Apesar do papel crucial na organização social e na economia do país, as trabalhadoras domésticas ainda enfrentam uma significativa desvalorização. Em 2022, por exemplo, apenas 24,5% tinham carteira assinada e somente 36% contribuíam para a previdência social. Estes dados fazem parte de um estudo feito pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com a Federação Internacional das Trabalhadoras Domésticas (FITH) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).