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A mágoa é uma água que parou no caminho. Quando a vida deixa de fluir dentro de nós, algo começa a se tornar pesado, silencioso e denso. Guardar ressentimentos é permitir que emoções antigas permaneçam vivas, ocupando espaços que deveriam ser renovados pela fé, pelo aprendizado e pelo amor. A alma não adoece pelo que sente, mas pelo que insiste em reter.
Toda dor não elaborada se transforma em sombra interior.
Ela não fere apenas a lembrança do passado, mas contamina o presente e obscurece o futuro. A mágoa cria raízes invisíveis que aprisionam o espírito, impedindo-o de avançar para experiências mais leves e verdadeiras. É por isso que perdoar não é um favor ao outro, é um ato profundo de libertação pessoal.
Quando permitimos que a água volte a correr, a vida se reorganiza. O perdão limpa, dissolve, devolve movimento ao que estava estagnado. Ele não apaga a história, mas ressignifica a dor, transformando ferida em sabedoria.
Deus nos convida diariamente a soltar o que pesa, porque a alma foi criada para fluir, não para acumular venenos emocionais.
Curar a mágoa é confiar que nada foi em vão. É escolher a paz em vez do apego à dor. É compreender que a verdadeira força espiritual nasce quando deixamos a água seguir seu curso e permitimos que o amor volte a habitar, inteiro, dentro de nós.
A Box Service consolidou sua atuação em Santa Cruz do Sul ao oferecer soluções completas em manutenção para a linha pesada. Criada em 4 de maio de 2020, em plena pandemia, a empresa nasceu da experiência de Anderson Limberger na Transportes Mähler e da visão de atender uma demanda crescente de transportadores da região e do país.
Marcílio Drescher e Márcio Almeida participaram da edição desta semana do De Olho no Agro.
Nícolas da Silva, André Linck, Sandro Viana, Luciano Almeida, Cristiano Silva e Guilherme Bica
Édson Alberto Kern, secretário municipal de serviços públicos é o convidado dessa edição do programa Assunto Nosso.
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
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Em destaque na segurança pública: Homem sofre tentativa de assassinato próximo ao Parque da Oktoberfest, em Santa Cruz
Em entrevista ao programa Direto ao Ponto nesta quinta-feira (12), o vereador Abel Trindade (PL) repercutiu o início da tramitação do projeto "Não dê esmolas, dê oportunidades" na Câmara de Santa Cruz do Sul.
O vereador Edson Azeredo (PL), de Santa Cruz do Sul, participou nesta quinta-feira (12) do programa Direto ao Ponto. Na ocasião, o parlamentar destacou o projeto do novo acesso ao Lago Dourado por meio da Rua 28 de Setembro e evolução de projetos sobre o Sensor Libre e Cannabis.
Em algum ponto amadurecemos e mudamos a pergunta. Deixamos de procurar defeitos em nós e começamos a observar o cenário: por que continuo tentando sentar onde nunca houve um lugar para mim? A resposta educa o coração.
Cada um de nós carrega uma mesa simbólica na vida. Nela se partilham conversas, afeto, projetos e silêncios. Em algumas mesas, alguém puxa uma cadeira assim que você chega. Há olhos que acolhem, espaço que se abre, presença que é natural. Nesses lugares você não precisa explicar quem é, nem encolher para caber. A dignidade é o talher.
Existem outras mesas. Umas deixam você de pé, outras atrasam a cadeira como se o tempo fosse um teste. Ali, o convite é condicional: primeiro prove que merece. Aos poucos, a dúvida entra, a autoestima se desgasta, a alma desaprende a confiar. A lição é dura, porém libertadora: quando o lugar precisa ser implorado, o problema não é quem se senta, é a mesa que não sabe acolher.
Perseverar onde não há espaço não é virtude, é exaustão.
É confundir insistência com amor próprio. Honrar a própria vida é reconhecer que pertencimento não se negocia.
Você não é favor, é pessoa. Não se demore em ambientes que tratam sua presença como incômodo. Onde o respeito exige desconto, a paz pede saída.
A sabedoria está em escolher mesas que sustentem quem você é. Mesas onde a conversa amplia, o silêncio não assusta e o pão circula sem contagem. A cadeira certa existe, e costuma ficar ao lado de pessoas que celebram a sua autenticidade, não a sua performance.
A lição final cabe no gesto simples de levantar-se.
Levantar não é desistir, é graduar-se em amor próprio.
Quando você se afasta do lugar que fere, abre caminho para o encontro que cura. Procure a mesa onde sua presença conta. Sente-se. Respire. Partilhe. O mundo muda um pouco toda vez que alguém aprende a escolher onde pousar o coração.
Tenente Coronel Joel Dittberner é a convidada dessa edição do programa Assunto Nosso.
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