
Sign up to save your podcasts
Or


No dia 1 de abril de 1964, um movimento ensaiado desde a redemocratização do país (1945) foi levado a cabo e o Brasil viveria mais 21 anos de ditadura civil-militar. As reflexões realizadas pelos historiadores C. A e Beraba sobre o Golpe de 1964 tomaram corpo no episódio 21 do Fronteiras no Tempo: um podcast de história.
NO EPISÓDIO:
Descubra como foi o processo político na década anterior ao golpe, entenda como o discurso do gestor na política e do combatente da corrupção não é uma novidade, compreenda quais eram as diferentes forças políticas e sociais em movimento e conflito no início dos anos 60 e, sobretudo, surpreenda-se ao descobrir como os militares foram personagens importantes na história republicana do Brasil ao longo do século XX.
Arte da Capa
Publicidade
Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho.
www.padrim.com.br/fronteirasnotempo
Redes Sociais
Twitter, Facebook, Youtube, Google+
Contato
WhatsApp: 13 99204-0533
E-mail: [email protected]
Expediente
Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: C. A
MENCIONADO NO EPISÓDIO
Para ver no Youtube
HISTORICIDADE S01E09 HISTÓRIAS DA DITADURA MILITAR NO BRASIL
Documentário – O dia que durou 21 anos
Nós que aqui estamos, por vós esperamos
Podcast
SciCast #201: Especial Caravan – 1964
Material Complementar
DELGADO, Lucila de Almeida Neves. O Governo João Goulart e o golpe de 1964: memória, história e historiografia. Revista Tempo, n° 28.
DO VALLE, Maria Ribeiro (org.). 1964-2014: Golpe Militar, História, Memória e Direitos Humanos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014.
FICO, Carlos. Versões e controvérsias sobre 1964 e a ditadura militar. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 24, nº 47, p.29-60, 2004.
GITAHY, Maria Lucia Caira. Ventos do Mar: Trabalhadores do porto, movimento operário e cultura urbana em Santos – 1889/1914. São Paulo: UNESP, 1992.
GOMES, Angela de Castro (org.). O Brasil de JK. 2.ed. Rio de Janeiro: FGV, 1991.
MELLO, João Manuel Cardoso de; NOVAIS, Antonio. Capitalismo tardio e sociabilidade moderna. In: SCHWARCZ, Lilia Moritz (org.) História da Vida Privada no Brasil v.4. São Paulo: Cia das Letras, 1998, p.559-658.
Produção FGV/CPDOC sobre Governo JK
QUELER, Jefferson José. Os sentidos do Queremismo. História (São Paulo) v.35, e104, 2016.
SCHWARCZ, Lilia Moritz (org.) História da Vida Privada no Brasil v.4. São Paulo: Cia das Letras, 1998
TOLEDO, Caio Navarro de. 1964: O golpe contra as reformas e a democracia. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 24, n.47, p.13-28, 2004.
TRILHA SONORA DO EPISÓDIO
MADRINHA E PADRINHOS
ANDERSON GARCIA, EANI MARCULINO, ETTORE RITER, MARCOS SORRILHA, WILLIAN SCAQUETT e WILLIAN SPENGLER
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Faz 500 anos que um profundo movimento de reformulação do cristianismo e da cultura ocidental teve início na Europa, as Reformas Protestantes. A profundidade e os impactos das Reformas foram o tema central do bate papo entre o C. A. e Beraba no 20º episódio do Fronteiras no Tempo: um podcast de História.
NO EPISÓDIO:
Descubra por que falamos de Reformas Protestantes no plural, entenda as diferenças entre as concepções do cristianismo no início do século XVI, compreenda quais eram as diferenças e, sobretudo, as similitudes entre reformadores católicos e protestantes e surpreenda-se ao descobrir como os reformadores passaram a voltar seus olhares para as pessoas comuns.
Arte da Capa
Publicidade
Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho.
www.padrim.com.br/fronteirasnotempo
Redes Sociais
Twitter, Facebook, Youtube, Google+
Contato
WhatsApp: 13 99204-0533
E-mail: [email protected]
Expediente
Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: C. A
MENCIONADO NO EPISÓDIO
Historicidade – Nova atração do Fronteiras no Tempo no Youtube
Para ver no Youtube
Lutero
O retorno de Martin Guerre
Material Complementar
BURKE, Peter. Cultura popular na Idade Moderna – Europa, 1500-1800. São Paulo: Cia das Letras, 2010, p.243-277.
