
Sign up to save your podcasts
Or


Vanir Ramos de Azevedo, secretário de Planejamento e Mobilidade Urbana em Santa Cruz do Sul, falou no Direto ao Ponto sobre a correção da divisa de Linha Seival, permuta da área do Daer no Centro de Santa Cruz e obra de duplicação da BR-471.
Frederico de Barros Silva, jornalista e escritor, participou do Direto ao Ponto. O jornalista, político e escritor está lançando o livro de contos chamado "Dias Perfeitos" e atuação enquanto coordenador regional do PT.
Eduardo Wartchow (Novo), vereador em Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez um avaliação do trabalho legislativo em 2025 e projetos para 2026.
Nicole Weber Covatti (PP), vereadora em Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto. Santa Cruz é contemplada com recurso de R$ 1,5 mi para novo Complexo Esportivo no Parque da Oktoberfest.
Às vezes a vida cria urgências dentro da gente.
Vem aquela vontade de resolver tudo na hora, de ajeitar o que machuca, de trazer clareza para o que parece injusto.
É natural querer acelerar o desfecho quando o coração está apertado.
Mas existe um tempo perfeito para cada coisa.
Um tempo que organiza o que a pressa embaralha.
Um tempo que costura feridas com mais delicadeza do que qualquer palavra apressada.
Quando somos mal interpretados, nasce o impulso de explicar.
Queremos revelar intenções, mostrar a verdade, ajustar percepções.
Faz parte da alma humana desejar ser compreendida.
Só que há situações em que a explicação perde força.
O coração alheio está fechado, distraído, distante.
E é aí que o silêncio, antes confundido com fraqueza, se transforma em maturidade.
O silêncio preserva.
Protege.
Poupa batalhas desnecessárias.
E abre espaço para algo maior agir a seu favor.
O tempo, com sua calma certeira, ilumina fatos, revela intenções, recoloca tudo em equilíbrio.
Mostra quem estava ao seu lado por verdade e quem apenas passava por perto.
Mostra o que era profundo e o que era só barulho.
Enquanto isso, por dentro, a gente cresce.
A alma ganha fôlego, aprende a respirar diante do que antes tirava o ar.
Descobre que o valor pessoal floresce quando não depende de aprovação externa.
Descobre que a paz interior vale mais do que qualquer justificativa.
Porque o que é verdadeiro permanece.
O que é íntegro sustenta a própria força.
O que nasce do coração resiste ao tempo.
E quando a vida vira a página — porque ela sempre vira — aquele peso antigo se dissolve.
O que parecia injusto se revela aprendizado.
E você percebe:
“Meu silêncio foi coragem. Minha espera foi sabedoria.”
A verdade sempre encontra caminho.
Chega no instante certo, com uma suavidade que palavra alguma alcança.
Até lá, cuide de si.
É no cuidado do coração que a vida reencontra o rumo.
Nesta quarta-feira, a convidada do Programa Destino é a santa-cruzense Bruna Renata Rauber. Atualmente morando na Suíça, ela já vive há 5 anos fora do país, atuando como engenheira de qualidade. Apaixonada por viagens, já conhece 17 países e contou um pouco sobre suas experiências no episódio.
Nícolas da Silva, Sandro Viana, André Linck e Luciano Almeida
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* MOP4 encerra hoje em Genebra, na Suíça
* Tarifas de água e esgoto têm reajuste de 4,68% em Santa Cruz
* Banco Vermelho é inaugurado em Vera Cruz
* Em destaque na segurança pública da região: Acidente com caminhão de Venâncio Aires resulta em morte na BR-386
Abel Trindade (PL), vereador em Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no legislativo santa-cruzense em 2025 e projetos para 2026.
Um cientista passava dias tentando resolver os problemas do mundo.
Ficava trancado no laboratório, mergulhado em dúvidas, teorias, mapas, gráficos…
buscando alguma resposta que pudesse aliviar a dor das pessoas.
Um dia, seu filho pequeno entrou no laboratório querendo ajudar.
O pai, irritado, tentou afastá-lo… mas era impossível.
Então teve uma ideia: pegou um mapa-múndi, recortou em dezenas de pedaços
e entregou ao menino:
— ‘Aqui está o mundo todo quebrado.
Vê se consegue consertar… sozinho.’
O pai imaginou que levaria dias.
Mas, algumas horas depois, a vozinha chamou:
— ‘Pai… já terminei.’
O cientista duvidou.
Como uma criança, que jamais tinha visto um mapa, poderia montar aquilo?
Mas, quando olhou… o mapa estava inteiro.
Perfeito.
Cada pedaço no seu lugar.
Surpreso, ele perguntou:
— ‘Filho… como você conseguiu?’
E o menino respondeu:
— ‘Pai, eu não sabia como era o mundo.
Mas vi que, no verso, tinha a figura de um homem.
Então virei os pedaços e comecei a consertar o homem…
porque isso eu sabia como era.
Quando terminei o homem… virei a folha.
E o mundo estava consertado.’”
(Pausa longa e reflexiva)
“Às vezes, a gente passa a vida tentando consertar tudo lá fora…
a economia, o país, os outros, o destino, o mundo inteiro…
quando, na verdade, o que muda o mundo
é o que a gente arruma dentro da gente.
Porque existe sempre um lado que não estamos olhando.
Um lado simples.
Um lado óbvio.
Como diz o Flávio Augusto: a visão vale mais do que o poder.
E pra enxergar…
é preciso abaixar.
Ser humilde.
Observar.
Ver os dois lados.
Quando a gente conserta o homem…
o mundo se ajeita.
Quando a gente ajusta o coração…
o caminho clareia.
Quando a gente muda por dentro…
o lado de fora acompanha.
Nesta reta final de ano…
não tenta salvar o mundo de uma vez.
Salva primeiro a tua melhor versão.
E o resto… se encaixa
From the publisher's feed