GeSeu Archives - Chutando a Escada

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By Filipe Mendonça e Geraldo ZahranNewsScienceSocial SciencesGovernmentPolitics
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GeSeu Archives - Chutando a Escada episodes

  • Democracia hackeada? O peso das Big Techs no 2º turno

    Quem realmente governa a esfera pública no Brasil: as nossas leis e instituições ou os algoritmos das grandes corporações de tecnologia? Em meio a uma disputa eleitoral de segundo turno extremamente acirrada, o debate político ultrapassou os palanques tradicionais e se instalou no coração da infraestrutura digital. Mas até que ponto o Estado brasileiro possui soberania para conter o impacto de deepfakes, desinformação e microtargeting de dados?

    Neste episódio, Flávio Lira, do Grupo de Estudos da Eurásia (GEsEu/UNIPAMPA), recebe Bruno Mello Corrêa de Barros Beuron, professor de Direito da SOBRESP e pós-doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para uma análise aprofundada sobre os dilemas da soberania digital no Século XXI. Discutimos o papel geoestratégico das Big Techs, a assimetria de poder entre o setor público e o Vale do Silício, e a eficácia das regras do TSE no enfrentamento das novas ameaças à integridade do pleito.

    Além disso, investigamos os limites da atuação judicial, o debate constitucional sobre liberdade de expressão versus moderação de conteúdo e os riscos de o país depender de infraestruturas tecnológicas estrangeiras. Uma conversa indispensável para entender como dados, tecnologia e poder político interagem na reta final das eleições. Aperte o play e confira!

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    Participaram deste episódio: Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) e Bruno Mello Corrêa de Barros Beuron (Sobresp/UFSM).
    Inserção musical no final: Amanda Magalhães
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    Citados no episódio

    • BEURON, Bruno Mello Corrêa de Barros. A “geopolítica das plataformas” e a reconfiguração do Estado-nação contemporâneo: as big techs como atores políticos globais e o desafio da soberania digital. In: A Nova Ordem: Geopolítica, Big Techs e as Fronteiras da Globalização. E-book. Disponível em: PDF.
    • DALLARI, Dalmo de Abreu. Elementos de teoria geral do Estado. São Paulo: Saraiva, 1972. Mencionado em entrevista.
    • CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. Mencionado em entrevista.
    • ZUBOFF, Shoshana. A era do capitalismo de vigilância: a luta por um futuro humano na nova fronteira do poder. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2021. Mencionado em entrevista.
    • SUNSTEIN, Cass R. Republic.com. Princeton: Princeton University Press, 2001. Mencionado em entrevista.
    • BRASIL. Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil (Marco Civil da Internet). Brasília, DF: Presidência da República, 2014.
    • BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Brasília, DF: Presidência da República, 2018.
    • BRASIL. Emenda Constitucional nº 115, de 10 de fevereiro de 2022. Inclui a proteção de dados pessoais entre os direitos e garantias fundamentais. Brasília, DF: Congresso Nacional, 2022.
    • BRASIL. Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997. Estabelece normas para as eleições. Brasília, DF: Presidência da República, 1997.
    • BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Resolução nº 23.610, de 18 de dezembro de 2019. Dispõe sobre propaganda eleitoral. Brasília, DF: TSE, 2019.
    • BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Resolução nº 23.755, de 2026. Altera a Resolução nº 23.610/2019 e estabelece limites para o uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral. Brasília, DF: TSE, 2026.
    • ESTADOS UNIDOS. Clarifying Lawful Overseas Use of Data Act (CLOUD Act). Washington, DC, 2018. Mencionado em entrevista.
    • Artigos de Bruno Mello Corrêa de Barros Beuron

