ano de 1436, em Constantinopla, junto com vários outros manuscritos endereçados a um certo “Diogneto”.
Se não há certeza sobre o seu autor, sabe-se que o destinatário do escrito era um pagão culto, interessado em saber mais sobre o cristianismo, aquela nova religião que se espalhava com força e vigor pelo Império Romano e que chamava a atenção do mundo pela coragem com que os seus seguidores enfrentavam os suplícios de uma vida de perseguições e pelo amor intenso com que amavam a Deus e uns aos outros.
O documento que passou para a posteridade como “a Carta a Diogneto” descreve quem eram e como viviam os cristãos dos primeiros séculos. Trata-se, para grande parte dos estudiosos, da “joia mais preciosa da literatura cristã primitiva”.
Fonte: https://pt.aleteia.org/2018/12/28/carta-a-diogneto-documento-que-descreve-quem-eram-e-viviam-os-cristaos-dos-primeiros-seculos/
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Fala, Chico! é um podcast dedicado à leitura de cartas, encíclicas, exortações, homilias e ensinamentos do Papa Francisco e da Igreja, produzido, editado e apresentado por Eugênio Telles.
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Sentar-se quieto e permanecer imóvel é, na verdade, o primeiro obstáculo na disciplina da meditação. Estamos tão acostumados a nos manter constantemente em movimento, fazendo coisas e reagindo a estímulos externos, que sentar-se quieto e nada fazer poderá parecer uma tarefa assustadora e incomum.
A inquietude está em nossa genética: nossos ancestrais foram todos eles membros de tribos nômades. Um bebê é um belo exemplo disto: toda mãe, pai ou responsável sabe que um bebê agitado se aquietará com o movimento, seja o do balanço do berço, o de ser carregado no colo andando, ou mesmo o de ser levado a passear no carrinho. Ao tentarmos sentar quietos e permanecer imóveis, estamos indo contra essa natureza. Permitir que o nosso corpo se aquiete, dando-lhe permissão de nada fazer, é o primeiro passo para nos contrapormos a essa tendência à inquietude.
Só a perseverança nessa atitude reduz a necessidade que sentimos de nos mover e agir, e nos permite tomar consciência das vantagens da quietude e do silêncio. Os Padres e Madres do Deserto, em cujos ensinamentos a meditação cristã se baseia, ressaltavam a importância de permanecer em um lugar:
“Um irmão da colônia monástica de Cétia no Egito, foi pedir uma palavra ao Abba Moisés, e o velho homem disse-lhe, ‘Vá e sente-se em sua cela, e sua cela lhe ensinará tudo’.”
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Texto completo em: https://falachicopodcast.com.br/fc-175-meditacao-5-a-pratica
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A meditação é uma disciplina espiritual, universal e central na maioria das Religiões e Tradições de Sabedoria do mundo. Há muitas formas diferentes de meditação nessas diversas tradições, todas igualmente válidas à sua própria maneira. Em todas, a ênfase está mais na prática e na experiência da meditação do que no seu conhecimento e teoria.
No cristianismo, ela é também uma disciplina autêntica, embora algumas vezes pareça que esse é o segredo mais bem guardado do mundo. Como Laurence Freeman sempre enfatiza, Jesus ensinava a contemplação e este é o motivo pelo qual ela floresceu no século IV, particularmente entre os Padres e Madres do Deserto no Egito e na Palestina, que baseavam suas vidas no exemplo de Jesus. João Cassiano compilou seus ensinamentos em seu livro “Conferências”. Foi nesses escritos que John Main OSB, um monge beneditino, redescobriu essa tradição para o nosso tempo, e a abriu para todas as pessoas, chamando-a de Meditação Cristã. Não é apenas o modo de orar dos Padres e Madres do Deserto, mas também o de outros incontáveis místicos cristãos através dos tempos, até nossos dias. É, também, uma maneira de orar estabelecida muito antes da Reforma, e antes mesmo da separação entre o Catolicismo Romano e o Cristianismo Ortodoxo Oriental. É, portanto, uma bonita e ecumênica forma de orar em conjunto.
Não devemos esquecer que todas as formas de oração são válidas. Nas palavras de Laurence Freeman: “A meditação é a dimensão que falta em grande parte da vida cristã de hoje. Ela não exclui os outros tipos de oração e, na verdade, aprofunda nossa reverência aos sacramentos e escrituras.” Ele explica a conexão entre todas as diferentes formas de oração pela imagem de uma
“A finalidade de uma roda é mover um carro. A oração é a roda que move nossa vida espiritual em direção a Deus. Para girar, a roda deve estar em contato com o chão. Se a roda não toca o chão, ela não movimenta o carro, vai apenas girar em falso. Assim deve existir um tempo e lugar reais em nossa vida diária para dedicarmos à oração.
