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Alô, alô! Neste episódio especial do Filosofia Pop, conversamos com Luiz Costa Lima sobre sua amizade com Paulo Freire e sua participação em uma experiência de educação interrompida pelo golpe de 1964. Entre lembranças e reflexões sobre cultura e aprendizagem, Costa Lima também manifesta sua preocupação com o presente e seu apoio a Lula. Uma conversa breve sobre memória, educação e os desafios da democracia brasileira. Vamos ouvir!
Luiz Costa Lima é um dos principais críticos e teóricos da literatura no Brasil. Nascido no Recife, em 1937, é professor emérito da PUC-Rio e autor de uma extensa obra sobre literatura, história e imaginação.
Um dos eixos de seu pensamento é a mímesis: como a literatura reelabora a realidade e produz novas formas de compreendê-la. Também investiga o controle do imaginário, isto é, os mecanismos pelos quais sociedades e instituições limitam a criação e a ficção.
Entre seus livros estão Mímesis e modernidade, O controle do imaginário e História. Ficção. Literatura. No início dos anos 1960, colaborou com Paulo Freire na formação de educadores no Recife, experiência que ele relembra neste episódio do Filosofia Pop.
Reumo: Neste episódio especial do Filosofia Pop, Luiz Costa Lima relembra sua amizade com Paulo Freire e sua participação na formação de educadores no Recife, antes do golpe de 1964. Ao recordar aquela experiência, destaca uma educação fundada na palavra e na aprendizagem compartilhada, distinguindo cultura para as grandes populações de cultura de massa. Na conversa com Marcos Carvalho Lopes, o crítico literário também manifesta preocupação com o cenário eleitoral, declara apoio a Lula e aproxima a memória da ditadura dos desafios atuais da democracia brasileira.
Palavras-chave: Luiz Costa Lima, Paulo Freire, educação popular, alfabetização, cultura de massa, literatura, ditadura militar, memória, democracia, eleições, Lula, Filosofia Pop
O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais.
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Neste episódio do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com a filósofa Márcia Cavalcante sobre o fascismo da ambiguidade: uma forma contemporânea de autoritarismo que se fortalece pela apropriação e pelo esvaziamento de palavras como liberdade, democracia e transformação. A partir das relações entre capitalismo financeiro, tecnologias digitais e extrema direita, a convidada examina como discursos de emancipação podem servir à destruição de direitos e dos vínculos sociais.
Resumo: Neste episódio, Marcos Carvalho Lopes conversa com Márcia Sá Cavalcante Schuback sobre o fascismo da ambiguidade e o esvaziamento de palavras como liberdade e democracia. A discussão aborda as relações entre capitalismo, tecnologias digitais e extrema direita, destacando a linguagem, a poesia e a ação coletiva como caminhos de resistência.
Palavras-chave: fascismo da ambiguidade, democracia, linguagem, tecnofascismo, resistência.
Obras mencionadas ou identificáveis
Sobre a capa: a composição faz referência à semelhança visual entre uma peça divulgada pelo PL em apoio a Flávio Bolsonaro e a propaganda do regime de Mussolini. Segundo reportagem do Diário Carioca, o partido retirou a publicação, atribuiu sua produção ao PL Jovem e pediu desculpas, negando intenção de aludir ao fascismo. A capa retoma essa controvérsia como provocação para o debate sobre o fascismo da ambiguidade.
Leia a reportagem:
https://www.diariocarioca.com/2026/10/10/politica/eleicoes/pl-apaga-propaganda-de-flavio-bolsonaro-que-lembra-peca-do-fascista-mussolini/
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No episódio #254 do Filosofia Pop, recebemos José Reinaldo de Lima Lopes para uma conversa sobre Direito como prática. O que muda quando compreendemos o direito como uma prática social, orientada por regras e pela finalidade de organizar a convivência humana? E por que a justiça é parte constitutiva dessa prática?
A partir de Aristóteles, Wittgenstein e Elizabeth Anscombe, discutimos a importância da linguagem, da prudência e da deliberação para a formação dos juristas. José Reinaldo critica o ensino baseado na memorização de leis e decisões, o uso ornamental da filosofia nas sentenças e a confusão entre fundamentação jurídica e opinião pessoal. A conversa explora como os sentidos compartilhados permitem sustentar a objetividade das decisões sem eliminar as dúvidas e os conflitos de interpretação.