      • BEURON, Bruno Mello Corrêa de Barros. Colonialismo de dados, obscurantismo tecnológico e opacidade informacional: os novos riscos e desafios de proteção dos direitos fundamentais e da soberania digital no ângulo da governança pública digital. Revista Democracia Digital e Governo Eletrônico. Disponível em: https://buscalegis.ufsc.br/revistas/index.php/observatoriodoegov/article/view/404.
      • BEURON, Bruno Mello Corrêa de Barros; MOTA, Luiza Rosso; ALMANÇA, Camille Hilgemann. Inteligência artificial e manipulação comportamental: interferências nos processos democráticos na sociedade contemporânea. Diké: Revista Jurídica, v. 24, n. 28, p. 18-39, 2025. Disponível em: https://periodicos.uesc.br/index.php/dike/article/view/4633.
      • BEURON, Bruno Mello Corrêa de Barros; CRISTÓVAM, José Sérgio da Silva. Do coronelismo eletrônico ao colonialismo digital: perspectivas históricas de concentração hegemônica de poder tecnológico e os riscos à soberania digital. Revista do Curso de Direito do UNIFOR-MG, Formiga, v. 16, n. 3, e252415, jul./dez. 2025. Disponível em: https://revistas.uniformg.edu.br/cursodireitouniformg/article/view/2415.
      • BEURON, Bruno Mello Corrêa de Barros. Imperialismo tecnológico x soberania digital: dilemas, desafios e enfrentamentos na administração pública federal. E-book. Prisma Assessoria Acadêmica e Editorial. Disponível em: Google Drive.
      • Indicações do convidado

        • MAESTRI, Letícia de Almeida; NUNES, Yasmin Soares. A outra face do imperialismo: o controle de dados e a soberania digital. Revista de Ciências do Estado, Belo Horizonte, v. 10, n. 1, p. 1-21, 2025. DOI: 10.35699/2525-8036.2025.52310.
        • ZUBOFF, Shoshana. A era do capitalismo de vigilância: a luta por um futuro humano na nova fronteira do poder. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2021.
        • MOROZOV, Evgeny. Big Tech: a ascensão dos dados e a morte da política. São Paulo: Ubu Editora, 2018.
        • Capítulos:

          00:00:00 — Abertura: quem manda no debate público, a Constituição ou os algoritmos?
          00:02:00 — O que é soberania digital no século XXI e onde o Brasil está
          00:13:00 — Big techs, conflito de jurisdições, lobby e assimetria de poder
          00:28:30 — Segundo turno: deepfakes, inteligência artificial e as regras do TSE
          00:36:30 — Grupos fechados, LGPD e disparos em massa
          00:44:00 — Liberdade de expressão ou censura? Os modelos americano, chinês e europeu
          00:51:00 — Data centers, nuvem e a possibilidade de uma IA soberana
          01:04:00 — Uma lei para aprovar amanhã e um recado ao eleitor

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          38 min
        • A nova geopolítica do clima: quem dita as regras em um mundo em ebulição?

          Deslizamentos de terra catastróficos atingiram a fronteira entre o Nepal e a China, deixando centenas de mortos e reacendendo a pergunta sobre até que ponto ainda é possível separar desastre natural de desastre político. Em parceria com o GEsEu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) recebe Helena Margarido Moreira, doutora em Geografia pela USP e professora de Relações Internacionais na FECAP, e Fernanda Mello Sant’Anna, professora do Departamento de Relações Internacionais da UNESP e do Programa San Tiago Dantas, para discutir por que a vulnerabilidade aos eventos extremos é social e politicamente construída, e como o conceito de zonas de sacrifício explica quem paga o preço mais alto da crise climática.

          A conversa avança pela disputa entre China e Estados Unidos pelo controle das tecnologias de transição energética, pelo negacionismo climático como estratégia do neoliberalismo autoritário e pela pergunta se as instituições multilaterais ainda têm capacidade de conter Estados negacionistas. No fechamento, Helena e Fernanda indicam leituras essenciais sobre clima e política, avaliam se existe algum país fazendo a lição de casa e apontam motivos para manter alguma esperança. Aperte o play.

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          Participaram deste episódio: Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu), Helena Margarido Moreira (FECCAP) e Fernanda Mello Sant’Anna (UNESP).
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          Citados no episódio

          • MARQUES, Luiz. Capitalismo e Colapso Ambiental. Campinas: Editora da Unicamp, 2015. Mencionado em entrevista.
          • MARQUES, Luiz. O Decênio Decisivo: Propostas para uma Política de Sobrevivência. São Paulo: Elefante, 2023. Mencionado em entrevista.
          • KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A Queda do Céu: Palavras de um Xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Mencionado em entrevista.
          • LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos: Ensaio de Antropologia Simétrica. Rio de Janeiro: Editora 34, 1994. Mencionado em entrevista.
          • RAFFESTIN, Claude. Por uma Geografia do Poder. São Paulo: Ática, 1993. Mencionado em entrevista.
          • HOMER-DIXON, Thomas. Environment, Scarcity, and Violence. Princeton: Princeton University Press, 1999. Mencionado em entrevista.
          • Capítulos:

            00:00:00 — Abertura: os deslizamentos entre Nepal e China e o “novo normal” climático
            00:03:59 — Desastre natural ou desastre político? Zonas de sacrifício e vulnerabilidade social
            00:17:36 — Extrativismo verde: minerais críticos e a nova corrida geopolítica
            00:24:04 — A dupla identidade chinesa: maior poluidor e líder em tecnologia limpa
            00:33:50 — Negacionismo climático como estratégia do neoliberalismo autoritário
            00:42:14 — Segurança ambiental e a crise das instituições multilaterais
            01:00:19 — Sul Global: colonialidade climática e a disputa por reparações
            01:09:02 — Bate-bola final: livros, países-exemplo e motivos para esperança

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            1 hr 19 min
          • Muito além do pânico: a verdade sobre a crise de Ceuta

            Há algumas semanas, dezenas de milhares de pessoas cruzaram de forma repentina a fronteira de Ceuta, o pequeno enclave espanhol cravado no norte da África, e as imagens tomaram as manchetes internacionais em meio a discursos de invasão e um verdadeiro pânico moral. Em parceria com o GEsEu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) recebe Nathaly Xavier Schutz (UNIPAMPA/UFSM), doutora em Ciência Política pela UFRGS, para ir além do sensacionalismo e entender as raízes históricas da presença espanhola em Ceuta e Melilla, a doutrina do Grande Marrocos e o modo como o controle fronteiriço se tornou moeda de barganha geopolítica entre Rabat, Madri e Bruxelas.

            A conversa percorre a diferença entre jovens marroquinos, migrantes subsaarianos e refugiados que usam o Marrocos como rota para a Europa, a desinformação que motivou a travessia em massa e o modo como a extrema direita europeia, de Vox a Giorgia Meloni, instrumentalizou a crise para reforçar o discurso antiimigração. Nathaly também analisa a política da Fortaleza Europa, que terceiriza o controle migratório para países do norte da África, e defende que a própria Europa não teria como se sustentar sem a mão de obra imigrante que tanto teme. Aperte o play.

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            Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) e Nathaly Xavier Schutz (UNIPAMPA/UFSM).
            Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts.

            Capítulos:

            00:00:00 — Abertura e pedido de apoio
            00:06:00 — Ceuta e Melilla: dois enclaves espanhóis na África
            00:16:00 — Saara Ocidental e a doutrina do Grande Marrocos
            00:20:00 — Colapso de segurança ou vista grossa marroquina?
            00:27:00 — A fronteira como arma de barganha geopolítica
            00:41:00 — Como a extrema direita instrumentalizou a crise
            00:54:00 — Fortaleza Europa: terceirizar o controle migratório
            01:09:00 — O futuro de Ceuta e o que a União Europeia precisa mudar

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            41 min
          • Uzbequistão entra em campo

            Em 2025, o Uzbequistão conquistou a primeira vaga da história de um país da Ásia Central em uma Copa do Mundo, um feito que o governo de Shavkat Mirziyoyev rapidamente incorporou à narrativa do “novo Uzbequistão”. Em parceria com o GEsEu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) recebe Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE), um dos maiores especialistas brasileiros no país, para usar essa classificação como ponto de partida de uma leitura de longo prazo sobre o Uzbequistão contemporâneo.

