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O que acontece no cérebro de uma pessoa com Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA)? Esta perturbação afeta apenas as crianças ou pode persistir até à idade adulta? Quais são os sintomas mais frequentes e as opções de tratamento disponíveis?
Para responder a estas questões, conversámos com a Sofia Morais, psiquiatra no Centro de Responsabilidade Integrado de Psiquiatria da ULS Coimbra, que nos ajudou a compreender a PHDA do ponto de vista clínico e neurocientífico.
Contamos ainda com o testemunho da Patrícia Rebelo, que partilhou a sua experiência pessoal e o impacto de ter recebido o diagnóstico de PHDA apenas na idade adulta.
O provérbio diz que ‘burro velho não aprende línguas’, mas será que é verdade? O que acontece no nosso cérebro à medida que envelhecemos? Vamos perdendo neurónios e sinapses? O que difere no envelhecimento normal e nas doenças neurodegenerativas, como é o caso da doença de Alzheimer?
Para esclarecer estas questões, estivemos à conversa com o Rui Araújo, neurologista e vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Neurologia, que nos deu a sua perspetiva clínica sobre o envelhecimento do cérebro.
Contámos também com a participação da Luísa Lopes, neurocientista e coordenadora de um grupo de investigação no Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular, que nos deu a conhecer as descobertas mais recentes nesta área e os mistérios que ainda faltam desvendar sobre o envelhecimento do cérebro.
Diz-se que o cérebro dos bebés funciona como uma esponja. Será mesmo assim? Afinal, o que acontece no cérebro durante os primeiros anos de vida? E ainda antes disso — durante a gravidez? Quais são as fases mais marcantes do desenvolvimento cerebral e em que momento o cérebro atinge a sua maturidade?
Para esclarecer estas questões, estivemos à conversa com a Andreia Leitão, pediatra especializada em neurodesenvolvimento no PIN (Partners in Neuroscience), que nos guiou pelas principais etapas do desenvolvimento do cérebro e pelos sinais de alerta para possíveis perturbações de neurodesenvolvimento.
Contámos também com a participação de Catarina Gomes, investigadora no CIBIT (Coimbra Institute for Biomedical Imaging and Translational Research), que nos deu a conhecer as descobertas mais recentes nesta área e os mistérios que ainda faltam desvendar sobre o desenvolvimento do cérebro.
Todos nós vivemos muito ligados às tecnologias, que podem ter um impacto positivo na nossa vida. No entanto, a sua utilização pode levar a vícios, como é o caso dos videojogos e apostas online. O que é que se passa no nosso cérebro quando fazemos estas atividades? E porque é que temos tanta vontade de repeti-las? Como é que podemos perceber se já estamos de facto dependentes? E o que devemos fazer nesses casos?
Para responder a todas estas perguntas, convidamos o João Faria, psicólogo clínico e coordenador do Núcleo do PIN (Partners in Neuroscience) ligado à intervenção no uso da internet e telecomunicações. Contamos também com o testemunho do Diogo, que desenvolveu um vício pelos videojogos e percebeu que a ajuda psicológica era essencial para resolver este problema.
Todos já ouvimos falar do Acidente Vascular Cerebral ou AVC, mas será que conseguimos identificar os sinais? O que acontece no cérebro e como se pode recuperar de um AVC?
Para responder a estas questões, convidamos a Diana Aguiar de Sousa neurologista no Hospital de São José em Lisboa, especializada em doenças cerebrovasculares. Falamos também com a Liliana Cerqueira, que partilhou a sua experiência e com a Vera Bonvalot, diretora Executiva da Associação Novamente, que apoia pessoas que sofreram Dano Cerebral Adquirido, incluindo AVCs.
Vivemos numa sociedade de consumo. Será que as neurociências podem ser úteis para percebermos os nossos comportamentos como consumidores? Ao entendermos como é que o nosso cérebro responde a certos estímulos, conseguimos criar campanhas, marcas e produtos melhores?
Para responder a estas questões, convidamos dois especialistas nesta área: a Nathalie Lorencini (biomédica e especialista em Neurociências do Consumo) e o Billy Nascimento (doutorado em Neurofisiologia e co-fundador da empresa Forebrain, na qual aplica métodos de neuromarketing).
Os psicadélicos já são usados há milhares de anos devido à sua capacidade de alterar o conteúdo da consciência. Mais recentemente, tem surgido muito interesse no potencial terapêutico das substâncias psicadélicas para vários problemas de saúde mental, como a depressão. Mas afinal como é que os psicadélicos atuam no cérebro? E como funciona o tratamento com psicadélicos em combinação com a psicoterapia? Como podemos explicar os seus efeitos na depressão resistente?
Para discutir estas questões, estivemos à conversa com o Pedro Castro Rodrigues, que é médico psiquiatra no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, investigador associado no Imperial College London e membro da direção da Sociedade Portuguesa de Aplicação Clínica de Psicadélicos (SPACE). Contamos também com o testemunho de alguém que fez um tratamento com cetamina em combinação com psicoterapia para a depressão.
A visão é o nosso sentido mais dominante. Mas como é que a informação recebida pelos nossos olhos é transmitida para o cérebro? Será que existem neurónios no olho? E o que é que acontece em doenças que afetam a visão, como o glaucoma?
Para discutir todas estas questões, convidamos a Raquel Santiago, docente e investigadora na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e no Instituto de Investigação Clínica e Biomédica de Coimbra (iCBR). Além disso, tivemos o contributo do oftalmologista João Pedro Marques, que nos deu alguns conselhos para cuidarmos melhor da visão.
O que é que acontece no nosso cérebro quando estamos a aprender algo? Que estratégias se podem usar para aprender de forma mais eficaz? Será que podem ser aplicadas nas escolas? Para discutir todas estas questões, convidamos a Joana Rato, psicóloga da educação e especialista na área da neurociência educacional na Universidade Católica. Além disso, partilhamos o testemunho da Luísa Teixeira, professora do 1º ciclo, que decidiu aprender mais sobre neurociências para melhorar o seu método de ensino.
Tendemos a achar que o nosso cérebro é único e que isso nos torna de certa forma ‘superiores’ às outras espécies. Mas afinal de que forma é que o nosso cérebro se distingue dos outros?
Para responder a estas perguntas, temos connosco a Suzana Herculano-Houzel: neurocientista (especialista em neuroanatomia comparada), comunicadora de ciência, investigadora, escritora e Professora na Universidade Vanderbilt, nos EUA.
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