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Às vezes, basta uma música antiga pra abrir uma porta no tempo.
Aquela que tocava no rádio da cozinha, enquanto o cheiro do café se espalhava pela casa.
Ou aquela que embalava as tardes de domingo, quando o mundo parecia mais simples, e o tempo… mais lento.
Um perfume antigo também tem esse poder.
O cheiro do talco da avó, da roupa estendida no sol, da chuva caindo na terra.
Cheiros que moram guardados num canto da alma, e quando escapam, fazem a gente voltar pra lugares que nem existem mais.
E as fotografias…
Aquelas de bordas brancas, meio tortas, com sorrisos de verdade.
Gente que talvez já se foi, mas continua ali — viva no instante em que o clique parou o tempo.
A vida é feita disso:
de lembranças que a gente revive quando o coração pede abrigo.
E é ali, entre uma lembrança e outra, que vem a consciência:
o tempo está passando depressa demais.
A infância virou lembrança.
Os pais envelheceram.
Os amigos seguiram caminhos diferentes.
E a gente, sem perceber, virou memória também — nas histórias de alguém.
Estamos nos últimos dias de outubro.
E talvez seja a hora de lembrar que a vida é breve demais pra ser adiada.
Abraça hoje.
Liga hoje.
Diz “eu te amo” hoje.
Porque o amanhã não promete nada — e o hoje, tão cheio de vida, logo vai morar também nas gavetas do passado.
Então, vive.
Com simplicidade, com gratidão, com presença.
Porque um dia… alguém vai ouvir uma música antiga, sentir um perfume no ar…
e vai lembrar de você.
Camila Mai tem se destacado com palestras que abordam temas como sono, alimentação estratégica e gestão de energia para aumentar produtividade e bem-estar
Nícolas da Silva, Luciano Almeida, Sandro Viana, André Linck e Matheus Steffens
Frederico Gassen Geller, aluno, e Fernando Sansone, professor de engenharia da Unisc, foram os convidados dessa edição do programa Assunto Nosso e falaram sobre o projeto Baja de Galpão.
Ricardo Konzen, coordenador do Departamento de Meio Ambiente de Vera Cruz, falou no Direto ao Ponto sobre o seminário Regional de Resíduos Sólidos, que ocorre na próxima semana na Universidade de Santa Cruz do Sul.
Maiara Souza, supervisora da Secretaria Municipal de Educação de Candelária, esteve no programa Direto ao Ponto para falar sobre o CineDiversidade, festival com produção de curta-metragens de alunos da rede pública.
Evandro Sehn, coordenador responsável pelo serviço de estacionamento da Oktoberfest de SCS, falou no Direto ao Ponto sobre a mobilização das equipes para o atendimento e casos recentes de furtos registrados em veículos durante a festa.
A vida é um contínuo recomeçar. Mesmo quando tudo parece impossível, ela encontra um jeito de se refazer.
Por natureza, sou otimista. Consigo enxergar uma saída onde muitos veem um beco sem saída. E tenho conhecido tanta gente assim… pessoas que ainda acreditam no lado bom da vida, no lado bom das pessoas, no poder de um novo começo.
Ser otimista é uma forma de fé. E até o corpo agradece quando a mente se mantém longe do peso do negativismo.
Quem é otimista não foge do passado — apenas acolhe o que ainda pode ser.
Recomeçar não é apagar a dor. É olhar pra ela com ternura e dizer: “Eu sigo mesmo assim.”
Há quedas que parecem o fim, mas nelas germina o início de algo novo.
Quando tudo parece perdido, o simples ato de respirar já é sinal de esperança.
A vida se refaz nos gestos pequenos: no levantar, no olhar que volta a procurar sentido, na fé que insiste, mesmo cansada.
Recomeçar é o ato mais humano e mais divino que existe.
Porque é nele que a gente reencontra o dom da continuidade.
Nada está completamente encerrado enquanto houver vontade de seguir.
As dores que nos visitam não são sentenças — são travessias.
Elas nos quebram por fora, mas revelam a força que vive dentro.
Mesmo na aparente impossibilidade, há sempre um fio de luz insistindo em brilhar.
A vida renasce das cinzas, assim como o sol retorna depois da noite mais longa.
Cada recomeço pede coragem, porque nasce no terreno da incerteza.
É preciso soltar o que foi, pra abrir espaço pro que virá.
O tempo não apaga o vivido — ele ensina a olhar de outro jeito: sem pressa, sem amargura.
A cada novo amanhecer, a vida nos oferece uma nova chance de replantar sonhos, curar feridas, reencontrar o propósito.
A alma amadurece quando entende que até as pausas fazem parte da música da existência.
E é nas pausas que o recomeço se prepara em silêncio.
Recomeçar é confiar que Deus continua escrevendo, mesmo nas linhas que ainda não conseguimos ler.
Porque o fim, na verdade, é só o disfarce de um novo início.
A vida nunca se cansa de nos dar oportunidades de renascer — e talvez essa seja a sua forma mais pura de amor
Nesta quarta-feira a convidada do programa destino é a empresária santa-cruzense Nathana Schilling. Ela reside há 16 anos fora do Brasil e atualmente mora na França, e na conversa no episódio compartilhou suas experiências vivendo, trabalhando, visitando e também empreendendo em outros países.
Nícolas da Silva, André Linck, Guilherme Bica, Sandro Viana, Luciano Almeida e Matheus Steffens
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