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Depois de ser vítima de racismo no ano passado, a jovem Fatou Ndiaye, filha de senegaleses, mostrou-se forte e passou da defesa ao ataque. É hoje influencer nas redes sociais, colunista na Folha de S. Paulo e encontrou uma forma de combater a discriminação pela raiz.
Aos 16 anos, decidiu divulgar a história e as belezas contemporâneas do continente dos pais, a África, Criou e está à frente da Afrika Academy, uma empresa que terá cursos de história, geopolítica e cultura africana no geral, além de prestar consultoria a empresas e atuar nas escolas, revisando material didático e capacitando professores sobre o tema.
Nessa entrevista à coluna, Fatou fala da desinformação e dos mitos que os brasileiros sustentam sobre um dos berços da nossa nacionalidade. “Entender a história da África é entender como a gente se organiza como civilização, como a sociedade se organiza”, diz ela. “Além disso,conseguimosentender várias questões sociais que assolam o Brasil”.
By Outro MundoDepois de ser vítima de racismo no ano passado, a jovem Fatou Ndiaye, filha de senegaleses, mostrou-se forte e passou da defesa ao ataque. É hoje influencer nas redes sociais, colunista na Folha de S. Paulo e encontrou uma forma de combater a discriminação pela raiz.
Aos 16 anos, decidiu divulgar a história e as belezas contemporâneas do continente dos pais, a África, Criou e está à frente da Afrika Academy, uma empresa que terá cursos de história, geopolítica e cultura africana no geral, além de prestar consultoria a empresas e atuar nas escolas, revisando material didático e capacitando professores sobre o tema.
Nessa entrevista à coluna, Fatou fala da desinformação e dos mitos que os brasileiros sustentam sobre um dos berços da nossa nacionalidade. “Entender a história da África é entender como a gente se organiza como civilização, como a sociedade se organiza”, diz ela. “Além disso,conseguimosentender várias questões sociais que assolam o Brasil”.