A adoração aos obeliscos (baals) era proeminente nos tempos do Antigo Testamento, quando os israelitas desviaram-se da adoração ao único Deus Verdadeiro, e começaram a adorar deuses pagãos, com até mais fervor que os próprios pagãos. Em duas ocasiões diferentes, Deus levantou reis justos que trouxeram o povo de volta à adoração ao Deus Verdadeiro. Nessas duas ocasiões, Deus fez esses reis destruirem totalmente os centros pagãos de adoração, os altares e os obeliscos. Veja: II Reis 10, 23-27: “Em seguida Jeú e Jonadab filho de Recab entraram no templo de Baal, e o rei disse aos devotos de Baal: “Verificai bem se não há aqui entre vós algum cultor do Senhor , e se unicamente há devotos de Baal”. Eles entraram para oferecer sacrifícios e holocaustos. Ora, Jeú tinha postado do lado de fora 80 homens com a ameaça: “Se alguém de vós deixar escapar um dos homens que eu entregar nas vossas mãos, pagará com a vida. Quando Jeú acabou de oferecer o holocausto, ordenou aos guardas e oficiais: “Entrai e massacrai-os! Ninguém deve escapar!”Os guardas e oficiais os passaram ao fio da espada e lançaram fora da cidade. Depois voltaram ao templo de Baal, puseram fogo à estela do templo de Baal e a queimaram. Demoliram a estela e o templo de Baal, transformando-o em latrinas, que existem até hoje.”