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No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Parque da Oktoberfest recebe melhorias na identificação visual dos espaços esportivos
* Campanha de volta às aulas vai beneficiar escola do Bairro Santa Vitória
* Eduardo Wartchow avalia candidatura à Assembleia Legislativa ou Câmara dos Deputados em 2026
* Em destaque na segurança pública: Motociclista fica ferido em colisão contra furgão em Santa Cruz
Niceia Wůnsch, vice-presidente Federasul Vale do Rio Pardo, foi a convidada dessa edição do programa Assunto Nosso.
Nairo Lopes, vereador de Santa Cruz do Sul (PDT), participou do Direto ao Ponto. Parlamentar sugere estação de apoio a motoristas de aplicativo.
Marcelino Hoppe, engenheiro agrônomo e especialista em agrometeorologia, falou no Direto ao Ponto sobre o fim da La Niña no Pacífico, o que pode antecipar a chegada do El Niño. Fenômeno deve causar mais chuvas no Rio Grande do Sul.
Márcio Almeida, assessor de eventos agropecuários da Afubra, falou no Direto ao Ponto sobre os preparativos para mais uma edição da Expoagro, que ocorre de 24 a 27 de março.
Por que a gente era feliz com tão pouco nos anos 90 e 2000?
Você já parou pra pensar nisso?
Não era pobreza.
Era foco.
Um brinquedo só.
Um canal na TV.
Um horário certo pra tudo.
A escassez não era um problema — era o que concentrava a atenção.
Porque quando tudo importa… nada satisfaz.
A felicidade vinha sem planejamento.
Você lembra?
Alugar um filme.
Abrir um salgadinho diferente.
Jogar conversa fora na calçada, sem pressa de acabar.
A gente não precisava otimizar o momento.
Ele simplesmente acontecia.
E isso fazia toda a diferença.
A expectativa era metade da alegria.
Esperar o episódio passar.
A música tocar no rádio.
O jogo carregar.
A espera criava valor emocional.
Criava memória.
Criava história.
Hoje tudo é instantâneo.
E, talvez por isso… tão descartável.
Não existia comparação constante.
Você curtia sem registrar.
Se divertia sem mostrar.
Ninguém precisava provar felicidade pra ninguém.
A alegria não dependia de curtidas.
Não precisava de validação externa.
E o tédio…
O tédio era um aliado secreto.
Ficar sem fazer nada não era falha —
era o espaço onde surgiam ideias, brincadeiras e improvisos.
Hoje, qualquer segundo vazio vira ansiedade.
Silêncio incomoda.
Pausa assusta.
A dopamina não era barata.
Um elogio.
Uma conquista simples.
Um momento bobo rendia dias de memória.
Hoje os estímulos são tantos que nada fixa.
Tudo passa rápido demais pra virar lembrança.
No fundo, nunca foi sobre as coisas.
Sempre foi sobre o estado da mente…
e do coração.
Menos opções.
Menos ruídos.
Menos pressa.
A felicidade tinha espaço pra existir inteira.
E talvez seja por isso que a gente evoluiu em conforto…
mas regrediu em satisfação.
Nunca tivemos tanto acesso, tanta escolha, tanta conveniência.
E nunca foi tão difícil sentir contentamento real.
O problema não é a falta.
É o excesso.
Talvez a gente não precise de mais.
Talvez precise de menos.
Menos estímulo.
Menos comparação.
Menos urgência.
Não pra voltar no tempo.
Mas pra resgatar algo que ficou pelo caminho:
a capacidade de se alegrar com o que já está aqui.
Nesta quarta-feira, dia 04, o convidado do Programa Destino é Lucas Lopes. O engenheiro civil e empresário natural de Santa Cruz do Sul compartilhou no episódio suas percepções viajando por todo o Brasil a trabalho e também em uma viagem muito especial para a China.
Nícolas da Silva, Luciano Almeida, Sandro Viana, Matheus Steffens, André Linck e Cristiano Silva
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
Bailinho da Borges altera trânsito no Centro de Santa Cruz a partir de amanhã.
Vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes é estendida a todos os municípios gaúchos
Novos pedidos de CNH quadruplicam em janeiro
Em destaque na segurança pública: Homem morre após sofrer choque elétrico em Rio Pardinho
O professor e vice-diretor geral da Escola Goiás, Eduardo Barreto de Araújo, foi o convidado dessa edição do programa Assunto Nosso, e falou sobre a história da Escola Goiás.
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