Folhas Vivas Farfalham!!

Folhas Vivas Farfalham!!

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Folhas Vivas Farfalham!! episodes

  • WILSON DAS NEVES

    Wilson das Neves 

    (Rio de Janeiro, 14 de junho de 1936 — Rio de Janeiro, 26 de agosto de 2017) 


    Foi um baterista, cantor e compositor brasileiro.[1]



    Biografia

    Estudou música com Joaquim Naegele e logo depois com Darci Barbosa.[2] Aos 14 anos, através do ritmista Edgar Nunes Rocca, o "Bituca", tocou na Escola Flor do Ritmo, no bairro do Méier. Anos mais tarde, deu começo à sua carreira de baterista na orquestra de Permínio Gonçalves.

    40 min
  • Arnaud Rodrigues ‎– Som Do Paulinho / 1976 / Full album

    Label: RCA Victor ‎– 103.0180 Format: Vinyl, LP, Album  Country: Brazil Released: 1976  Tracklist A1 Som Do Paulinho 3:40A2 Rock De Minas Gerais 3:35A3 O Dia Que O Diabo Roubou O Bar Do Portugues (1968) 3:40A4 Em Cima Daquele Morro 3:49A5 Sete De Setenta E Oito (Riva, Giva, Zico, Gêra) 3:15B1 Indio Do Uruguay 2:57B2 Teté Das Landas Rurais 3:13B3 Mercado São José 3:05B4 Negro Pescador 3:42B5 Gaivota Humana 3:32 Label: RCA Victor ‎– 103.0180 Format: Vinyl, LP, Album  Country: Brazil Released: 1976 Genre: Rock, Latin, Funk / Soul, Folk, World, & Country Style: MPB Tracklist A1 Som Do Paulinho 3:40A2 Rock De Minas Gerais 3:35A3 O Dia Que O Diabo Roubou O Bar Do Portugues (1968) 3:40A4 Em Cima Daquele Morro 3:49A5 Sete De Setenta E Oito (Riva, Giva, Zico, Gêra) 3:15B1 Indio Do Uruguay 2:57B2 Teté Das Landas Rurais 3:13B3 Mercado São José 3:05B4 Negro Pescador 3:42B5 Gaivota Humana 3:32

    Música

    1968

    Artista

    Arnaud Rodrigues, Renato Piau

    Álbum

    Arnaud Rodrigues & Renato Piau

    Licenciado para o YouTube por

    The Orchard Music (em nome de GUITARRA BRASILEIRA [dist. Tratore])


    www.guitarrabrasileira.com

    56 min
  • Especial RENATO PIAU

    Dados biográficos

    Multi-instrumentista (guitarrista, baixo, bandolim e violão). Compositor. Cantor. Arranjador. Produtor musical e fonográfico.

    No ano de 1971 mudou-se ra o Rio de Janeiro a convite do poeta Torquato Neto, com quem estreirou amizade e o apresentou ao poeta Sérgio Natureza, com quem iniciou parceria.


    Como guitarrista e violonista acompanhou boa parte dos artistas da MPB.


    Fundou a editora musical e gravadora Guitarra Brasileira, pela qual lançou vários discos de artistas brasileiros.


    No ano de 2005 lançou o songbook “Renato Piau – Guitarra Brasileira”, no qual apresentou 17 composições.
    Um dos fundadores do Bloco do Sampaio, entidade carnavalesca em homenagem ao cantor e compositor Sérgio Sampaio.


    Em 2017 seu songbook “Renato Piau – Guitarra Brasileira” foi atualizado e reeditado pela editora paulistana Keyboard Editora Musical Ltda.


    No ano de 2020 foi lançada a biografia “Meu nome é ébano – A vida e a obra de Luiz Melodia”, escrita pelo jornalista Toninho Vaz, volume no qual foi um dos principais colaboradores do autor.

    Fonte: https://dicionariompb.com.br/artista/renato-piau/

    1 hr 17 min
  • Luís Turiba_Entrevistado por Ricardo de Moraes

    https://www.facebook.com/luis.turiba


    Luis Turiba – nascido em Pernambuco em 1950 – é poeta, jornalista, compositor, sambista e agente cultural. Veio para Brasília em 1979, onde produziu e publicou diversas obras, como Clube do Ócio, Luminares, Realejos e Cadê?.

    Fundou e foi um dos editores da revista de poesia experimental Bric-a-Brac, editada entre 1986 e 1992. Turiba participou da Geração Mimeógrafo, e é referência da poesia brasiliense. Para ele, a poesia está à margem da linguagem e, portanto, o poeta vive à margem.

    Turiba diz que Brasília pulsa. Entre os lugares que mais frequenta está o Calaf, cujos dias de samba o fazem se recordar do Rio de Janeiro.

    Ele conta que a capital lhe deu muitas amizades, poesia e uma intensa produção cultural e, agora, define-se como um sem fronteiras.

    Fonte: https://brasilia.memoriaeinvencao.com/luis-turiba/



    1 hr 2 min
  • MARCEL POWELL - Entrevista de Ricardo de Moraes

    MARCEL POWELL

    Instrumentista (violonista).

    Filho do violonista e compositor Baden Powell. Irmão do pianista Philippe Baden Powell. Iniciou seus estudos musicais aprendendo a tocar violino em Baden Baden, local onde morou com a família até fixar residência no Brasil. Em 1991, formou um duo de violão e piano com o irmão mais velho, Philippe Baden Powell.

    Realizou diversos shows no Brasil e no exterior ao lado do pai, Baden Powell, e do irmão Philippe Baden Powell. Aos 12 anos de idade, gravou, com o pai e o irmão, o CD "Baden Powell e filhos" contendo, entre outras, sua composição com Baden "Prelúdio das diminutas".


    Formou, com o irmão, a Banda Powell, com a qual se apresentou em diversos espaços culturais, como Casa de Cultura Laura Alvim e Vinícius Bar, no Rio de Janeiro.

    Participou do quadro "Filhos da música", exibido no programa "Starte", da Globo News, ao lado de artistas que, como ele, são filhos de veteranos da MPB, como Kay Lyra, filha do compositor Carlos Lyra.

    Em 2000, participou do show em homenagem a Vinícius de Morais no Canecão (RJ). No mesmo ano, realizou o show "Herança musical", ao lado do irmão Philippe, numa homenagem a Baden Powell. O espetáculo foi realizado no Vinícius Bar, com a participação de Diogo Nogueira, filho de João Nogueira, e no auditório do Espaço BNDES, RJ.

    Em 2001, apresentou-se, com o irmão Philippe Baden Powell, em Montreal, no Canadá, numa homenagem-show prestada a seu pai por Pierre Barouh.

    Em 2010, fez show no Instituto Cultural Cravo Albin, ilustrando o evento “10 anos sem Baden”, em homenagem a seu pai, o compositor e violonista Baden Powell falecido em 2000.

    Em 2011, participou do programa “Agora no ar” (Rádio Roquete Pinto FM), no qual perfilou, ao lado de Ricardo Cravo Albin, toda a sua carreira e, mais uma vez, homenageou o pai, em auditório lotado. Também nesse ano, apresentou-se no “II Festival de Jazz do Rio”, realizado na Sala Baden Powell.

    Em parceria com o cantor Augusto Martins, lançou, em 2013, o CD “Violão, Voz e Zé Kéti”, com as seguintes faixas: "Diz que fui por aí” (c/ Hortêncio Rocha), “Tamborim” (c/ Mourão Filho), “Máscara negra” (c/ Pereira Matos), “Amor passageiro” (c/ Jorge Abdala), “Nega Dina”, “Opinião”, “A flor do lodo”, “Leviana”, “Madrugada”, “Acender as velas”, “Malvadeza Durão” e “A voz do Morro”. Também nesse ano, apresentou-se no Centro Cultural da Light (RJ), pelo projeto “Meio dia e meia em ponto”, apresentado e roteirizado por Ricardo Cravo Albin, interpretando canções de seu repertório.


    https://dicionariompb.com.br/marcel-powell/dados-artisticos

    58 min
  • Programa Vida Orgânica_0

    Ricardo de Moraes apresenta o programa com produção de Vieira, edição de áudio KidClaudinho, Direção Geral Renato Piau e apoio cultural da www.guitarrabrasileira.com.

    15 min
  • Entrevista Silvério Pontes por Ricardo de Moraes

    Integrou o naipe de metais das bandas de Luiz Melodia, Tim Maia, Ed Motta, Cidade Negra, com os quais gravou, e tocou com Elza Soares.