Também abordamos a justiça como virtude social e política, as desigualdades e a persistência de hierarquias na cultura jurídica brasileira, o papel crítico da história do direito e a necessidade de um diálogo com a economia que preserve a autonomia do pensamento jurídico. Ao final, refletimos sobre os bens em comum e sua importância para a vida coletiva, com indicações de livros e filmes para continuar o debate.
Resumo: No episódio #254 do Filosofia Pop, José Reinaldo de Lima Lopes discute o direito como prática social orientada pela justiça. A conversa aborda a formação dos juristas, a importância da linguagem e da deliberação nas decisões jurídicas, o papel crítico da história do direito e os desafios das desigualdades e dos bens em comum.
Palavras-chave: José Reinaldo de Lima Lopes, direito como prática, filosofia do direito, justiça, razão prática, deliberação, ensino jurídico, argumentação jurídica, linguagem, Aristóteles, Wittgenstein, Elizabeth Anscombe, história do direito, desigualdade, bens comuns, Filosofia Pop.
Livros indicados ou citados
Filmes indicados
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O post #254: Direito como Prática, com José Reinaldo de Lima Lopes apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio #253 do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com o sociólogo e escritor Reginaldo Prandi a partir do livro Orixás: os deuses que habitam em nós.
Prandi conta como concilia a pesquisa acadêmica com o aprendizado nos terreiros, onde ouvir e observar são partes fundamentais da formação. A conversa explora os mitos iorubás como formas de interpretar a experiência humana e apresenta as noções de orixá, egum e orí para pensar as relações entre natureza, comunidade e individualidade.
O episódio aborda ainda o destino, a iniciação religiosa, a diversidade de gênero no candomblé e as histórias de Oxaguiã e Iemanjá. Ao falar de sua trajetória e de seus livros, Prandi também reflete sobre o que o estudo das religiões revela a respeito da sociedade brasileira — inclusive sobre as relações entre religião, política e Estado laico.
Resumo
Marcos Carvalho Lopes conversa com o sociólogo e escritor Reginaldo Prandi a partir de seu livro Orixás: os deuses que habitam em nós. Prandi fala sobre o desafio de conciliar a pesquisa acadêmica com os modos de aprender nos terreiros, baseados na escuta, na observação e na iniciação. A conversa explora os mitos iorubás como formas de interpretar a vida e apresenta as noções de orixá, egum e orí para pensar as relações entre natureza, comunidade e individualidade. O episódio aborda ainda o destino, a diversidade de gênero no candomblé, histórias de Oxaguiã e Iemanjá e as relações entre religião, política e Estado laico no Brasil.
Palavras-chave: Reginaldo Prandi; orixás; candomblé; religiões afro-brasileiras; mitologia iorubá; terreiros; orí; egum; diversidade de gênero; religião e política.
Indicações feitas ao final da conversa
Livros de Prandi apresentados ou comentados no episódio
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O que acontece antes que o pensamento se transforme em conceito? Que experiência da linguagem se revela quando escrever deixa de ser apenas o registro de algo já pensado e se torna o próprio nascimento do pensar? São essas algumas das questões que atravessam o episódio #252 do podcast Filosofia Pop, dedicado à obra de Clarice Lispector.
Nossa convidada é a filósofa Márcia Sá Cavalcante Schuback, que retorna ao podcast para sua terceira conversa, depois dos episódios sobre Heidegger e Descartes. Desta vez, o ponto de partida é seu livro Atrás do pensamento: a filosofia de Clarice Lispector, escrito durante o “silêncio em pânico” da pandemia. Para Márcia, Clarice não é simplesmente uma escritora que ilustra conceitos filosóficos: sua escrita realiza uma forma própria de pensamento, ligada ao “estar sendo”, ao pensar-sentir, à experiência da noite e àquilo que permanece ainda sem nome.
A conversa percorre as relações entre filosofia, literatura, linguagem, corpo e existência, mostrando como Clarice desafia as divisões entre razão e sensibilidade, sujeito e objeto, pensamento e experiência.
O episódio também celebra o lançamento do Catálogo dos 250 primeiros episódios do Filosofia Pop: um mapa de mais de onze anos de entrevistas, ideias e encontros com diferentes maneiras de fazer e viver a filosofia.
