O Mulher na Caneca debate como os coletivos de periferia têm se reinventado durante a pandemia para continuarem com suas ações junto à população em vulnerabilidade. Diante da redução de doações, como as pessoas podem contribuir para o trabalho desses centros de resistência não governamentais, cujo trabalho muitas vezes é invisível ao grande público? Participam Joelma Lima, presidente do Centro Comunitário Mário Andrade, no Ibura, e Jouse Barata, do Cores do Amanhã, no Totó.