“Destralhar” é bom demais!
Tira da casa as toxinas:
objetos parados, roupas esquecidas, coisas quebradas, lascadas, velhas cartas, plantas murchas, recibos e revistas antigas, remédios vencidos, sapatos sem caminho.
Cada uma dessas coisas pesa.
O que está fora, está dentro.
O destralhamento é uma das formas mais rápidas de transformar a vida.
A saúde melhora.
A criatividade se expande.
Os relacionamentos florescem.
No porão e no sótão, o excesso vira sobrecarga.
Na entrada, bloqueia o fluxo da vida.
Empilhado no chão, nos puxa pra baixo.
Acima da cabeça, vira dor.
Debaixo da cama, perturba o sono.
Olha pra cada coisa e pergunta:
“Por que estou guardando isso?”
“Tem a ver comigo hoje?”
“O que sinto ao liberar?”
Vai criando duas pilhas:
para doar e para descartar.
Enquanto solta o que já cumpriu seu papel, sente o alívio.
A casa respira.
Tu também.
E aproveita pra destralhar o invisível:
as mágoas, as culpas, os medos, as dúvidas, as inseguranças.
Tudo isso também ocupa espaço dentro de ti.
Destralhar é recomeçar.
É reconstruir um novo “tu” leve, limpo, pronto pra deixar a vida fluir.