Odailta Alves é mulher negra e lésbica nascida na favela de Santo Amaro, no Recife. É escritora, educadora, atriz e ativista dos Direitos Humanos com ênfase em práticas antirracistas. É doutoranda em Linguística na UFPE e é concursada na Secretaria de Educação de PE, na qual atuou com formação antirracista. Também é concursada na Secretaria de Educação do Recife.
Lançou de forma independente 8 livros, entre títulos de poesia (Clamor Negro, 2016; Cativeiro de Versos, 2018; Letras Pretas, 2019; Nenhuma Palavra de Amor, 2021; Afrochego: Poemas para Acalentar Meu Povo, 2023) e contos (Escrevivências - contos, 2019; Pretos Prazeres - contos eróticos, 2021; Sapatão em Prosa e Verso, 2022), além do espetáculo Clamor Negro, monólogo de teatro em que é autora e atriz. Foi premiada em 1º lugar no II Concurso Internacional da Casa de Espanha (RJ), em 2016, e vencedora do Festival Nacional Elas por Elas (RN), em 2019, e do III Prêmio Roberto de França Pernalonga de Teatro (PE) na categoria Melhor Monólogo, em 2022.