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Joice Silva, vice-presidente da Associação Beneficente, Comunitária, Educacional, Cultural e Esportiva Roxinhas, participou do Direto ao Ponto. Associação Roxinhas lança campanha de doação recorrente para fortalecer ações sociais.
Em 2126, ou seja, daqui a 100 anos, todos nós estaremos enterrados com as nossas famílias e amigos. Estranhos vão morar nas nossas casas que trabalhamos tanto para construir. Pessoas desconhecidas vão levantar novas casas nas terras que hoje você até briga com outros membros da sua família. A maioria das nossas posses vai ser jogada, doada ou destruída. Nossos descendentes dificilmente vão saber quem somos. Talvez eles nem se lembrarão de nós. Por exemplo, quantos de nós sabemos quem era o pai do nosso avô? Qual era o nome da sua bisavó? Depois que morremos, seremos lembrados por mais alguns anos e então seremos apenas um retrato na parede de alguém. E algumas décadas depois, nossa história, fotos e ações vão desaparecer no esquecimento da história. Não vamos nem se lembrar. Ser memórias. Se a gente fizer uma pausa para analisar essas perguntas, talvez entenda o quão inútil é se preocupar com 95% das coisas que consomem nossas mentes todos os dias. Se a gente pensar sobre isso, com certeza nossas abordagens, pensamentos e atitudes mudariam e faríamos as coisas de maneira diferente. Nossas reações serem outras. Talvez nos sentíssemos mais livres para se divertir, para aproveitar a vida que estamos vivendo hoje. Leve essa reflexão para o restinho da semana ou do ano e lembre-se: a vida é efêmera. A vida é hoje.
Nícolas da Silva, Luciano Almeida, Sandro Viana e Guilherme Bica
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Câmara aprova reajuste aos servidores municipais de Santa Cruz em reunião extraordinária
* Recurso de R$ 400 mil viabiliza criação de salas de acolhimento em maternidade do Hospital Santa Cruz
* Praça Getúlio Vargas recebe ação que orienta sobre destinação do Imposto de Renda amanhã
* Em destaque na segurança pública: Acidente de trânsito deixa feridos em Linha Santa Cruz
Jaimson Erdmann, supervisor de Sustentabilidade Agrícola e Edson Menezes, gerente de Sustentabilidade Agrícola CTA Continental, foram os convidados dessa edição do programa Assunto Nosso, e falaram sobre inovações na produção do tabaco.
Michele Vargas, major do 23º BPM, participou do Direto ao Ponto. Corrida da BM com o Sesc e que conta com a parceria do Grupo Arauto. 2ª Rústica Tiradentes ocorre em 21 de abril.
Andréia Mundstock e Mariana Cunha, assessora especial e diretora-executiva da Assemp, falou no Direto ao Ponto sobre a escolha das Soberanas da 41ª Oktoberfest de Santa Cruz.
Claudia Costa e Mharcel Guerra, assistente social e marketing da ASAN, falou no Direto ao Ponto sobre a campanha de arrecadação de recursos para custeio de despesas da Asan e atividades externas com os residentes.
Cleber Pereira, vereador de Santa Cruz, participou do Direto ao Ponto. Projeto aprovado sobre acolhimento de mulheres em situação de perda gestacional e demandas de atendimentos na área da saúde.
Tem coisas simples
que a gente vê…
e que ficam trabalhando dentro da cabeça.
Outro dia eu vi um desenho muito simples.
Dois círculos.
No círculo de fora estavam várias coisas
que tiram a paz da gente.
O humor das pessoas.
O que falam da gente.
Decisões que alguém toma lá em cima.
Os imprevistos do dia.
E ali estava escrito:
“Isso eu não controlo.”
No meio havia um círculo menor.
Bem menor.
E nele estavam coisas quase silenciosas.
Minha atitude.
Meu tom de voz.
A forma como eu trato as pessoas.
O exemplo que eu deixo no caminho.
E ali estava escrito:
“Isso eu controlo.”
Fiquei pensando naquilo.
Porque muitas vezes a gente passa o dia inteiro
tentando resolver o círculo de fora…
e quase esquece do círculo de dentro.
E talvez exista uma sabedoria simples na vida.
Uma sabedoria que a gente leva tempo para aprender.
A paz não nasce quando o mundo se organiza.
Ela nasce quando a gente aprende
onde colocar a própria energia.
No que nunca esteve nas nossas mãos…
ou naquilo que começa
dentro de nós.
Porque quando alguém cuida bem
do pequeno círculo que realmente lhe pertence…
sem fazer barulho…
sem anunciar…
a vida, curiosamente,
começa a encontrar
um pouco mais de lugar.
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