Aos 38 anos, João Horta Belo, investigador júnior do Instituto de Física dos Materiais Avançados, Nanotecnologia e Fotónica da Universidade do Porto (IFIMUP) na Faculdade de Ciências (FCUP), lidera um projeto internacional de grande envergadura financiado em 3,7 milhões de euros. O objetivo? Salvar vacinas através de um refrigerador mais eficiente e com menores custos. Tudo graças ao poder do magnetismo: atraiu o interesse deste jovem físico e atrai materiais magnetocalóricos que, por ação da aplicação e remoção de um campo magnético, fazem aquecer e arrefecer um material, de forma mais amiga do ambiente.
FCUP lidera projeto europeu para evitar desperdício de vacinas