Veja o catálogo aqui: https://filosofiapop.com.br/texto/catalogo/
Resumo: Neste episódio, Marcos Carvalho Lopes conversa com a filósofa Márcia Sá Cavalcante Schuback sobre seu livro Atrás do pensamento: a filosofia de Clarice Lispector. Márcia relata como a suspensão e o “silêncio em pânico” da pandemia contribuíram para a escrita da obra e descreve seu encontro com Clarice como a descoberta de um pensamento do “estar sendo”. A conversa aborda as relações entre filosofia, literatura e escrita; a linguagem como acontecimento; o pensar-sentir; a crítica à separação entre razão e sensibilidade; a entrega ao não saber; e Clarice como pensadora da noite, do corpo e da existência. Também são discutidas a dimensão política de sua literatura, a singularidade da língua portuguesa e a escrita como experiência capaz de alcançar aquilo que permanece “atrás do pensamento”.
Palavras-chave: Clarice Lispector; Márcia Sá Cavalcante Schuback; Atrás do pensamento; filosofia e literatura; filosofia brasileira; escrita; linguagem; existência; estar sendo; pensamento do gerúndio; pensar-sentir; razão e sensibilidade; pensamento da noite; A paixão segundo G.H.; experiência.
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A inteligência artificial é realmente inteligente? Para responder a essa pergunta, talvez seja necessário primeiro abandonar a inteligência humana como medida de todas as formas possíveis de inteligência.
No episódio 251 do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Lúcia Santaella, referência brasileira nos estudos de semiótica, comunicação e cultura digital. A partir da semiótica filosófica de Charles Sanders Peirce, Santaella questiona algumas das afirmações mais recorrentes sobre a inteligência artificial e propõe ampliar nossa compreensão de pensamento, cognição e linguagem para além do antropocentrismo.
A conversa passa pela ideia do computador como máquina semiótica, pelas diferenças entre inteligência, consciência e sentimento, pelo problema da antropomorfização das IAs e pelo papel da abdução no pensamento humano. Santaella também discute os vieses presentes nos sistemas de inteligência artificial, a responsabilidade humana por seus usos e a transformação que essas tecnologias impõem à educação.
Diante da IA, sua proposta é cultivar duas disposições complementares: a arte do cuidado e a arte da suspeita. Em vez de simplesmente recusar as novas tecnologias ou atribuir-lhes capacidades humanas que elas não possuem, é preciso aprender a utilizá-las criticamente, compreender seus limites e assumir responsabilidade pelas formas como são incorporadas à vida social.
Neste episódio do Filosofia Pop, Lúcia Santaella discute as relações entre inteligência artificial e semiótica a partir, sobretudo, da filosofia de Charles Sanders Peirce. A conversa problematiza a definição de inteligência e critica a tendência de tomar a cognição humana como seu único paradigma. Santaella distingue inteligência de consciência, sentimento e responsabilidade moral, caracterizando os atuais sistemas de IA como máquinas fundamentalmente linguísticas e semióticas.
O diálogo aborda ainda o conceito peirceano de abdução, as relações entre linguagem, cognição e realidade, os riscos da antropomorfização da IA, os vieses inscritos nos dados humanos e a responsabilidade dos desenvolvedores e usuários. Também são discutidos os impactos das tecnologias digitais sobre a educação e a necessidade de formação crítica para professores e estudantes. Para Santaella, a utilização da inteligência artificial exige simultaneamente uma arte do cuidado e uma arte da suspeita, capazes de combinar abertura às possibilidades tecnológicas com avaliação crítica de seus resultados.
Inteligência artificial; Semiótica; Charles Sanders Peirce; Lúcia Santaella; Cognição; Linguagem; Abdução; Antropocentrismo; Educação; Ética; Filosofia da tecnologia; Inteligência; Pragmatismo.
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O post #251 – IA e Semiótica, com Lúcia Santaella apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio número 250 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o filósofo Claudio Ferreira Costa sobre autismo e filosofia.
Cláudio Ferreira Costa construiu sua trajetória acadêmica no Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), desenvolvendo pesquisas principalmente no campo da filosofia analítica contemporânea, com trabalhos em áreas como filosofia da linguagem, filosofia da mente e metafísica analítica.
Realizou seu mestrado em Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Rio de Janeiro, e seu doutorado na Universität Konstanz, na Alemanha. Sua formação inclui ainda períodos de pós-doutorado na Hochschule für Philosophie, em Munique, na University of California, Berkeley, na University of Oxford e novamente na Universität Konstanz.
