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O compositor austríaco Franz Schubert viveu entre 1797 e 1828. Morreu aos 31 anos – jovem demais – e deixou uma obra marcante, tão vigorosa quanto enternecedora. A playlist de novembro reúne peças para piano que evidenciam o lirismo cristalino de Schubert.
A playlist de outubro reúne trechos de balés, entre aqueles que são habitualmente apresentados pelas grandes companhias de dança. Entre a seleção feita por Gioconda Bordon, obras memoráveis de Tchaikovsky, Debussy, Stravinsky, Minkus e Offenbach.
A playlist de setembro traz obras de Camille Saint-Saëns, compositor francês que nasceu em Paris, em 1835, e morreu na Argélia, em 1921. Sua obra musical abrange todos os gêneros possíveis – música de câmara e sinfônica, ópera, motetos, e ainda peças teatrais e ensaios.
A playlist de agosto é dedicada ao contratenor polonês Jakub Józef Orliński, de 31 anos, que vive um momento muito promissor em sua carreira. Gioconda Bordon selecionou peças de compositores italianos e poloneses que integram os álbuns lançados por Orliński. Também faz parte da seleção o Stabat Mater completo, de Vivaldi.
A playlist de julho destaca composições de Brahms e Shostakovich. Gioconda Bordon selecionou duas interpretações do Quarteto Belcea: o Sexteto n. 2, op. 36, de Brahms, com a solista Tabea Zimmermann e o violoncelista Jean-Guihen Queyras, e o Quinteto em sol menor, op. 57, de Shostakovich, com o pianista Piotr Anderszewski. Além do quarteto, os pianistas Nelson Freire e Alexander Melnikov também integram a playlist.
A playlist deste mês é totalmente dedicada a compositores poloneses. Além de Frédéric Chopin, celebrado pianista do qual ouviremos interpretações de Evgeny Kissin, Khatia Buniatishvili e Maurizio Pollini, a seleção conta com obras de Karłowicz, Szymanowski, Górecki, Penderecki e Żebrowski.
Neste mês, a playlist é dedicada a Piotr Beczala, tenor polonês responsável por abrir a Temporada Cultura Artística 2022. Gioconda Bordon escolheu algumas árias que fazem parte do repertório clássico dos cantores e que, por isso, mostram as qualidades únicas e sutilezas de cada um dos intérpretes.
O calendário litúrgico, fonte de inspiração fundamental para os compositores no período Barroco, gerou grandes obras da música ocidental. Dentre elas, as Paixões de Bach são obras sacras fundamentais do período.
Na playlist deste mês, poderemos ouvir algumas árias e coros da Paixão Segundo São Mateus, na interpretação da Akademie für Alte Musik Berlin e do RIAS Kammerchor, sob a direção de René Jacobs, e da Paixão de São João, gravada pelo English Baroque Soloists e The Monteverdi Choir, sob a direção de John Eliot Gardiner.
Gioconda Bordon retoma as playlists mensais inspirada pela retomada dos concertos presenciais: escolheu obras que gostaria de ouvir em uma sala de concertos. Intérpretes como Mitsuko Uchida e a Orquestra Real do Concertgebouw, Leif Ove Andsnes e a Orquestra de Câmara da Noruega e Maria João Pires e a Orquestra Mozart integram a seleção.
Nesta edição, Gioconda Bordon presta uma homenagem a Nelson Freire, pianista excepcional que nos deixou um imenso repertório. Gioconda separou mais de 15 horas de música para selecionar as peças que comporiam a playlist. Como resultado, temos composições de Chopin, Liszt, Debussy, Schumann, Villa-Lobos e Francisco Mignone, além de duas obras que Freire costumava tocar como bis e que se tornaram especiais.
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