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Texto completo em: https://falachicopodcast.com.br/fc-174-meditacao-4-a-universalidade-da-meditacao
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Leitura da catequese nº 12 do Papa Francisco sobre São José, Padroeiro da Igreja universal.
Texto completo em: https://falachicopodcast.com.br/fc-173-sao-jose-padroeiro-da-igreja-universal-catequese-12
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Hoje é comum, é de todos os dias, criticar a Igreja, apontando as suas incoerências – há muitas – apontando os seus pecados, que na realidade são as nossas incoerências, os nossos pecados, pois a Igreja sempre foi um povo de pecadores que encontra a misericórdia de Deus. Perguntemo-nos se, no fundo do coração, amamos a Igreja tal como é. Povo de Deus a caminho, com muitos limites, mas com tanta vontade de servir e amar a Deus. De facto, só o amor nos torna capazes de falar plenamente a verdade, de uma forma não partidária; de dizer o que está errado, mas também de reconhecer toda a bondade e santidade que estão presentes na Igreja, começando precisamente por Jesus e Maria. Amar a Igreja, guardar a Igreja e caminhar com a Igreja. Mas a Igreja não é aquele grupinho que está próximo do sacerdote e manda em todos, não. A Igreja somos todos, todos. A caminho. Guardar-nos uns aos outros, guardar-nos reciprocamente. É uma boa pergunta esta: eu, quando tenho um problema com alguém, procuro guardá-lo ou condeno-o imediatamente, falo mal dele, destruo-o? Devemos guardar, guardar sempre!
Estimados irmãos e irmãs, encorajo-vos a pedir a intercessão de São José precisamente nos momentos mais difíceis da vossa vida e das vossas comunidades. Onde os nossos erros se tornam um escândalo, peçamos a São José que nos dê coragem para dizer a verdade, para pedir perdão e recomeçar humildemente. Onde a perseguição impede que o Evangelho seja proclamado, peçamos a São José a força e a paciência para suportar abusos e sofrimentos por amor ao Evangelho. Onde quer que os meios materiais e humanos sejam escassos e nos façam experimentar a pobreza, especialmente quando somos chamados a servir os últimos, os indefesos, os órfãos, os doentes, os descartados da sociedade, rezemos a São José para que seja Providência para nós. Quantos santos se dirigiram a ele! Quantas pessoas na história da Igreja encontraram nele um padroeiro, um guarda, um pai!
Imitemos o seu exemplo e por esta razão, todos juntos, rezemos hoje; rezemos a São José com a oração que conclui a Carta Patris corde, confiando-lhe as nossas intenções e, de uma forma especial, a Igreja que sofre e está na provação. E agora, tendes nas mãos em diversas línguas, penso quatro, a oração, e acho que aparecerá também no ecrã, assim juntos, cada um na própria língua, podemos rezar a São José.
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Leitura da catequese nº 11 do Papa Francisco sobre São José, padroeiro da boa morte.
Texto completo em: https://falachicopodcast.com.br/fc-172-sao-jose-padroeiro-da-boa-morte-catequese-11
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A verdadeira luz que ilumina o mistério da morte provém da ressurreição de Cristo. Eis a luz. E São Paulo escreve: «Ora, se se prega que Jesus ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns de vós que não há ressurreição de mortos? Se não há ressurreição de mortos, nem Cristo ressuscitou. Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé (1 Cor 15, 12-14). Há uma certeza: Cristo ressuscitou, Cristo ressurgiu, Cristo está vivo no meio de nós. E esta é a luz que nos espera por detrás da porta obscura da morte.
