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Um diagnóstico contundente sobre o apagão de governança no Setor Elétrico brasileiro (subsídios, insegurança jurídica e falta de planejamento). A lição final de Adriana é pragmática: o Estado não vai te salvar. É preciso que CEOs e Conselheiros sigam o exemplo de mobilização do setor mineral, superem a concorrência e se unam. Diante das crises atuais, ou os setores cooperam em rede para construir soluções técnicas, ou afundam juntos.
Fazer uma pracinha, pintar um muro ou patrocinar um museu não é mais sinônimo de "desenvolvimento social". A verdadeira sustentabilidade, cobrada pelos investidores e pelo clima, exige o empoderamento econômico do entorno da operação. Entenda por que a estratégia de resiliência de uma grande empresa passa, obrigatoriamente, por planejar o futuro e a economia do território onde ela atua — respeitando desde comunidades urbanas até povos originários.
O episódio mais denso da série. Baseada em Hannah Arendt, Adriana escancara como a omissão e o "silêncio covarde" destroem empresas e nações. Tragédias e fraudes sistêmicas não acontecem por falta de dados, mas porque conselheiros normalizam o erro para não desagradar. Refletindo sobre o paradoxo do progresso, ela deixa um recado visceral: no final do dia, a decisão e a reputação (o seu CPF) são solitárias. Faça da sua carreira uma obra-prima.
Enquanto o mundo busca democratizar o capital, o Brasil vive a "gangorra dos juros": poucas aberturas de bolsa (IPOs) e uma dependência brutal de dívidas e debêntures em um dos modelos de controle acionário mais concentrados do mundo. Diante desse cenário hostil, Adriana antecipa o que será exigido dos Conselheiros nas próximas Assembleias: letramento em IA, geopolítica e gestão de riscos extremos. Você está preparado?
A teoria é clara, mas como convencer a liderança a mudar? Em um debate profundo com os alunos, Adriana discute a falta de letramento corporativo, o uso equivocado do "greenwashing" e a resistência de Conselhos e fundadores em largar o modelo de comando e controle. Um bate-papo direto sobre como a tecnologia (IA) e as pressões dos investidores vão atropelar as empresas familiares que se recusarem a abrir o jogo e profissionalizar o capital.
O consenso da globalização de baixo custo acabou. Agora, a regra é investir pesado para garantir infraestrutura e cadeias de suprimento locais. Mas quem vai pagar essa conta? Adriana Solé revela a anatomia do capital: 47% do dinheiro mundial está na mão de fundos institucionais (como a BlackRock). Conheça as estratégias de Larry Fink para democratizar o investimento e por que o Conselho de Administração é a porta de entrada desse poder.
Quem realmente manda na economia mundial? O Estado não tem dinheiro; quem dita o jogo são as corporações. Neste episódio de abertura, Adriana Solé mostra como a Agenda ESG viveu seu auge na pandemia, mas sofreu um choque de realidade com a Guerra da Ucrânia e os conflitos no Oriente Médio. O mundo se fragmentou, a transição energética esbarrou na mineração "raiz" e a pauta ambiental virou questão de segurança nacional. Entenda por que a sobrevivência operacional é a única regra que sobrou.
Como sobreviver, liderar e se impor em estruturas corporativas rígidas e tradicionais?
Para chegar e se manter no topo dos Conselhos de Administração, a profissional precisa de estratégia, leitura ambiental afiada e zero vitimismo. Compreender a verdadeira estrutura de poder da empresa e saber exatamente a hora de se posicionar — ou a hora de se retirar de um ambiente tóxico com coragem — é o que diferencia as grandes líderes no mercado corporativo.
▶️ Inspire-se com esta visão cirúrgica sobre carreira, resiliência e o verdadeiro papel da mulher nos negócios.
O preço caríssimo de tentar agradar à pressão da internet sem planejamento estrutural.
A triste tragédia envolvendo o transporte do cão Joca escancarou um problema grave de gestão: empresas assumindo riscos operacionais para os quais não estão tecnicamente preparadas, apenas para ceder ao "efeito manada" e à cobrança das redes sociais. O resultado? Uma crise de imagem irreparável e custos judiciais e reputacionais altíssimos.
▶️ Assista e veja por que a gestão de risco de um conselho nunca pode ser baseada apenas na pressão pública.
Você sabe exatamente qual é a linha que separa a execução da direção?
O diretor executivo é cobrado para entregar resultados de curto prazo e garantir o fechamento do caixa. Já o Conselho de Administração existe para blindar o futuro e direcionar a rota. Mas assumir essa cadeira exige coragem: os conselheiros respondem na pessoa física (CPF). Se a gestão de risco falhar por omissão, a conta civil e criminal chega.
▶️ Dê o play e entenda o peso real e as responsabilidades jurídicas de fazer parte de um conselho.
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