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Ep. 23 - Jornalismo Gonzo no Fubar, reclamações cotidianas, se fincando na bebida e Generation X: como filmar um delírio de um doido (pobre).
Opaaaaa, beleza amigos ouvintes? Voltamos com tudo com esse peculiar podcast. Virou meio que um meme interno dizer que todo episódio que sai é o melhor de todos, mas assim como o menino que gritou "lobo!!!" e ninguém deu bola porque ele já tinha mentido demais, eu afirmo e grito para os quatro ventos: o episódio 23 é o melhor de todos. Basta vocês acreditarem em mim dessa vez. Não a toa tem mais de de 2h. Fica difícil descreve-lo aqui, até porque grande parte da qualidade desse episódio está relacionada a felicidade e liberdade que alguns tragos podem proporcionar. Infelizmente, como nada pode ser perfeito nessa vida, o êxtase que um golinho traz tem seu preço. Perca de memória. Não lembro de muita coisa que foi dita. Mas lembro muito bem das sensações, e estas foram muito boas pra ficarem ocultas no limbo do Spotfy. Portanto ouçam imediatamente!!
Quanto ao filme da semana, tema que gerou boa parte do conteúdo desse episódio, temos Generation X de 1996, um piloto de uma série baseada nos X-Men que graças a Deus nunca vingou e acabou virando filme pra tv. Pra você que não conhece, imagine um Caminhos do Coração com 30% a mais de empenho, talento e criatividade. Continua uma coisa abominável e tenebrosa. Mas talvez valha a assistida, se seu objetivo for rir de vergonha alheia.
É isto, ouçam Fubar e escolha logo a bandeja de queijo que você quer no mercado, as pessoas tem mais o que fazer além de te esperar decidir entre prato e mussarela.
Hola, que tal?
Sim, estamos de volta, nadando contra a maré do atraso para entregarmos mais um glamoroso episódio com selo FUBAR de qualidade duvidosa.
Aqui, mais do que nunca estamos livres para soltarmos o verbo e gritar ao mundo as besteiras que muitas vezes merecem ser ditas. Um programa solto e regado a tequila, da maneira que os apresentadores gostam de gravar e tem vergonha de ouvir.
Uma dissertação sobre amor adolescente, lembranças de infância sobre filmes natalinos e também brincadeiras a fio com hominhos, e a descoberta do ator mais inventivo do século XXI.
Se divirtam amigos e amigas, e esperam mais na próxima semana. (ou na próxima além dessa).
Amigos e amigas, que boa noticia vemos por aqui.
Apesar da demora VOLTAMOS. Certas novidades são difíceis de bolar, tenham calma.
Escutem essa obra do proletariado brasileiro e tomem providência de um produto de qualidade.
Fala tchurma! Tudo certo por aí?
O episódio de hoje está muito especial, afinal é a vigésima vez que ligamos nossos microfones baratos e abrimos nossa boca pra despejar todo tipo de hipocrisia, fake news e ignorância que um ser humano pode conseguir. Além disso, largamos mão do nosso formato clássico para a tristeza de NINGUÉM.
Nosso objetivo nesse, foi prezar pela liberdade completa e o resultado só você pode nos dizer se foi positivo, afinal sequer lembramos do que foi dito. O host pedrin, abre o coração ao falar do Wolverine, fazendo gancho com a notícia da volta de Hugh Jackman ao papel, o host brunex desfila sua total falta de noção com acontecimentos atuais ao ficar confuso com o trailer da vindoura série do The Last of Us. Fora isso, carta aberta aos hippies, medo e aceitação das big techs e diversos outros assuntos aleatórios e bacanudos que tenho certeza que foram falados nesse episódio, mas eu não lembro nem com esforço. O episódio de hoje é um teste de confiança nos meninos. Façam como a gente e vão cegos nessa aventura.
É isto, ouçam Fubar e andem rápido no supermercado.
BOM DIA!!!! Tudo certo aí família? Estamos de volta com mais um episódio, esse sim o melhor de todos, recheado de besteiras e futilidade, pela décima nona vez. Neste, comentamos algumas notícias da cultura pop aka a pior cultura que existe. Os premiados que ninguém viu do Emmy, os jogos que ninguém vai jogar do State of Play, o hate que uma personagem de animação da Disney FEITA PRA CRIANÇAS, tá recebendo de um monte e marmanjo barbado etc. Tudo nessa pegada aí.
Além de todo esse conteúdo imperdível, temos os filmes da semana, claro. Cidadão Kane (ou Citizen Lame 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣) de 1941, que gerou profundas discussões quanto ao gosto cinematográfico. Sim caro ouvinte, você pode ser um amante de cinema e odiar o que você quiser, isso não só é possível como é libertador. Comentamos sobre esse assunto nesse episódio. E na contramão, falamos sobre Estranhas Criaturas de 1998, filme que custou um lanche pra cada membro da equipo, fora os familiares do diretor que trabalharam de certo porque o amavam muito, sei lá. Um found footage no estilo VHS, vejam só, bem interessante e assustador pra quem tem medinho de gente fantasiada numa tela.
E é isto, ouçam Fubar e não incomodem os outros!!!
E-mail: [email protected]
Buenas fubarinos e fubarzetes, tudo bão?