    No início da década de 1980 formou dupla com o trombonista Zé da Velha.

    Em 1995 a dupla lançou o disco "Só gafieira". Ao mesmo tempo, ao gravar o CD, revelou ter realizado o antigo sonho de "um dia tocar com o Zé da Velha".

    Em 1998 a dupla lançou o CD "Tudo dança", pela gravadora Rob Digital. Este disco permaneceu cinco semanas na lista de recomendados do jornal O Globo e foi indicado como um dos melhores lançamentos de 1999 por toda a crítica no balanço musical de fim de ano.

    Ao final de 2000, lançou o terceiro CD em parceria com Zé da Velha, "Ele e eu". No disco, gravaram choros como "Voltei ao meu lugar" (Ivan Paulo da Silva) com a participação especial de Francis Hime ao piano, "Ele e eu" (Pixinguinha e Benedito Lacerda), "Cordas de aço (Cartola), "Carioquinha" (Waldir Azevedo), "Alvorada" (Cartola, Carlos Cachaça e Hermínio Bello de Carvalho) e "Pecado capital" de Paulinho da Viola, entre outras. A festa e o show de lançamento do CD foram realizados na Fundição Progresso, na Lapa, no Rio de Janeiro.

    Em 2001 participou do "Festival Chorando no Rio", no qual classificou a sua composição "Maxixe da família" em parceria com Chico Nacarati.

    No ano de 2002, junto com o guitarrista e cantor americano Mark Lambert, apresentou-se no bar Cais do Oriente, em Niterói, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, com Zé da Velha, apresentou-se no "Evento Instituto Ambiental Biosfera", na Praça do Lido, no Rio de Janeiro. Apresentou no Teatro Municipal de Niterói o show "Samba Instrumental" com as participações especiais de Rildo Hora, Dona Ivone Lara e Luiz Melodia, que gerou o primeiro disco ao vivo da dupla com Zé da Velha.

    No ano de 2003, foi um dos convidados do violonista francês, radicado no Rio de Janeiro, Nicolas Krassik, para participar do "Projeto Choro na Lapa", no Ballroom, no qual o violonista recebeu músicos brasileiros. Neste mesmo ano, com Zé da Velha, participou do projeto "Quintas no BNDES", na ocasião recebeu como convidado o gaitista Rildo Hora e ainda, ao lado de Guinga, Zé da Velha, Altamiro Carrilho e Turíbio Santos, entre outros, foi uma das atrações especiais do "Festival Rio Choro", apresentado no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro. Lançou o primeiro disco ao vivo da dupla (Silvério Pontes e Zé da Velha) "Samba Instrumental", pela gravadora Niterói Discos. Neste CD foram incluídas "Escurinho" (Geraldo Pereira) com participação especial de Luiz Melodia; "Alguém me avisou" (Dona Ivone Lara) com a participação da compositora; "Folhas secas" (Nélson Cavaquinho e Guilherme de Brito), participação especial de Zé Paulo Becker; "Ao pés da cruz" (Marino Pinto e Zé Gonçalves) e "Louco" (Wilson Baptista e Henrique Almeida), ambas com a participação especial de Rildo Hora. Neste disco também foram incluídas "Vou deitar e rolar" (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), "Aos meninos da Mangueira" (Rildo Hora e Sérgio Cabral) e "Da cor do pecado", de Bororó, entre outras. Em 2005, ao lado do grupo Época de Ouro, Orquestra de Música Popular Villa-Lobos, Nó Em Pingo D'Água, Joel Nascimento, Altamiro Carrilho e Ademilde Fonseca, apresentou-se no evento "Na cadência do choro", no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Em 2016 lançou, pelo selo Des Arts, o CD “Reencontro”, com 12 faixas autorais e texto escrito por Guinga. Em 2018 lançou, em parceria com o pianista Antonio Guerra, o CD “Coração brasileiro”, com músicas autorais e regravações. O disco teve participação dos músicos Yamandu Costa (violão), Guinga (violão), Guto Wirtti (contrabaixo) e Bernardo Aguiar (percussão). O show de lançamento do disco foi apresentado na Casa do Choro, no Rio de Janeiro.

    https://dicionariompb.com.br/silverio-pontes/dados-artisticos


    1 hr 8 min

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