Tenha muito cuidado ao atravessar a tempestade dos outros.
Cada nuvem pode carregar trovões que não reconhecem seu nome.
O vento que açoita a outra alma não sente a sua pele.
E a chuva que molha um coração aflito não conhece a sua sede.
Viver a tormenta alheia é perder-se no céu de outro.
É deixar que relâmpagos que não são seus queimem seus passos.
Cada tempestade tem o seu caminho.
E o seu abrigo está naquilo que lhe pertence.
No seu ritmo.
Na sua força.
Na sua luz.
Aprenda a sentir a chuva… sem se afogar num dilúvio que não é seu.
E siga firme na travessia que lhe cabe.
Calmamente. Serenamente.
Atravessando a sua própria jornada —
que está em constante evolução,
amparada e guiada por algo maior…
que nunca deixa de cuidar de você.