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Fechado em casa de mente
As velhas cortinas das janelas estreitas pouca luz deixam entrar e, se por algum motivo procuraria encontrar-te, sei que mal me verias nesta escuridão a que confinei-me nestes últimos meses, preso à escrita, preso ao alimento da minha alma que é dedicar-te em pleno o meu amor, a minha admiração a ti doce criatura...
Texto escrito a duas mãos por João Dordio e Carlota Marques Canha in "Duetos Dordianos Alma a duas mãos", In-Finita, 2020 ©Todos os Direitos de Autor reservados nos termos da Lei 50/2004, de 24 de agosto
By Carlota Marques CanhaFechado em casa de mente
As velhas cortinas das janelas estreitas pouca luz deixam entrar e, se por algum motivo procuraria encontrar-te, sei que mal me verias nesta escuridão a que confinei-me nestes últimos meses, preso à escrita, preso ao alimento da minha alma que é dedicar-te em pleno o meu amor, a minha admiração a ti doce criatura...
Texto escrito a duas mãos por João Dordio e Carlota Marques Canha in "Duetos Dordianos Alma a duas mãos", In-Finita, 2020 ©Todos os Direitos de Autor reservados nos termos da Lei 50/2004, de 24 de agosto