E aqui estamos para mais um episódio do podcast mais odiado das nossas famílias. Neste, que baseado em análise cientifica provou-se o melhor da história, abrimos com algumas reclamações completamente descabidas e injustas em relação ao nosso próprio público, vejam só.
Além dos rotineiros filmes da semana, A mão que Balança o Berço e a Última Cartada, e as discussões em defesa dos filmes escolhidos, estramos um quadro novo, que está explicado no episódio 17, e no posto que o anunciou, Para este quadro assistimos O Samurai do Entardecer de 2002, e tivemos reações bem opostas e portanto, mais discussões que não foram a lugar algum. Tônica deste programinha.
E é isto, ouça Fubar e tenha no mínimo 1%de felicidade garantida no seu dia.
E-mail da galera: [email protected]
Fala tchurma, tudo bão? Cá estamos novamente, episódio 17, quem diria... Neste episódio, votado pela revista Male Big Cocks como o melhor da história do Fubar, quebramos recorde com a maior quantidade de ovos pisados em assuntos polêmicos, sempre com o mínimo de informação possível e altas doses de hipocrisia e incoerência.
Além de perambular por temas delicados, como ratos em canos ou buracos sei lá, não sei onde rato anda, comentamos os filmes da semana, claro. Lucky Number Slevin de 2006, meio que uma mistura de Tarantino e Guy Ritchie com o casal mais gostoso do mundo: Josh Hartnett e Lucy Liu (ambos no absoluto auge). E Marriage Story, um drama muito bem atuado, por Scarlett Johansson e Adam Driver, que ensinou algumas lições sobre o que fazer e não fazer num relacionamento.
Além disso tudo, estreamos um novo quadro, veja só.
Nesse quadro, escrevemos em pedaços de papel, vários elementos ou características que podem conter em filmes. Exemplo: tecnologia, natureza, armas, aviões e cavalos kkkk. Misturamos esses papéis e cada fubarino tira um com um elemento. Durante a semana precisamos pesquisar e assistir um filme que contenha os dois elementos sorteados. Nesse episódio os sorteados foram: bebida alcoólica e espadas. No próximo, iremos debater o filme pesquisado.
É isto, ouçam Fubar!!!!!
E-mail: [email protected]
Não esperavam por essa né? Episódio novo em tempo recorde. Neste, que irá pra a história como o melhor da biblioteca Fubar, falamos sobre a relação extrema de amor e ódio que o brasileiro tem por Chaves e Castelo Rá-Tim-Bum. Lemos uma lista das melhores séries de todos os tempos de acordo com o imdb, na cara dura mesmo, com os comentários embasados de sempre. E para os filmes da semana tivemos o sensacional Drive Angry e seus efeitos que custaram menos que o salário dos figurantes e o nacional O Homem que Desafiou o Diabo, com Marcos Palmeira dando o sangue e a piça pra quem quiser. Além de vários outros micro-assuntos dos quais seria impossível lembrar, tinha jogo do Flamengo 🤷
Ouça-nos, dê umas risadas e preencha aquele vazio dentro de você. Lhe falta Fubar.
E-mail: [email protected]
Sim amigos, o Fubar trupica mas não cai. Um atraso de quase um mês devido os piores fatores que assolam a humanidade, doença e trabalho, não bastou para nos matar de vez. Em compensação trazemos o melhor episódio da história. Falamos do painel da Marvel na Comic Con, projeto a projeto, com sangue nos olhos e desesperança no coração, ponderamos o que seria da humanidade em um apocalipse símio, falamos qualquer bobagem sobre música pra manter essa temática viva e como sempre, analisamos os filmes da semana: Bronson de 2008, com Tom Hardy careca batendo em guardas ensopado de óleo de bebê e Jason and The Argonauts de 1963 e seus estonteantes efeitos de bonequinhos, massinhas e demais materiais encontrados no jardim de infância.
Pedimos desculpas pelo atraso, mas alertamos que não será a última vez. Nos ouça, nos siga, nos deixe famosos e ricos, aí poderemos viver só com essa bobeira e não atrasar os episódios.
E-mail pros cupinxas: [email protected]
Atraso um pouco mas chegou. O podcast que diferente de uma pizza grande, não alimenta a família dos que o fazem acontecer. Talvez o melhor episódio até hoje, certamente o mais musical. Pedrin “ El Perro Dorado” e Bruno “Il Ragazzone” simplesmente jorram conhecimento em música de todos os estilos, principalmente do bom e velho roque (inserir aqui imagem de caveira de moto com revólver ou instrumento musical elétrico pegando fogo). Além disso, um giro básico pelas notícias menos importantes quiçá do planeta. Dua Lipa seria uma boa Zatanna? A resposta é talvez, e o desenvolver desta você encontra nesse episódio. E como sempre, tivemos os filmes da semana. O melancólico e aconchegante Stand By Me de 1986, e o filme que define tudo que passava na Band em horários noturnos, Pitch Black (ou o primeiro filme do Riddick) de 2000. Pouco mais de 2h de muita informação inútil, besteira, futilidade e diversão (pelo menos da nossa parte). Compartilhe com seus chegados e vamos fazer este pequeno projeto, um gigante do entretenimento.
E-mail fubarinks: [email protected]
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