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Contagem do Tempo
A Contagem do Tempo na História varia de acordo com cada povo e época. Os primeiros povos fizeram seus calendários tendo como referência os ciclos da natureza, suas crenças e seus costumes. Por isso, nem todos os países seguem o mesmo calendário.
Tempo Cronológico e Tempo Histórico
O tempo cronológico é definido como o tempo onde se desenrolam as atividades humanas: nascimento, crescimento, ir para a escola, as festas, etc.
O tempo histórico são os acontecimentos que marcam um povo, uma nação, ou as vezes a humanidade. Como exemplo poderíamos citar uma guerra, a construção de uma grande obra, a descoberta da cura de uma doença, etc.
Como nem sempre o tempo cronológico e o histórico coincidem, existem povos que vivem diferentes momentos históricos no mesmo tempo cronológico.
Exemplo: apesar de vivermos numa sociedade informatizada, várias pessoas ainda não têm acesso a essa tecnologia. Mesmo dentro da sociedade informatizada existem vários níveis de conexão também.
A intervenção comunitária, de forma geral, é um processo que tem por objetivo criar condições que permitam melhorar a vida das populações, aumentando o seu bem-estar.
Prof. Mestre Ovídio da Conceição Batista Júnior. Mestre em Letras - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Pós Graduado em Gestão Estratégica (2009). Formado em GERÊNCIA DE MARKETING pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (2007). Foi professor local na UNIDERP-ANHANGUERA no curso Tecnologia e Gestão de Marketing para Pequenas e Médias Empresas e atuou como Coordenador Acadêmico até dezembro de 2011. Atualmente é Analista de Sistema Jr na TELEVISÃO MORENA LTDA. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Mercadologia, atuação como formador em disciplinas do sistema e-TEC BRASIL, Atuou como professor de Qualificação Profissional no Projeto Projovem Urbano, na EE Dolor Ferreira de Andrade e lecionou na escola Clarinda Mendes de Aquino - PRONATEC. Atua como docente no Curso Técnico de Comunicação Visual1 no CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EZEQUIEL FERREIRA - CEPEF.
As mudanças climáticas são alterações no estado do clima da Terra que persistem por um longo período de tempo. Esse fenômeno, que foi observado em toda a história da Terra, pode ter origem natural ou antrópica.
Atualmente essas mudanças têm ocorrido de forma intensa em razão da ação do homem. Será???
UM NOVO NORMAL TAMBÉM NA ESCOLA.
Embora ainda incerta a data da volta às aulas presenciais em muitos estados e municípios, as escolas já estão se preparando para receber seus alunos, não da mesma maneira como retornavam das férias, mas com uma experiência vivida que pode ter deixado diversos impactos negativos, não apenas na aprendizagem, mas no desenvolvimento socioemocional causado pelo isolamento social e distanciamento escolar.
O primeiro ponto a ser pensado é que neste momento os sentimentos deverão ser acolhidos, e a maneira como isso será feito será primordial para tudo o que virá depois. Diversos são os motivos para o acolhimento, nossas crianças passaram por experiências de luto próximas a elas, de familiares, amigos e pessoas conhecidas, e as perdas vividas precisam ser tratadas de maneira especial.
Além disso, as mudanças de rotina que ocorreram, em suas vidas e na vida dos pais, irão novamente se transformar. Se foi difícil de repente estarem todos em casa, mudar a rotina novamente, e se ausentar da segurança que o lar representa, pode também gerar alguns impactos. Principalmente aos menores, todo um período de readaptação à escola e de afastamento dos pais terá que ser feito novamente.
Há ainda o medo da doença, da contaminação. O medo dos adultos influenciam diretamente as crianças, portanto teremos que lidar com níveis diferentes de ansiedade, pois as crianças trarão de casa toda uma bagagem do que vivenciaram e vivenciam desde o início da pandemia.
A melhor forma de acolher os pequenos é ajudá-los a lidar com os próprios sentimentos, através de momentos de conversa, de escuta individual e coletiva. Não minimize o sentimento da criança. Zelar pela segurança e pela saúde dentro da escola trará para eles também mais confiança e segurança.
A escola deverá ser divertida, um lugar agradável para estar, por mais responsabilidades que se tenha dentro dela, o lúdico deve estar sempre presente, os jogos, a música, as brincadeiras.
Neste momento, os pais devem ser um grande aliado da escola, e essa aproximação é fundamental para que tudo dê certo, tanto em relação aos cuidados necessários para que a pandemia se mantenha controlada, como para que as questões emocionais das crianças possam ser trabalhadas.
O professor é uma figura fundamental, é o que está mais próximo fisicamente e emocionalmente da criança, é ele que ela irá procurar se sentir-se insegura ou desconfortável. Este deve sempre estar atento ao comportamento de seus alunos, bem como ao desempenho escolar, e se necessário, juntamente com a família, encaminhar para profissionais que poderão ajudá-los.
É ainda importante desenvolver a empatia dos alunos, ser tolerante em relação aos conteúdos a serem cumpridos, rever as expectativas e objetivos para o semestre letivo. Avaliar o aluno, observar os que necessitam de maior apoio pedagógico, verificar conteúdos e disciplinas a serem priorizados, pensar atividades e estratégias para repor aquilo que não foi alcançado é também papel do professor.