Prezados irmãos e irmãs, é apenas através da fé na ressurreição que podemos olhar para o abismo da morte sem nos deixarmos dominar pelo medo. Não só: mas também podemos atribuir à morte um papel positivo. De facto, pensar na morte, iluminada pelo mistério de Cristo, ajuda-nos a olhar para toda a vida com olhos novos. Nunca vi atrás de um carro fúnebre uma carrinha de mudanças! Atrás de um carro fúnebre: nunca vi. Iremos sozinhos, sem nada nos bolsos da mortalha: nada. Pois a mortalha não tem bolsos. Esta solidão da morte: é verdade, nunca vi atrás de um carro fúnebre uma carrinha de mudanças. Não tem sentido acumular se um dia morreremos. O que precisamos de acumular é caridade, a capacidade de partilhar, a capacidade de não ficar indiferentes às necessidades dos demais. Ou, de que serve discutir com um irmão, uma irmã, um amigo, um membro da família, ou um irmão ou irmã na fé, se um dia morreremos? De que serve enraivecer-se, zangar-se com os outros? Perante a morte, tantas questões são redimensionadas. É bom morrer reconciliado, sem deixar ressentimentos e sem arrependimentos! Gostaria de dizer uma verdade: todos nós estamos a caminho rumo àquela porta, todos.
O Evangelho diz-nos que a morte vem como um ladrão, assim diz Jesus: chega como um ladrão, e por muito que procuremos manter a sua chegada sob controlo, talvez mesmo planeando a própria morte, ela continua a ser um acontecimento com o qual temos de nos confrontar e perante o qual também temos de fazer escolhas.
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Leitura da catequese nº 10 do Papa Francisco sobre São José: São José e a comunhão dos santos.
Texto completo em: https://falachicopodcast.com.br/fc-171-sao-jose-e-a-comunhao-dos-santos-catequese-10
"(...) Às vezes até o cristianismo pode cair em formas de devoção que parecem refletir uma mentalidade que é mais pagã do que cristã. A diferença fundamental é que a nossa oração e a nossa devoção de povo fiel não se baseia, naqueles casos, na confiança num ser humano ou numa imagem ou num objeto, mesmo quando sabemos que eles são sagrados. O profeta Jeremias lembra-nos: «Maldito o homem que confia noutro homem [...] Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor» (17, 5-7). Até quando confiamos plenamente na intercessão de um santo, ou ainda mais na Virgem Maria, a nossa confiança só tem valor em relação a Cristo. Como se o caminho para este santo ou para Nossa Senhora não acabasse ali: não! Chega ali, mas em relação a Cristo. Cristo é o vínculo que nos une a Ele e entre nós, e tem um nome específico: este vínculo que nos une a todos, entre nós e com Cristo, é a “comunhão dos santos”. Não são os santos que fazem milagres, não! “Este santo é muito milagroso...”: não, observai: os santos não realizam milagres, mas é apenas a graça de Deus que atua através deles. Os milagres foram realizados por Deus, pela graça de Deus que age por intermédio de uma pessoa santa, uma pessoa justa. É preciso esclarecer isto. Há pessoas que dizem: “Não creio em Deus, mas creio neste santo”. Não, está errado! O santo é um intercessor, alguém que reza por nós e nós rezamos a ele, e ora por nós e o Senhor concede-nos a graça: o Senhor age através do santo. O que é, então, a “comunhão dos santos”? O Catecismo da Igreja Católica afirma: «A comunhão dos santos é precisamente a Igreja» (n. 946). Mas, que bonita definição! “A comunhão dos santos é precisamente a Igreja”. O que significa isto? Que a Igreja é reservada aos perfeitos? Não! Isto significa que é a comunidade dos pecadores salvos. A Igreja é a comunidade dos pecadores salvos. Como é bela esta definição! Ninguém pode excluir-se da Igreja, todos somos pecadores salvos. A nossa santidade é o fruto do amor de Deus manifestado em Cristo, que nos santifica amando-nos na nossa miséria e salvando-nos dela. Graças a Ele formamos sempre um só corpo, diz São Paulo, no qual Jesus é a Cabeça e nós os membros (cf. 1 Cor 12, 12). Esta imagem do corpo de Cristo, a imagem do corpo, faz-nos compreender imediatamente o que significa estar ligados uns aos outros em comunhão: «Se um membro sofre – escreve São Paulo – todos os membros padecem com ele; e se um membro é tratado com carinho, todos os outros se congratulam por ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, por sua vez, é um dos seus membros» (1 Cor 12, 26-27). Paulo diz isto: somos todos um só corpo, todos unidos pela fé, pelo batismo, todos em comunhão: unidos em comunhão com Jesus Cristo. E esta é a comunhão dos santos. (...)"
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Leitura da catequese nº 7 do Papa Francisco sobre São José: São José o carpinteiro.
Texto completo em: https://falachicopodcast.com.br/fc-168-sao-jose-o-carpinteiro-catequese-7
"(...)