Nesta conversa, partimos de seu texto sobre Síndrome de Asperger e filosofia para discutir sua experiência pessoal com o autismo, o diagnóstico tardio e questões relacionadas à linguagem, empatia, sociabilidade e vida acadêmica. O diálogo também passa pelas possíveis relações entre determinadas características do espectro autista e o trabalho filosófico, pelos limites das tentativas de diagnosticar filósofos do passado e pela própria maneira como Cláudio Costa compreende a atividade filosófica.
Texto Sindrome de Aperger e Filosofia de Claudio F. Costa
Site de Claudio Ferreira Costa
Textos de Claudio Costa no Academia.edu
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O post #250 – Autismo e Filosofia, com Claudio Costa apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio 249 do podcast Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Hans Ulrich “Sepp” Gumbrecht sobre futebol.
Professor emérito de Literatura Comparada, Francês e Italiano da Universidade Stanford, Gumbrecht desenvolveu uma obra que atravessa a teoria literária, a filosofia, a estética e a reflexão sobre os esportes. Uma de suas preocupações centrais é compreender experiências que não podem ser inteiramente reduzidas à interpretação ou à procura de significados: a presença dos corpos, a intensidade dos acontecimentos, a atmosfera dos espaços e o aparecimento inesperado de formas.
Essas questões encontram no futebol um campo privilegiado. Uma partida não nos afeta apenas pelo resultado ou pelas histórias que contamos sobre ela. Também somos atingidos pela velocidade de uma jogada, pela abertura repentina de um espaço, pela coordenação dos movimentos, pelo confronto entre os corpos e pela atmosfera produzida dentro de um estádio.
Esta não é a primeira participação de Hans Ulrich Gumbrecht no Filosofia Pop.
Em 2021, ele esteve presente em dois episódios do podcast. No episódio #116 – Vale do Silício, publicado em 22 de fevereiro daquele ano, conversamos sobre as transformações culturais e tecnológicas associadas ao Vale do Silício, partindo de seu livro O espírito do mundo no Vale do Silício: viver e pensar o futuro.
No episódio #117 – Humanidades etc., publicado em 1º de março de 2021, continuamos a conversa tratando das Humanidades, da universidade, do ambiente acadêmico brasileiro e norte-americano, da obra de Luiz Costa Lima e dos projetos intelectuais de Gumbrecht. As duas conversas haviam sido gravadas nos dias 30 e 31 de dezembro de 2020.
Agora, cinco anos depois daqueles episódios, voltamos a conversar. Desta vez, tendo o futebol como ponto de partida para pensar a estética, a cultura e as formas contemporâneas de viver experiências coletivas.
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O post #249 – Futebol, com Sepp Gumbrecht apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio #247 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o professor Renan Porto sobre sua trajetória intelectual e sobre o livro Nas Brechas dos Futuros Cancelados: do Pesadelo Ciborgue à Queda do Céu. Da experiência de crescer em uma comunidade produtora de cacau no sul da Bahia às reflexões sobre cosmologias indígenas, Guimarães Rosa, justiça, ecologia e transformação social, a conversa explora caminhos para pensar o presente para além das promessas esgotadas da modernidade. Uma reflexão sobre território, memória, imaginação e as brechas pelas quais outros futuros ainda podem emergir.
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O post #248 – Cosmopoética da Justiça, com Renan Porto apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é nosso epísódio 247, nele ecebemos o professor Philippe Cupertino para uma conversa sobre os povos ciganos, identidade, racismo, resistencia e luta por justiça .
Phillipe Cupertino Salloum e Silva é professor Adjunto de Teoria Geral do Processo e Direito Processual Civil, Coordenador do Curso de Graduação em Direito (2022-2026) e docente permanente do Mestrado em Direito da Universidade Federal de Jataí. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde integra o grupo de pesquisa “Luta por direitos e justiça e práticas estatais: uma perspectiva etnográfica”. Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba (2015). Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (2013). Atuação em coordenação e parceria com projetos de assessoria jurídica universitária popular, com foco em povos e comunidades tradicionais. Secretário de Articulação Política do Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais – IPDMS (2023-2025). Experiência com pesquisas empíricas com abordagem etnográfica intercalando Antropologia, Direitos Humanos e os estudos sobre as instituições jurídicas e o Estado.
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O post #247 – Ciganos, com Phillipe Cupertino apareceu primeiro em filosofia pop.
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