Gabriele Alves recebe Samuel Santos, diretor do espetáculo “O Irôko, a Pedra e o Sol”.
A peça se utiliza das referências da cultura de matriz africana, ancestralidade corporal e vocal, para contar a história de amor de dois adolescentes, Severino e Sebastião, que moram numa pequena comunidade quilombola evangelizada do sertão pernambucano, que são perseguidos pela população por manterem um romance homoafetivo. Trazendo temas como HIV, entendimento emocional e sexual, afetividade negra e relações familiares, o espetáculo procura refletir sobre a atual realidade encontrada no Brasil, o país que mais mata LGBTs no mundo.