Para muitos, fé e humor parecem coisas opostas. Para outros, como o famoso personagem de Umberto Eco, Jorge de Burgos, a capacidade de rir é obra do demônio: “O riso é sinal de fraqueza, de insipidez, de limitação do nosso ser. Rimos porque somos limitados, porque a nossa inteligência não consegue compreender o absoluto”, diria ele em O Nome da Rosa.
Mas como devemos encarar a capacidade de rir e se alegrar que Deus colocou em nossa humanidade? Ela aparece de alguma forma nas Escrituras? Inclusive, o humor pode ser um sinal da graça de Deus para aliviar nosso sofrimento?