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Sou estudante universitário e gostaria de receber ,se possível fosse,alguma matéria ou resposta sobre a questão do ensino na idade média,pois meus professores argumentam que neste período a igreja escondia os livros a fim de ninguém conhecer as coisas a nível científico.
Atenciosamente,
Minha dúvida é a seguinte: Nos últimos 100 anos, milhares de pessoas (católicos) foram mortos nas mãos dos regimes comunistas que infelizmente assolaram nosso planeta. Sabe-se também que essas mortes se deram principalmente pelo fato dos governos comunistas haverem desarmado a população para que a resistência fosse algo praticamente inutil, como vos mesmos ja citaram em diversos documentos.
No entanto, tambem sei que todo o poder dos governantes vem de Deus, e mesmo Jesus disse isso a Pilatos, e cumpriu sua sentença embora injusta. Então exponho a minha dúvida:
Em um caso hipotético de uma ditadura comunista (ex. URSS) em que a população ainda tivesse em posse suas armas, estas serviriam de algo? O povo teria o direito de resistir às autoridades que viriam para dizima-los pelo fato de pertencerem à Santa Igreja?
O senhor já leu o ridículo livro "O Código DaVinci", escrito por um tal de Dan Brown?
Caso o senhor não o conheça, esse livro fala sobre uma conspiração da Igreja Católica Romana para ocultar a "verdade" sobre Cristo, ou seja, de que ele só passou a ser considerado Deus a partir do século IV, que ele se casou com Sta. Maria Madalena e que eles foram viver na Gália.
Além disso, retrata a Opus Dei como uma organização secreta de assassinos do Vaticano (pelo menos nisso o autor foi original, visto que quem sempre levou a fama foram os Jesuítas...) e que o cristianismo como conhecemos hoje foi invenção de um "imperador pagão", Constantino Magno - e mais um monte de besteiras.
Muito me agrada sua exemplificação da pureza doutrinária da Igreja em confronto à profusão, por vezes contraditárias tanto quanto desconexas, das "teologias" de livre interpretação.
Quanto à pureza, refiro-me a sua unicidade doutrinal, aperfeiçoada durante dois milênios e tendo como fundamento uma coerência circular, ou seja, a sua própria justificação está no fato de sê-la em si, a Igreja Una, Santa e Católica, numa inévitável auto-referência. Obviamente, toda a idéia de emancipação, discordância e contra-posição são excluídas como heresias pela sua própria doutrina: A Igreja é Santa, porque é a Única e Católica, é Una porque é Santa, consequentemente Católica e assim sucessivamente.
Há, portanto, um processo de circularidade inercial, ou como andar em uma esteira: há movimento porém nunca se locomove, pois o que foi dito o está, e não sendo possível contradizê-lo em momento algum, nem agora nem no futuro, torna-se inacessível à experiência prática.
Não havendo, portanto a possibilidade de mudança e consequentemente de arrependimento, um perfeito círculo lógico se instaura: as ações são auto-justificáveis, incabíveis quaisquer julgamentos.Temos que aceitá-La independentemente de seus atos, pois traz uma característica de purificação supra humana. Esta concepção é um tanto quanto conflitante ao crescimento espiritual e intelectual do ser humano (isso se assim o considerá-lo passível de livre-arbítrio, aprendizado, dinamismo social e intelectual) Por favor, se a minha concepção está errada, peço sua atenção, se possível, em me responder.
Os manuscritos encontrados em Nag Hammadi, no Egito, em 1945, do qual faz parte o Evangelho de Tomé, passaram não sò por todos os testes cientìficos de comprovação de compilação, como este especificamente data de 40 anos após a morte de meu grande amigo e irmão Jesus. Além claro, de ser o único escrito em língua Copta.Sinto discordar de sua resposta ao dizer que "Ademais, até os estudiosos não católicos reconhecem que esse Evangelho é falso, através do exame do que diz o documento, e através de sua análise histórica."
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