Em 2020, essas Concentrações Urbanas somaram 40,5% do PIB, uma redução de 2,3 pontos percentuais ante o peso de 2019″, frisou o IBGE. Os maiores geradores de riqueza naquele ano foram: São Paulo (com uma fatia de 9,8% do PIB brasileiro), Rio de Janeiro (4,4%), Brasília (3,5%), Belo Horizonte (1,3%), Manaus (1,2%), Curitiba (1,2%), Osasco (SP, 1%), Porto Alegre (1%), Guarulhos (SP, 0,9%) e Campinas (SP, 0,9%).