Não se tem suficientemente em conta o facto de o trabalho ser uma componente essencial da vida humana, e também do caminho da santificação. O trabalho não é apenas um meio de ganhar a vida: é também um lugar onde nos expressamos, nos sentimos úteis e aprendemos a grande lição da realidade, o que ajuda a vida espiritual a não se tornar espiritualismo. Infelizmente, porém, o trabalho com frequência é refém da injustiça social e, em vez de ser um meio de humanização, torna-se uma periferia existencial. Muitas vezes pergunto-me: com que espírito fazemos o nosso trabalho diário? Como lidamos com a fadiga? Vemos a nossa atividade ligada apenas ao nosso destino ou também ao destino dos outros? Com efeito, o trabalho é um modo de expressar a nossa personalidade, que é relacional por natureza. O trabalho é inclusive um modo para exprimir a nossa criatividade: cada um desempenha o trabalho à sua maneira, com o próprio estilo; o mesmo trabalho mas com estilo diverso.
É bom pensar que o próprio Jesus trabalhou e aprendeu esta arte com São José. Hoje devemos perguntar-nos o que podemos fazer para recuperar o valor do trabalho; e que contribuição podemos, como Igreja, oferecer para que ele possa ser resgatado da lógica do mero lucro e possa ser experimentado como direito e dever fundamental da pessoa, que exprime e incrementa a sua dignidade.
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O ímpeto para começar a meditar, frequentemente, é o momento em que somos confrontados com algo fora do comum, algo que nos sacode de nossa percepção cotidiana da realidade. Pode ser um momento de crise, ou um evento de grandes proporções em qualquer estágio de nossa vida, quando a realidade, aparentemente segura e imutável em que vivemos, é virada de cabeça para baixo: somos rejeitados por um indivíduo ou por um grupo; encontramos o fracasso, perda de autoestima; perdemos um emprego valorizado, ou nossa saúde de repente nos falta. O resultado pode ser uma recusa em aceitar a mudança, uma descida na negatividade, na desconfiança e no desespero. Ou, por outro lado, se confrontados com o fato de que nossa realidade não é tão imutável quanto a considerávamos, podemos encarar o desafio de mudar a nossa maneira de olhar para nós mesmos, nossa estrutura habitual, nossas opiniões e valores.
Às vezes, pode ser um momento de beleza única que nos faz compreender que existe mais do que aquilo que os olhos enxergam. Bede Griffiths, o sábio mestre beneditino, falava de como a sua consciência da verdadeira Realidade não surgiu de uma crise, mas da contemplação da Natureza. Em “The Golden String” ele relata como foi levado pela beleza de um canto de pássaro, e de um espinheiro-alvar em flor, a um profundo sentimento de assombro diante da visão do pôr do sol, enquanto uma cotovia “derramava sua canção”. Ele sentiu que “tomava consciência de um outro mundo de beleza e mistério” e, especialmente à noite, sentiu em muitas outras ocasiões, também a “presença de um insondável mistério”.
Nem sempre esse momento é tão dramático; a percepção varia enormemente de pessoa para pessoa, de momento para momento. Alguns de nós podem ter tido um momento de “transcendência”, a consciência de uma realidade diferente, uma libertação da prisão do “ego”, enquanto escutava música, poesia ou estava absorto numa obra de arte. Outros podem nunca ter estado conscientes de um real momento de epifania e, contudo, em algum nível, podem ter estado sempre cônscios da existência de uma realidade superior e estarem, sem sabê-lo, tornando-se gradualmente mais sintonizados com essa realidade. Bem no início da meditação, nós frequentemente tocamos a experiência de uma paz verdadeira e mesmo de uma alegria que fervilha. Momentos como esses, em que somos libertados da nossa auto preocupação, são dádivas Divinas.
Em todo caso, esse vislumbre não é o fim, mas o início: um ímpeto para crescer. O anseio para saber mais sobre essa realidade intuída torna-se mais forte, e nós procuramos pessoas que possam nos ajudar a abordá-la. Nesse ponto, frequentemente descobrimos a meditação, de uma forma ou de outra. É o início do trabalho de esclarecer e integrar a experiência, e assim permitir a escalada para uma consciência espiritual, autenticidade pessoal e uma Verdade transpessoal.
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Comunidade Mundial para a Meditação Cristã: https://www.wccm.com.br/
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Fonte: https://falachicopodcast.com.br/fc-167-meditacao-3-por-que-comecamos-a-meditar
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