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Ser bom tecnicamente + inglês fluente = vaga na gringa, certo?NOPE. Faltou a parte que ninguém te conta: quem mais contrata brasileiro lá fora é STARTUP. E startup contrata quem entende como startup funciona.Nesse episódio a gente recebe o Lucas, fundador da Briefer (startup que passou pela Y Combinator), hoje na Resend, com passagens por uma early stage em Londres e pela Elastic. Ou seja: o cara já viu esse filme de todos os lados, inclusive do lado de quem contrata.O papo passa por:🚀 O dicionário do founder: pre-seed, seed, Series A, burn rate, runway e product market fit. Termo que todo founder solta em entrevista e quase ninguém do outro lado entende💰 Por que saber o estágio da empresa muda TUDO: o que ela espera de você, o risco que você corre e o upside que você ganha🧠 Mentalidade que startup paga caro: cortar escopo, entregar o mínimo que funciona, perguntar o porquê antes de dizer sim a um prazo e não casar com o próprio código🤖 IA no processo seletivo: como o Lucas usa no dia a dia e o que ele repara hoje quando contrataE se você nunca trabalhou remoto pra fora, a Tammy mostra como o Deel Global Badges ajuda o recrutador a enxergar isso direto no seu LinkedIn. Pega o seu certificado aqui: Global Badges da Deel.Agora, se ainda não o fez, dá o play e entra na próxima entrevista sabendo o jogo. 👊
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Everyone assumes only Americans can open a company in the United States. Yet almost 70% of the founders who open an LLC through Doola don't even live there.In this episode, we talk to Arjun, founder of Doola, about how Brazilians and founders from anywhere in the world can open a company in the United States, the two points where most people get stuck in that process, and the difference between an LLC and a C-Corp when deciding which one makes sense for you.Arjun shares how the idea was born from a nearly US$30,000 mistake paying lawyers at a startup that didn't work out, explains why Wyoming beats Delaware among international founders, and breaks down the real step by step of incorporation, EIN, and opening a US bank account without having to fly to the US. We also talk about what it's like hiring Brazilians at a US startup, and what tends to set apart the people who adapt well to that market.This episode touches on setting up a company, taxes, and business structure in the United States. It is a conversation and the guest's personal experience, not legal or tax advice.
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Quase todo conteúdo sobre trabalhar pra gringa é feito por dev e pra dev. O Léo Marconi recebe em dólar há mais de seis anos e nunca escreveu uma linha de código.Nesse episódio a gente conversa com Léo Marconi, Senior Account Manager numa agência americana de design e desenvolvimento e criador do Inglês Sem Firula, sobre como conseguir trabalho fora sem ser de tecnologia, o que trava a maioria dos candidatos logo na leitura do currículo e qual nível de inglês realmente abre a porta.O Léo conta o processo dele inteiro, do print da vaga mandado pra esposa até a proposta: currículo ruim, entrevista de validação de inglês, a vaga congelada por dois meses na pandemia e o networking ativo que ele fez sem saber que aquilo tinha nome. E a pergunta cara de pau no fim da última entrevista que, segundo ele, foi o que virou o jogo.A gente também fala do erro mais comum de quem vem de área não técnica, a falta de conexão entre o perfil e o que a vaga pede, e da armadilha de comparar o próprio salário com o de um profissional nativo. Tem ainda busca booleana pra encontrar vagas que não aparecem na sua timeline, o método CAR pra explicar o que você faz de verdade, e por que quem diz que o inglês está ótimo costuma travar na primeira conversa.Papo e experiência pessoal sobre carreira, contratação e pagamento em moeda estrangeira, não é consultoria financeira nem jurídica. Cada caso é um caso, procure orientação profissional antes de decidir qualquer coisa.LinkedIn do Léo Marconi
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Todo mundo repete que o inglês é o que separa o dev brasileiro da vaga gringa. Quem lê os currículos do outro lado diz que tem gente com inglês bom sendo cortada por não conseguir explicar o próprio trabalho.Nesse episódio a gente conversa com Leandro Baptista, diretor de Talent Acquisition da BairesDev, recrutador internacional há mais de cinco anos e organizador do Global Career Summit, sobre o que os contratantes gringos realmente olham, por que tanta candidatura não recebe resposta e como está o jogo na Europa.Ele traz as histórias que só quem está do lado de dentro tem, do candidato que pagou outra pessoa pra fazer a entrevista no lugar dele até os aprovados com nota máxima no teste técnico que travavam na hora de falar de um projeto. Também tem o dev que gravava um vídeo explicando o próprio código e ia direto pro hiring manager, e a estratégia parecida que o Gabs usou pra fechar o emprego novo.No meio da conversa a gente discorda de verdade. A Tammy defende currículo curto e bem escrito, o Leandro quer o máximo de informação possível porque hoje lê tudo com ajuda de IA, e o ponto em que os dois se encontram é o LinkedIn. No fim, o mapa da Europa: pouco trabalho remoto, muita relocação, e governos que pegam você pela mão depois que a vaga sai.Essa é uma conversa entre profissionais do mercado sobre experiências próprias, não é consultoria de carreira, imigração ou contrato. Cheque a sua situação com quem é da área antes de tomar decisão.