CHARTIER, Roger. As práticas da escrita. In:______(org.) História da vida privada 3: da renascença ao século das luzes. São Paulo: Cia de Bolso, Cia das Letras, 2009, p.113-162.
DELUMEAU, Jean. A civilização do Renascimento. Lisboa: Estampa, 2.v.1994.
GILMONT, Jean-François. Reformas protestantes e leitura. In: CAVALLO, Guglielmo; CHARTIER, Roger. História da leitura no mundo ocidental. v.2. São Paulo: Ática, 1999, p.47-76.
GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. São Paulo: Cia de bolso, 2006. 253p.
GRAFTON, Anthony. O leitor humanista. In: CAVALLO, Guglielmo; CHARTIER, Roger. História da leitura no mundo ocidental. v.2. São Paulo: Ática, 1999, p.5-46.
HILL, Christopher. O eleito de Deus: Oliver Cromwell e a revolução inglesa. São Paulo: Cia das letras, 1988.
JULIA, Dominique. Leituras e contrarreforma. In: CAVALLO, Guglielmo; CHARTIER, Roger. História da leitura no mundo ocidental. v.2. São Paulo: Ática, 1999, p.79-116.
MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011.
MORE, Thomas. A Utopia. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011.
REVEL, Jaqcques. Os usos da civilidade. In: CHARTIER, Roger (org.) História da vida privada 3: da renascença ao século das luzes. São Paulo: Cia de Bolso, Cia das Letras, 2009, p.169-210.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 15.ed. São Paulo: PIONERIA, 2000. 233p
MADRINHA E PADRINHOS
ANDERSON GARCIA, EANI MARCULINO, WILLIAN SCAQUETT e WILLIAN SPENGLER
See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Era um sonho dantesco… o tombadilho”. No mês de maio, no qual devemos nos lembrar da abolição da escravatura e das consequências seculares da escravidão, o C. A. e o Beraba bateram um papo sobre um dos elementos mais marcantes da expansão marítima e dos negócios coloniais, o Tráfico Negreiro.
NO EPISÓDIO
Descubra as origens históricas do Tráfico Negreiro, entenda as diferenças entre a escravidão praticada na África e nas Américas, compreenda como este comércio nefasto era praticado, e surpreenda-se ao descobrir a lucratividade e os esquemas de corrupção que envolveu o tráfico negreiro no Brasil.
Arte da Capa
Publicidade
Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho.
www.padrim.com.br/fronteirasnotempo
Expediente
Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba. Arte da Vitrine: Augusto Carvalho Edição: Talk’nCast
Redes Sociais
Twitter, Facebook, Youtube, Google+
Contato
E-mail: [email protected]
WhatsApp: 13 99204-0533 – mandem mensagens de voz e de texto
Mencionado no Episódio
Historicidade – Nova atração do Fronteiras no Tempo no Youtube
Historicidade #7 – História da África e da Cultura Afrobrasileira
Para ver no Youtube
Cena do Filme Amistad sobre o tráfico negreiro
Material Complementar
ALENCASTRO, L. F. DE. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Cia das Letras, 2000
CHALHOUB, S. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Cia das Letras, 2012.
COSTA E SILVA, Alberto da. Um Rio Chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: UFRJ, 2005.
FLORENTINO, M. Em costas negras: uma história do tráfico de escravos entre a África e o Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). São Paulo: Ed. Unesp, 2014.
RODRIGUES, Jaime De Costa a Costa: escravos, marinheiros e intermediários do tráfico negreiro de Angola ao Rio de Janeiro (1780-1860). São Paulo: Cia das Letras, 2005.
SILVA, Ligia Osório. Terra devolutas e latifúndios: efeito da lei de terras de 1850. Campinas: Unicamp, 1996.
THORTON, John. A África e os africanos na formação do mundo atlântico (1400-1800). Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
MADRINHA E PADRINHOS
ANDERSON GARCIA, EANI MARCULINO e WILLIAN SPENGLER
See omnystudio.com/listener for privacy information.
From the publisher's feed
Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações: