Diante da morte que nos é transmitida o tempo todo seja por meio das guerras, dos crimes ou acidentes, acabamos nos acostumando com a morte e a banalizá-la, tornando-a inócua e, por isso mesmo, anulando seu efeito revitalizador. A banalização da morte é, paradoxalmente, mortífera, pois anula o saber que ela veicula e que propiciaria que se desse mais valor à vida. Na medida em que banalizamos a morte, também banalizamos a vida.