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Estudar inglês por anos e continuar travando na hora de falar não é falta de esforço seu. É que o Brasil importou um método de ensino que só funciona pra quem já mora fora.
Nesse episódio a gente conversa com Eduardo Moreira, professor em Harvard, mestre em Learning Design, Innovation and Technology e fundador da Go & Slay, sobre a parte que ninguém explica: por que tanta gente estuda a vida inteira e não aprende, o que dá pra cortar do "inglês inteiro" quando o objetivo é trabalhar, e por que comunicação intercultural pesa mais que gramática perfeita numa entrevista.
O Edu começou dando aula de inglês aos 14 anos numa cidade pequena de Minas, abriu a própria escola aos 19 morando dentro dela, e se formou em Letras e Pedagogia por EAD.
Hoje mora em Boston, tem green card e volta todo verão pra dar aula em Harvard no curso obrigatório sobre como as pessoas aprendem. Ele conta a escadinha completa de visto (F1, OPT, H1B e ajuste de status), por que escolheu Harvard pagando 60% em vez de Columbia com bolsa integral, e o que ele faria diferente se estivesse montando a aplicação hoje.
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Links citados:• Post sobre bolsa de mestrado no Reino Unido com tudo pago (@iuvenisoficial):
• Como negociar equity em startup
• Mentoria de carreira na gringa do Gabs
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Em 2014, conseguir vaga remota em dólar morando no Brasil era quase lenda urbana. A Roberta Arcoverde conseguiu.Ela entrou no Stack Overflow como Developer e ficou 10 anos e meio: virou Staff Engineer, Tech Lead e, de 2022 a 2024, Director of Engineering, liderando o time do Stack Overflow for Teams. Tudo isso do Brasil, sem nunca pisar num escritório da empresa. Hoje é Software Engineering Manager no Google, em São Paulo.Nesse episódio a gente conversa sobre como ela foi aprovada concorrendo com candidatos do mundo inteiro, o que segura alguém por uma década na mesma empresa e o que uma empresa remote-first de raiz faz diferente de uma que só aceitou o remoto na pandemia.Tem também um bloco inteiro sobre liderança à distância: como se constrói confiança com pessoas que você quase nunca viu ao vivo, como perceber que alguém do time está mal sem os sinais do escritório, e como medir performance de time distribuído sem virar vigilância.
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Conseguir a vaga em dólar é a parte que todo mundo ensina. O que fazer com o dinheiro depois que ele cai na conta é a parte que ninguém conta.
Nesse episódio a gente conversa com Augusto Galego, CTO, desenvolvedor há 10 anos e criador de conteúdo no YouTube, sobre a segunda metade da história: reserva de emergência, câmbio, equity, diversificação e o clássico problema de ver o salário triplicar e o patrimônio continuar no mesmo lugar.
O Galego começou a trabalhar pra fora em 2022, morou na Itália e na Alemanha e hoje é nômade trabalhando pra empresas americanas. Ele conta como estruturou a carteira dele (Brasil e fora do Brasil), por que converte o dólar imediatamente em vez de esperar cotação, e o que ele faria hoje se estivesse recebendo o primeiro salário internacional com zero conhecimento de investimento.
Este episódio é informativo e não é recomendação de investimento. Cada situação é diferente: use as ideias daqui como ponto de partida, não como receita pronta.
Canal do Galego.
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Existe vida acima de sênior sem virar chefe. Esse é o caminho do Staff Engineer, a carreira Y que muita gente ouve falar mas quase ninguém explica direito.Nesse episódio a gente conversa com dois Staff Engineers que vivem isso na prática, um em uma startup e outro em uma big tech, sobre o que muda de verdade quando você sobe de sênior: impacto cross-time, capacidade de lidar com ambiguidade, saber onde investir seu tempo e liderar sem ter ninguém respondendo pra você.
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Convidados desse episódio:Júlio FalboBruno Lucattelli
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Você se considera sênior, mas será que o recrutador gringo consegue ver isso no seu perfil? Abrimos a caixa-preta do recrutamento internacional em 2026: como recrutadores filtram perfis sêniors, o que faz um currículo ser descartado em segundos, o que mudou com IA nos processos seletivos e o que você precisa ajustar HOJE no seu LinkedIn e CV em inglês pra passar do filtro e chegar na entrevista.
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Quando alguém fala em "ir pra gringa", 99% das pessoas pensa na mesma coisa: Estados Unidos. Mas a gringa é MUITO maior que isso.
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