Adequar o aprendizado significa ter o foco na aprendizagem do que é mais importante, desenvolver as habilidades socioemocionais previstas na BNCC, reorganizar conteúdos de acordo com a nova realidade educacional, rever e adaptar objetivos. Avaliar e criar estratégias de recuperação da aprendizagem, disponibilizar meios tecnológicos e outros recursos de complementação da aprendizagem.
A pandemia acentuou a diferença entre aqueles que tinham mais dificuldades de aprender; exigiu um novo educador, que precisou se reinventar, teve que se adaptar à novas tecnologias, novas metodologias, transformando-se. Agora é preciso estabelecer metas de aprendizagem diferentes para crianças com níveis de aprendizado diferentes.
A inclusão de todos na escola é um direito antes, durante e depois da pandemia. (GLEIDIS R. GUERRA).
Hoje, é comemorado o dia do professor de Geografia. O momento é oportuno para destacar a importância deles na vida dos estudantes. Uma curiosidade: o dia do professor de Geografia foi instituído no dia 26 de junho por ter sido nessa data que a profissão de Geógrafo foi legalizada, conforme a Lei nº 6.664/1979. Existe uma carência de professores para a educação básica em todas as regiões do país. Segundo dados do Ministério da Educação, o Brasil precisaria de cerca de 17 mil docentes dessa área para suprir o déficit.
Nesse dia e em todos os outros, é importante não confundir a atuação dos professores de Geografia com a de geógrafos. O primeiro tem o título de licenciado e pode dar aulas para turmas de ensino fundamental e ensino médio, já o geógrafo é o profissional que tem bacharelado em Geografia e pode assumir cargos técnicos desde que esteja associado ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) de seu estado.
A diferença entre as duas habilitações é o foco do curso. O bacharelado tem o objetivo de formar profissionais para a indústria, enquanto a licenciatura forma profissionais para a área de educação. Para trabalhar com geografia, é preciso gostar de estudar e compreender a relação do meio ambiente com o ser humano. Por isso, a curiosidade e um grande senso de observação são detalhes que fazem a diferença na profissão.
A importância do trabalho do Geógrafo na sociedade encontra-se em seu nível de abrangência. A ciência geográfica intersecciona-se com inúmeros outros campos do conhecimento, como o urbanismo, a economia, a sociologia, a biologia, entre inúmeras outras áreas. Isso ocorre porque se trata de uma ciência horizontal, isto é, seu diferencial não está em compreender um tema específico, mas abordar os mais diversos conhecimentos a partir de um categorial próprio, do qual se destaca o espaço geográfico.
É preciso, porém, desfazer alguns mitos com relação à Geografia. O primeiro deles é de que essa ciência estuda as capitais, bandeiras e nomes de moedas dos países, sendo obrigação do professor da área saber todas de cor. Isso não é verdade, tanto é que tal concepção nem está prevista na grade curricular do curso.
O mais importante para o geógrafo é compreender as manifestações socioespaciais, no sentido de empreender um estudo sobre como as técnicas, as ações humanas e o comportamento do espaço, dos territórios, das regiões, das paisagens e dos lugares transformam-se com o passar do tempo.
Dentre as principais áreas da Geografia, podemos citar:
Geografia Urbana;
Geografia Agrária;
Geopolítica;
Demografia;
Geografia econômica;
Geografia Cultura;
Geografia da Religião;
Turismo (ou Geoturismo);
Geomorfologia;
Climatologia;
Hidrografia / hidrologia;
Biogeografia;
Cartografia.
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Letras
Não sou escravo de ninguém
Viajamos sete léguas
Mas sou metal, raio, relâmpago e trovão
Reconheço meu pesar
O que venho encontrar
Minha terra é a terra que é minha
Quase acreditei na sua promessa
Quase acreditei, quase acreditei
Olha o sopro do dragão, olha o sopro do dragão
É a verdade o que assombra
Tenho os sentidos já dormentes
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Não me entrego sem lutar
Tudo passa, tudo passará
E nossa história não estará pelo avesso
E até lá, vamos viver
Fonte: Musixmatch
Compositores: Renato Manfredini Junior / Eduardo Dutra Villa Lobos / Marcelo Augusto Bonfa
Letra de Metal contra as nuvens © Coracoes Perfeitos Edicoes Musicais Limitada
Disponível em
Spotify
As criptomoedas prometem muita lucratividade, mas quem investe não sabe se o mercado de bitcoin é confiável, de fato. A falta de regulamentação pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a oscilação no valor da moeda são alguns fatores que tornam essa uma aplicação muito arriscada.
https://www.instagram.com/mateusabrita/
Olá tudo bem com vocês, eu sou o professor Fabiano Galhardo de Geografia e Especialista em Educação Especial e Inclusiva e Pós graduando em geografia, história e meio ambiente, e hoje vamos ouvir de filosofia com o Professor José Barreto dos Santos, nosso amigo Prof. Zeca....
