Milhares de refugiados, que ficaram sem teto após o incêndio no campo de Moria, manifestaram-se pelo segundo dia consecutivo, na área onde estão a ser instaladas acomodações temporárias. Há relatos de que a polícia terá lançado gás lacrimogéneo sobre os migrantes em protesto, que dormem ao relento há duas ou três noites, arranjando cobertores para se abrigarem do frio. Os refugiados estão a ser controlados por um cordão policial que cerca toda a área e as estradas de acesso à capital da ilha, Mitilene.