Já parou pra pensar que, às vezes, a imagem firme que a gente tem de nós mesmos não nasceu da gente, mas do que disseram que a gente era? Rótulos que fomos ouvindo desde cedo… e que, sem perceber, seguimos carregando como se fossem verdades absolutas: “tu é o responsável”, “tu é o engraçado”, “tu é o tímido”, “tu dá conta de tudo”.
E aí eu te pergunto: será mesmo que tu é isso tudo… ou só te acostumou a acreditar?
Porque quando a gente aceita essas narrativas antigas, elas começam a parecer imutáveis. A gente para de experimentar, de tentar algo novo, de descobrir novos jeitos de ser. Como se mudar fosse uma traição. Mas não é. Identidade não é prisão. Identidade é caminho. É movimento.
E o mais bonito? A vida te oferece, todos os dias, a chance de te atualizar. De te expandir. De te reencontrar. De te permitir ser maior, mais leve, mais teu.
Então faz uma coisa: respira fundo aí onde tu tá e se pergunta, com carinho…
se tu pudesse reescrever tua própria história hoje, quem tu escolheria ser?
A resposta já mora dentro de ti.
E, por mais que tu esqueça às vezes… tu tem total permissão para se tornar essa nova versão