            Guilherme percorre dois mil anos de história da região, da Rota da Seda ao império de Tamerlão, até a delimitação nacional soviética de 1924, que deu origem ao Uzbequistão como Estado. A conversa revisita a política externa de Islam Karimov, guiada por um único princípio, a defesa da soberania recém-conquistada, mesmo ao custo de aproximações e afastamentos sucessivos entre Moscou, Washington e Pequim. Já sob Mirziyoyev, o país transformou sua condição de duplamente sem litoral, característica que divide apenas com o Liechtenstein, em estratégia diplomática deliberada, equilibrando simultaneamente Rússia, China, Estados Unidos, Turquia, União Europeia e os países do Golfo. Aperte o play.

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            Participaram deste episódio: Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) e Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE).
            Capa do episódio: Reuters
            Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts.

            Capítulos:

            00:00 Abertura e a vaga inédita do Uzbequistão na Copa do Mundo
            04:00 Apresentação do convidado e o significado da classificação
            11:00 Onde fica o Uzbequistão e por que a região foi sempre disputada
            18:00 Da Rota da Seda a Tamerlão, dois mil anos antes da URSS
            24:00 A criação soviética do Estado uzbeque em 1924
            36:00 Independência e o pragmatismo de Islam Karimov
            47:00 Andijan e os limites da política externa isolacionista
            58:00 Mirziyoyev e a diplomacia multivetorial entre grandes potências

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            1 hr 15 min
          • Cazaquistão e a arte de equilibrar potências

            Em janeiro de 2022, o aumento no preço do gás numa pequena cidade do oeste cazaque desencadeou uma crise que levou tropas russas ao país pela primeira vez na história da aliança de defesa coletiva da Eurásia. O episódio colocou o Cazaquistão no radar internacional por alguns dias, mas o país logo voltou ao obscurecimento habitual: o nono maior território do planeta, o maior produtor global de urânio, com reservas que representam 14% do total mundial, raramente aparece nas análises de política internacional feitas no Brasil. Em parceria com o GeSeu, o Grupo de Estudos da Eurásia, da Universidade Federal do Pampa, este episódio apresenta uma análise densa do Cazaquistão contemporâneo. Flávio Lira (UNIPAMPA/GeSeu) conduz a conversa com Bruna Mandu (UFSM/GeSeu) e Luiz Lobo (UFSM/GeSeu), que percorrem a formação do Estado cazaque sob quase três décadas de Nursultan Nazarbayev, o modelo neopatrimonial que moldou suas instituições e a delicada questão étnica entre cazaques e russos.

            Na segunda parte, Bruna analisa o Janeiro Sangrento em detalhe: os protestos que eclodiram em Zhanaozen, se generalizaram pelo país e resultaram em mais de duzentos mortos, quatro mil feridos e dez mil detidos, além da primeira ativação do artigo 4 da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC) em toda a história da aliança. Luiz apresenta como Astana transforma seu potencial energético em instrumento diplomático: o Cazaquistão responde por cerca de 40% da produção mundial de urânio e destina 80% de suas exportações de petróleo à União Europeia, sustentando uma política externa multivetorial que recusa qualquer alinhamento exclusivo com Moscou, Pequim ou Washington. Bruna encerra com os quatro eixos que orientam a política externa cazaque até 2030: logística, transição energética, tecnologia digital e não proliferação nuclear. Aperte o play.

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            Participaram deste episódio: Flávio Lira (UNIPAMPA/GeSeu), Bruna Mandu (UFSM/GeSeu) e Luiz Lobo (UFSM/GeSeu).
            Inserção musical no final: Alim Beisembayev, pianista cazaque, vencedor do Leeds International Piano Competition 2021. Siga @alimbeisembayev no Instagram.
            Capa do episódio: Manifestações em Almaty, Petr Trotsenko/RFE/RL, 5 de janeiro de 2022
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            Capítulos:

            00:00 Abertura e apresentação do GeSeu

            07:00 A formação do Estado cazaque e a era Nazarbayev
            13:00 Pluralidade étnica, identidade nacional e política multivetorial
            22:00 A era Tokayev e o Janeiro Sangrento de 2022
            35:00 A OTSC e a intervenção russa na Ásia Central
            49:00 Cazaquistão como potência energética
            54:00 Os quatro pilares da política externa até 2030
            59:00 Considerações finais

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            33 min

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          Um podcast sobre política internacional e divulgação científica na área de Relações Internacionais.