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No início do verão de 1764, uma jovem chamada Marie Jeanne Vallet, enquanto estava no pasto cuidando do gado, na cidade de Gévaudan, avistou um estranho animal. Ele aproximou-se rapidamente para atacá-la, mas os touros do rebanho ficaram agitados e partiram para cima daquele estranho animal, o afastando. Pouco tempo depois, Janne Boulet, de 14 anos, foi encontrada morta. Essa foi a primeira vítima registrada da estranha besta.
Marie Jeanne teria descrito a besta em poucas palavras: era ‘como um lobo, mas não um lobo’. Já em outros relatos, a descrição que ela teria feito do animal foi muito mais precisa:
“grande como um bezerro, peito largo, pescoço robusto, orelhas eretas, focinho de galgo, boca negra com dois dentes laterais longos e afiados, cauda franjada e uma listra que vai do alto da cabeça à extremidade da própria cauda. Move-se dando grande saltos.”
Hoje vamos conhecer a história da Besta de Gévaudan.
A cultura pop está repleta de personagens famosos por seus dons de investigação, como Sherlock Holmes, de Arthur Conan Doyle, ou Hercule Poirot, de Agatha Christie, e que nos fascinam por suas habilidades em desvendar casos insólitos. No entanto, conhecemos poucas histórias reais de detetives que resolveram casos que desafiam a própria ficção. No episódio de hoje vamos conhecer a incrível história de Robert Ledru, um investigador francês que resolveu o caso de um assassinato da maneira mais inesperada que você pode imaginar.
Muitas culturas em épocas diferentes apresentaram lendas e mitos a respeito de cidades perdidas, locais que esconderiam muita riqueza e mistérios indecifráveis. As minas do rei Salomão, Atlântida, Eldorado, dentre outras, sempre povoaram a imaginação de pessoas que sonhavam em descobrir seus segredos. Isso sempre pareceu um pouco distante da realidade brasileira, no entanto, após a descoberta de um manuscrito na Biblioteca Imperial e Pública da Corte, no ano de 1839, esse mito chegou mais próximo de nós. O manuscrito 512 é um relato fantástico sobre uma cidade perdida no interior da Bahia que instigou muitos pesquisadores da época, dentro e fora do Brasil.
Tudo começou quando o pai de Mats escreveu no blog do filho um agradecimento a todos que o acompanhavam, mas que infelizmente Mats não havia resistido e havia partido desse para um mundo melhor. Após receber uma enxurrada de respostas lamentando o falecimento do filho, Robert Steen descobriu que elejá vivia em um mundo melhor muito antes de sua morte, aos 25 anos de idade.
Hoje vamos conhecer a história do mundo secreto de Mats Steen, uma triste mas incrível história de alegria e sofrimento.
Hoje vamos conhecer a história de mais um famoso experimento do século XX, que flertou com os limites da obediência e da maldade humana e que, inclusive, serviu de inspiração para o experimento de Stanford. A história de hoje é sobre o Experimento Milgran.
Era uma tranquila e quente manhã de Agosto, um domingo em Palo Alto, Califórnia, quando um carro da polícia percorreu parte da cidade apreendendo estudantes universitários por furto e assalto à mão armada. Os suspeitos eram acusados, informados dos seus direitos legais e levados de suas casas, enquanto vizinhos curiosos observavam a cena sem entender o que estava acontecendo. Após uma revista, eram colocados no banco traseiro do carro da polícia e transportados para a delegacia com as sirenes ligadas.
Parecia uma grande operação policial que havia conseguido pegar uma gangue de estudantes universitários assaltantes, mas o que ninguém sabia naquele momento era que toda essa cena – que nem mesmo os estudantes estavam entendendo direito – fazia parte de um dos experimentos psicológicos mais famosos do século XX.
Hoje vamos conhecer a história do Experimento da Prisão de Stanford.
O Triângulo da Bermudas foi por muitos anos um lugar de grande mistério, onde barcos, navios e aviões sumiam sem deixar nenhum registro. As histórias a respeito desse lugar ficaram muito famosas nos anos 70 e 80, principalmente após o lançamento do livro chamado “O Triângulo das Bermudas”, de Charles Berlitz, em 1974. Nesse livro são relatadas muitas histórias sinistras e tentativas esdrúxulas de explicação para certos acontecimentos teoricamente inexplicáveis. Mas o livro de Berlitz apenas popularizou lendas sobre esse local, pois misturava fatos com claras invenções literárias do autor, com o intuito de vender mais livros. Mas de onde ele tirou suas ideias? Hoje vamos conhecer a primeira história de desaparecimento no Triângulo das Bermudas a ter uma grande repercussão e que inspirou o início das pesquisas dos entusiastas do tema. O desaparecimento do vôo 19.
Hoje você irá conhecer a história do primeiro crime homofóbico da história do Brasil, a execução na boca de um canhão do indígena conhecido como Tibira do Maranhão.
A cultura pop está repleta de séries, filmes e documentários sobre assassinos em série, mortes misteriosas e lugares que aparentam atrair tragédias e isso vem chamando a atenção do público que tenta entender os motivos por trás de tantas atrocidades. De maneira geral, com algumas poucas exceções, as histórias que chegam até nós acontecem sempre nos EUA. Mas assassinos que matam repetidas vezes sem aparente motivo ou por motivos que não entendemos, utilizando um mesmo modus operandi, ou lugares que são palco de repetidas mortes, não são específicos de um só lugar, de uma classe social ou de uma determinada época, infelizmente eles podem surgir em qualquer lugar e em qualquer época. Hoje vamos conhecer a história de Diogo Alves e do aqueduto que atormentou e mexeu com a imaginação da cidade de Lisboa no século XIX.
Durante o século XVI as viagens pelo oceano atlântico eram vistas como as mais perigosas que poderiam ser feitas por qualquer navegante, mesmo um experiente. Poucos se aventuravam naquelas águas agitadas, e atravessar o atlântico em direção ao novo mundo poderia ser uma aventura mais perigosa do que muitas pessoas poderiam prever, mesmo que a imaginação da época fosse povoada por lendas marítimas. A história que estamos prestes a conhecer vai mostrar que os perigos dessas viagens iam além das lendas, e que a realidade poderia ser bem mais assustadora do que os viajantes europeus poderiam imaginar. A história de hoje é sobre o ataque que a nau portuguesa chamada Santiago sofreu no ano de 1570.
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