Bacharel em Ciências Econômicas,
Mestre em educação,
Doutor em Educação pela Unicamp/SP,
Atualmente é professor da graduação nas áreas de letras, artes cênicas e geografia pela universidade estadual de Mato Grosso do Sul/UEMS.
Ele trabalha com os fundamentos em história e filosofia da educação, atuando nas linhas temáticas: estado - educação - políticas públicas e sociedade.
Pensar que algo é melhor, mas desejar fazer o seu contrário: eis o dilema ético que todos enfrentamos e que também foi objeto de reflexão do filósofo estagirita, Aristóteles. O problema reside em saber como podemos conciliar o pensamento com o desejo, ou seja, como podemos desejar isto mesmo que pensamos ser o melhor a ser feito. Esta conciliação pressupõe, na filosofia aristotélica, uma boa comunicação entre a razão e o desejo. O ponto problemático é saber como o pensamento ou a razão (logos) se comunica com esta parte de nós não racional e, muitas vezes, avessa aos ditames da razão, o desejo (orexis). O objetivo deste texto, portanto, é compreender como ocorre a comunicação entre a razão e o desejo e, consequentemente, qual seria o limite da atuação da razão sobre o desejo segundo Aristóteles. É sabido que esta comunicação se efetiva por meio de elogios e censuras, sendo certamente persuasiva. Trata-se de uma razão que se esforça por convencer o desejo a seguir o que ela diz que é correto. E se o desejo pode e deve ser persuadido pela razão, então ele é uma capacidade não racional que, em alguma medida, raciocina ou, nas palavras de Aristóteles, participa (metexein) da razão. A dificuldade, portanto, é estabelecer o limite desta racionalidade inegavelmente atribuída ao desejo pelo estagirita, pois, se, por um lado, não se deve confundir desejo e razão, por outro, tampouco o desejo seria uma faculdade surda à voz da razão e incapaz de se comunicar com ela.
Resumo: Pensar que algo é melhor, mas desejar fazer o seu contrário: eis o dilema ético que todos enfrentamos e que também foi objeto de reflexão do filósofo estagirita, Aristóteles. O problema reside em saber como podemos conciliar o pensamento com o desejo, ou seja, como podemos desejar isto mesmo que pensamos ser o melhor a ser feito. Esta conciliação pressupõe, na filosofia aristotélica, uma boa comunicação entre a razão e o desejo. O ponto problemático é saber como o pensamento ou a razão (logos) se comunica com esta parte de nós não racional e, muitas vezes, avessa aos ditames da razão, o desejo (orexis). O objetivo deste texto, portanto, é compreender como ocorre a comunicação entre a razão e o desejo e, consequentemente, qual seria o limite da atuação da razão sobre o desejo segundo Aristóteles. É sabido que esta comunicação se efetiva por meio de elogios e censuras, sendo certamente persuasiva. Trata-se de uma razão que se esforça por convencer o desejo a seguir o que ela diz que é correto. E se o desejo pode e deve ser persuadido pela razão, então ele é uma capacidade não racional que, em alguma medida, raciocina ou, nas palavras de Aristóteles, participa (metexein) da razão. A dificuldade, portanto, é estabelecer o limite desta racionalidade inegavelmente atribuída ao desejo pelo estagirita, pois, se, por um lado, não se deve confundir desejo e razão, por outro, tampouco o desejo seria uma faculdade surda à voz da razão e incapaz de se comunicar com ela.
Prof. Esp. Fabiano do Carmo Galhardo
ID Lattes: 2776753054317159
(Código de Defesa do Consumidor - Lei 8078/90 | Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990).
Hoje ouvimos um pouco sobre o direito do consumidor durante a pandemia do corona vírus, tirando nossas dúvidas o nosso convidado desse Podcast o nosso amigo Dr. Leandro A. Provenzano.
E como foi sugerido durante o Podcast, segue o contato do Dr. Leandro Provenzano onde ele tirará toda dúvida sobre o seu direito como consumidor e também para os pequenos e médios empreendedores, ou deixe seus comentário no nosso Podcast que teremos o maior prazer e responder os seus questionamentos.
(67) 3326-2476 (Provenzano Advogados).
www.provenzano.adv.b
Provenzano Advogados é um escritório com ampla atuação na área jurídica que visa atender pessoas físicas e jurídicas com o máximo de qualidade, agilidade e eficiência, buscando sempre a satisfação e a preservação dos direitos e interesses. Esta característica se revela na solidez de sua estrutura, na organização de seu espaço físico e no constante investimento em seu corpo jurídico-administrativo.
Direito do Consumidor: O escritório está capacitado para defender tanto o interesse dos consumidores, quanto das empresas, em demandas judiciais, administrativas (Procon) e consultivas.
Atuamos em demandas envolvendo todas as matérias de direito do consumidor, dentre elas, no que se refere a todos os tipos de seguros, transportes aéreos, planos de saúde, restrições nos serviços de proteção ao crédito, direito bancário, e serviços em geral como operadoras de telefonia (móvel e fixa), abastecimento de água e fornecimento de energia elétrica.
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